BRASÍLIA - O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, liberou o PMDB de Goiás para definir o candidato ao governo do Estado sem sua participação e reafirmou que só decidirá seu futuro profissional no final de março.
"Tomei a decisão de liberar o PMDB de Goiás de qualquer compromisso de dar prioridade ao meu nome e deixá-los à vontade para comporem a chapa ao governo imediatamente, se assim julgarem necessário, sem a minha participação", afirmou Meirelles em nota à imprensa.
Meirelles já havia informado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sua decisão de não concorrer ao governo do Estado de Goiás, segundo uma fonte que pediu para não ser identificada. Na conversa, o presidente do BC deixou claro que sua prioridade é contribuir para a estabilidade macroeconômica, o que demanda atuação na esfera federal.
Além do governo de Goiás, Meirelles vem sendo cotado, entre os peemedebistas, para disputar uma das cadeiras do Estado no Senado. Outra possibilidade, que lideranças do partido consideram menos provável, é o presidente do BC compor a chapa governista como candidato a vice da ministra Dilma Rousseff. Hoje, no entanto, o nome preferido no partido é o do presidente da legenda e da Câmara dos Deputados, Michel Temer (SP).
Na nota, Meirelles reafirmou que "a decisão sobre o meu futuro profissional será anunciada ao final de março". Leia na ÍNTEGRA no estadão .com.br
"Tomei a decisão de liberar o PMDB de Goiás de qualquer compromisso de dar prioridade ao meu nome e deixá-los à vontade para comporem a chapa ao governo imediatamente, se assim julgarem necessário, sem a minha participação", afirmou Meirelles em nota à imprensa.
Meirelles já havia informado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sua decisão de não concorrer ao governo do Estado de Goiás, segundo uma fonte que pediu para não ser identificada. Na conversa, o presidente do BC deixou claro que sua prioridade é contribuir para a estabilidade macroeconômica, o que demanda atuação na esfera federal.
Além do governo de Goiás, Meirelles vem sendo cotado, entre os peemedebistas, para disputar uma das cadeiras do Estado no Senado. Outra possibilidade, que lideranças do partido consideram menos provável, é o presidente do BC compor a chapa governista como candidato a vice da ministra Dilma Rousseff. Hoje, no entanto, o nome preferido no partido é o do presidente da legenda e da Câmara dos Deputados, Michel Temer (SP).
Na nota, Meirelles reafirmou que "a decisão sobre o meu futuro profissional será anunciada ao final de março". Leia na ÍNTEGRA no estadão .com.br
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