Indagado sobre a necessidade e a urgência da realização da capitalização, Gabrielli destacou que a companhia tem caixa de R$ 24 bilhões e, portanto, precisa da capitalização apenas para cumprir seus investimentos no longo prazo. "Não há problemas de caixa. Precisamos da capitalização para manter investimentos e para voltar a ficar com folga entre os porcentuais de 25% e 35% de alavancagem."
Gabrielli passou a maior parte do tempo respondendo a perguntas sobre os problemas da P-33. Disse que a parada para manutenção é uma operação padrão e que a medida de suspensão de suas operações pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) foi "cautelar e preventiva". "A corrosão é natural de qualquer equipamento. Não há risco de comprometer a integridade física nem da plataforma e nem para os trabalhadores", disse Gabrielli.
O presidente da Petrobrás também comentou sobre o índice de nacionalização para exploração e desenvolvimento de campos de petróleo. Sem entrar em detalhes sobre os porcentuais ideais, Gabrielli comentou que em alguns casos a exigência do conteúdo nacional provoca "implicações sobre o risco de desenvolvimento de uma determinada área. "Se há uma exigência específica para uma área, que a indústria local não pode cumprir, você provavelmente pode afetar a entrada em operação desta área", disse.
Nenhum comentário:
Postar um comentário