Roldão Arruda
No estadão.com.br
Após definir e consolidar os nomes dos assessores mais próximos com os quais trabalhará, a senadora Marina Silva deve intensificar a pré-campanha do Partido Verde à Presidência da República logo após o carnaval. Na montagem da equipe, a pré-candidata privilegiou sobretudo ambientalistas com os quais já trabalhou no Ministério do Meio Ambiente, entre 2003 e 2008. Eles formam uma espécie de núcleo de segurança da senadora no interior do partido no qual ela ainda é uma neófita - considerando que se tornou verde há apenas quatro meses, após militar 30 anos no PT.
As duas pessoas que estarão mais próximas de Marina nessa fase, Basileu Alves Margarido e João Paulo Capobianco, foram seus assessores diretos no ministério. Margarido presidiu o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Quando se demitiu, foi para a chefia do gabinete de Marina no Senado, de onde deverá se desligar nos próximos dias, para se dedicar exclusivamente à pré-campanha. Será uma espécie de secretário político.
Capobianco foi secretário executivo do ministério e presidiu o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade. Biólogo, tem uma ligação histórica com organizações não-governamentais ambientalistas e a formulação de políticas de desenvolvimento sustentável.
A tarefa de definir a agenda da pré-candidata ficará com Luciano Zica, ex-deputado pelo PT e ex-secretário nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano. Roberto Kishinami, diretor do Greenpeace, que atuava como consultor do ministério, será um dos responsáveis pela montagem do esquema de arrecadação de fundos.
Também faz parte do núcleo mais próximo o empresário Guilherme Leal, um dos três copresidentes da Natura e um dos 12 brasileiros que figuram na lista de bilionários da revista Forbes. Amigo de Marina há quase 15 anos, desde quando começou a enraizar no Brasil a ideia de que floresta em pé pode valer mais do que abatida, ele foi escolhido por ela para o posto de vice-presidente na chapa. Uma de suas tarefas será tornar a pré-candidata mais palatável ao gosto do empresariado.
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As duas pessoas que estarão mais próximas de Marina nessa fase, Basileu Alves Margarido e João Paulo Capobianco, foram seus assessores diretos no ministério. Margarido presidiu o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Quando se demitiu, foi para a chefia do gabinete de Marina no Senado, de onde deverá se desligar nos próximos dias, para se dedicar exclusivamente à pré-campanha. Será uma espécie de secretário político.
Capobianco foi secretário executivo do ministério e presidiu o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade. Biólogo, tem uma ligação histórica com organizações não-governamentais ambientalistas e a formulação de políticas de desenvolvimento sustentável.
A tarefa de definir a agenda da pré-candidata ficará com Luciano Zica, ex-deputado pelo PT e ex-secretário nacional de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano. Roberto Kishinami, diretor do Greenpeace, que atuava como consultor do ministério, será um dos responsáveis pela montagem do esquema de arrecadação de fundos.
Também faz parte do núcleo mais próximo o empresário Guilherme Leal, um dos três copresidentes da Natura e um dos 12 brasileiros que figuram na lista de bilionários da revista Forbes. Amigo de Marina há quase 15 anos, desde quando começou a enraizar no Brasil a ideia de que floresta em pé pode valer mais do que abatida, ele foi escolhido por ela para o posto de vice-presidente na chapa. Uma de suas tarefas será tornar a pré-candidata mais palatável ao gosto do empresariado.
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