sábado, 16 de janeiro de 2010

Celso Arnaldo sobre o escritor Sarney: ‘É tão ruim que é bom’

Coluna do Algusto Nunes na Veja

Merece transcrição no Direto ao Ponto o seguinte trecho do comentário do jornalista Celso Arnaldo sobre o artigo de José Sarney na Folha desta sexta-feira. Divirtam-se:

Os escritos de José Sarney, semana após semana, estão se consagrando como os piores textos assinados da imprensa brasileira ─ e incluo aí, além dos jornalões, jornais de bairro. A coluna se insere na categoria “tão ruim que é bom”, aplicada a chanchadas e novelas mexicanas do SBT.

Na coluna desta sexta-feira, intitulada “O scanner corporal”, ele analisa, como um astuto observador de usos e costumes deste novo mundo, o reforço de segurança nos aeroportos depois do frustrado atentado do nigeriano na véspera do Natal. Sarney ficou fascinado com esse tal scanner que colocaria a nu os passageiros na revista:

“A grande discussão que hoje preocupa a liberdade individual é como manter os direitos de privacidade num mundo em que a tecnologia tudo invade e torna esses direitos inexistentes, acabando com os direitos humanos”.
(É bem capaz de os revisores do PNDH 3 quererem agora incluir no programa o scanner do Sarney, sempre tão preocupado com direitos que repete a palavra três vezes em duas linhas. O PNDH, aliás, já está entrando no assunto). Leia na ÍNTEGRA http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/celso-arnaldo-sobre-o-escritor-sarney-e-tao-ruim-que-e-bom/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+augustonunes+(Augusto+Nunes)

Um comentário:

  1. Transmimento de pensação, minha cara: também uso um texto do Celso no meu 'blog'! Campanha total contra este câncer de nossa Política: contra o político e o (péssimo) escritor, que só tem espaço na mídia por causa de seu poder absoluto! Abração!

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