
CASTELO DE AREIA
Carro da PF diante da sede da Camargo Corrêa em São Paulo, no dia da operação que apreendeu as planilhas, em março
ÉPOCA obtém a lista que, segundo a Polícia Federal, descreve o movimento do caixa dois da empreiteira
POR WALTER NUNES
Em março, delegados e agentes da Polícia Federal entraram na sede da empreiteira Camargo Corrêa, em São Paulo, e nas casas de alguns de seus executivos. Batizada de Castelo de Areia, a operação era o ponto alto de uma investigação sobre crimes financeiros e lavagem de dinheiro. Quatro executivos, duas secretárias e quatro doleiros foram presos. De acordo com a PF, os executivos usavam serviços de um doleiro para enviar recursos de caixa dois para o exterior. Na casa do executivo Pietro Francesco Giavina Bianchi, a PF achou outro tipo de evidência. Num pen drive, estavam arquivos eletrônicos que formavam 54 planilhas com dados como ano, obra, nomes e valores. A partir deles, abriu-se uma investigação voltada para as historicamente complicadas relações entre obras públicas, empreiteiras e campanhas eleitorais. Leia na ÍNTEGRA http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI110415-15223,00.html
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