quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Dilma enfrenta hostilidade em Curitiba



Bernardo Mello Franco da Folha.com
Um dia depois de o presidenciável José Serra (PSDB) ser agredido por petistas no Rio, a candidata Dilma Rousseff (PT) enfrentou clima de hostilidade em Curitiba, onde o tucano venceu no primeiro turno.
Em visita à capital paranaense nesta quinta-feira, ela ouviu vaias e quase foi atingida por um balão de água arremessado do alto de um edifício enquanto desfilava em carro aberto na rua XV de Novembro, que é fechada para uso exclusivo de pedestres.
O balão estourou no capô do veículo e assustou Dilma, que acenava para o público ao lado dos senadores eleitos Roberto Requião (PMDB) e Gleisi Hoffmann (PT).
Depois do susto, a presidenciável discursou rapidamente e cometeu uma gafe ao chamar o Paraná de Pará. Ela se corrigiu na sequência, ao ouvir as primeiras vaias.
Dilma recebeu um manifesto de apoio de professores da Universidade Federal do Paraná e prometeu, se eleita, ampliar os investimentos na rede pública de ensino superior.
No início da tarde, ela participou de carreata em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, e embarcou para o Rio Grande do Sul sem dar entrevista. A candidata ainda faz campanha nesta quinta-feira em Porto Alegre e Caxias do Sul.

2 comentários:

  1. Fraquinho... como o Serrojas

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  2. Interessante é que Dilma usou as mesmas palavras ditas pelo presidente/palanqueiro quando questionada sobre a agressão a Serra. Ela se expressou dizendo que foi uma farsa, uma mentira tal e qual à do goleiro chileno Rojas. É muita coincidência os dois, o presidente e sua candidata, se lembrarem desse fato acontecido com o Rojas. Cabe, então, a pergunta: quem emite juízo de valor? Quem é o fantoche?

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