
Pré-candidato à Presidência vai opinar sobre quem deve concorrer ao governo do Paraná. Objetivo é garantir a unidade do partido durante a disputa com Dilma
“O país e o PSDB são bem maiores do que eu sozinho”, disse Guerra, justificando a decisão de estender a negociação ao governador paulista. De acordo com a avaliação interna do partido, o Paraná transformou-se em um estado fundamental na provável e cada vez mais acirrada disputa presidencial polarizada com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT). “Seria decisivo somar o maior número de votos entre os paranaenses para compensar uma possível derrota no Norte do país”, afirmou Alvaro.Leia na ÍNTEGRA na Gazeta do Povo
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