quinta-feira, 15 de abril de 2010

Filho de Sarney ajudou a fazer "consórcio paralelo", afirma PF

TCU também vê manobra "ilícita" e "grave" na ferrovia Norte-Sul, obra do PAC

Grampos mostram que acordo incluiu empresa de fachada e pagamento de propina; empresário vê "denúncias requentadas"

na Folha de São Paulo
LEONARDO SOUZA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

RENATA LO PRETE
EDITORA DO PAINEL

O empresário Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ajudou a fechar acordo clandestino pelo qual um grupo de empreiteiras burlou o processo de licitação e é acusado de desviar dinheiro público da principal obra ferroviária do país.
A fraude, apontada pela Polícia Federal e pelo Tribunal de Contas da União, deu-se em um trecho da ferrovia Norte-Sul. Orçada em mais de R$ 1 bilhão, a construção faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a vitrine eleitoral da pré-candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT).
O projeto é administrado pela Valec, estatal ligada ao Ministério dos Transportes há anos sob influência direta de José Sarney. Ulisses Assad, diretor da empresa à época do esquema, foi nomeado por indicação do presidente do Senado.Assinante Folha/uol leia integra aqui

Nenhum comentário:

Postar um comentário