Por Luciano Máximo
SÃO PAULO - Com inadimplência em alta e fechamento de contratos em baixa, o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies) passa por mudanças. Desde 1999 sob gestão financeira exclusiva da Caixa Econômica Federal - que atesta taxa de inadimplência média entre 25% e 28% para cerca de 500 mil contratos totalizando R$ 5,5 bilhões -, o maior mecanismo de crédito universitário do país terá agora o Fundo Nacional para o Desenvolvimento da Educação (FNDE) como operador do programa, redução do juro anual de 6,5% para 3,5% e descontos mensais de 1% para professores da educação básica e médicos que atuarem no Programa Saúde da Família (PSF). Além disso, a nova versão do Fies passa a contemplar estudantes do ensino médio profissionalizante, conforme lei sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e reitor da Universidade Anhembi Morumbi, Gabriel Mario Rodrigues, avalia que, ao cortar os juros quase pela metade e mudar a operação do Fies, o Ministério da Educação (MEC) dá oportunidade para mais alunos acessarem o financiamento. " Normalmente, o aluno brasileiro não quer fazer dívidas, e evidentemente havia uma grande inadimplência para a Caixa, o que fez com que o MEC mudasse a responsabilidade da operação do fundo " , diz.
Leia mais: http://www.valoronline.com.br/?online/brasil/5/6056501/calote-faz-mec-mudar-credito-estudantil#ixzz0d4mCrhu0
O presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e reitor da Universidade Anhembi Morumbi, Gabriel Mario Rodrigues, avalia que, ao cortar os juros quase pela metade e mudar a operação do Fies, o Ministério da Educação (MEC) dá oportunidade para mais alunos acessarem o financiamento. " Normalmente, o aluno brasileiro não quer fazer dívidas, e evidentemente havia uma grande inadimplência para a Caixa, o que fez com que o MEC mudasse a responsabilidade da operação do fundo " , diz.
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