Ministério Público apontava ação de uma suposta "máfia do lixo". Juiz concluiu pela "falta de provas" de desvios de verbas públicas.Do Vote Brasil
A Justiça decretou arquivamento da investigação e da denúncia criminal contra um grupo de nove antigos assessores e aliados políticos do ex-ministro Antônio Palocci (Fazenda) durante sua gestão como prefeito de Ribeirão Preto, em 2002. Por meio de sentença de 13 páginas, o juiz Lúcio Alberto Eneas da Silva Ferreira concluiu pela "falta de provas" de desvios de verbas públicas - crime que o Ministério Público Estadual havia atribuído à ação de uma suposta "máfia do lixo".
Em junho passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou acusação contra Palocci e mandou redistribuir para a primeira instância judicial os autos relativos aos outros denunciados, entre os quais Gilberto Maggioni, sucessor do petista na prefeitura do município do interior paulista. O juiz Silva Ferreira, da 4ª Vara Criminal de Ribeirão Preto, assinalou "ausência de justa causa que justifique o início da ação penal".
O inquérito foi aberto a partir de revelações de Rogério Tadeu Buratti, em agosto de 2005. Ele afirmou que Palocci recebia um "mensalinho" de R$ 50 mil para favorecer a empreiteira Leão & Leão em contratos superfaturados de varrição de ruas.
Mais uma vergonhosa decisão deste juiz que, nem com provas cabais, condena os acusados.
ResponderExcluirPaís sem justiça não pode ser considerado um país.