Câmara fez o que tinha de fazer para avançar no processo de capitalização da Petrobrás. Aprovou o projeto de lei encaminhado pelo governo. Agora é preciso que o Senado vote. São inúmeras as dúvidas sobre o assunto.
Uma delas é se haverá tempo para que o processo seja concluído ainda neste ano. É possível que a matéria seja mais rapidamente votada pelo Senado do que foi pela Câmara, que precisou de seis meses, temporada prejudicada pelos feriados de final de ano, recesso do Congresso e tudo mais. Mas ninguém garante que os senadores não enxertem emendas e outras modificações no texto que exigirão nova votação da Câmara.
A partir do momento em que estiverem atendidas as precondições legais, um processo de capitalização normal, que inclua convocação das assembleias, tramitação da papelada no Brasil e no exterior e realização dos road shows para os investidores, não leva menos de três meses. Em princípio, o processo de capitalização da Petrobrás exigirá mais tempo porque deverá contratar consultorias internacionais para definir o preço dos 5 bilhões de barris de petróleo com que a União subscreverá a parte dela. leia Íntegra no estadão .com.br
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