O Ministério Público alega que a prisão de Bibinho, dos outros dois ex-diretores (Cláudio Marques da Silva e José Ary Nassif) e de um funcionário (João Leal de Matos) da Assembleia é necessária para o bom andamento das investigações. Bibinho é acusado de peculato, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
Ao lado dos outros ex-funcionários, ele é apontado como responsável pelo desvio de R$ 13 milhões dos cofres da Assembleia, pagos, desde 1994, em salários para parentes de João Leal de Matos, que nunca trabalharam no Legislativo paranaense. A filha de Matos, Priscila, era contratada da Assembleia desde os 7 anos de idade.
A defesa de Bibinho informou que tentará novo habeas-corpus e que segue reivindicando que o caso seja destinado à Justiça Federal. Se não conseguir nova liberdade, Bibinho aguardará o desenrolar de seu processo no quartel do Comando Geral da PM, no centro de Curitiba.
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