Ao iniciar visita, governo brasileiro evita palavras duras em meio à tensão entre israelenses e americanos em torno do processo de paz
Na opinião do chanceler Celso Amorim, o clima tenso não atrapalha a iniciativa brasileira: "uma mensagem de paz sempre ajuda", disse
CLÓVIS ROSSI
ENVIADO ESPECIAL A JERUSALÉM
MARCELO NINIO
DE JERUSALÉM
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou ontem à noite em Jerusalém precedido de palavras débeis demais da diplomacia brasileira para o tamanho da crise que está se desenvolvendo entre Israel e seu principal suporte, os Estados Unidos, em torno do moribundo processo de paz entre judeus e palestinos.
A debilidade fica evidente quando se comparam as manifestações do Itamaraty e do Departamento de Estado americano sobre o anúncio da construção de 1.600 novas unidades habitacionais no subúrbio de Ramat Shlomo, em Jerusalém Oriental, que os palestinos querem como a capital de seu eventual futuro Estado.Assinante Folha /Uol.leia Íntegra na Folha de São Paulo
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