Em meio à forte pressão internacional, o primeiro-ministro da Espanha, José Luiz Rodriguez Zapatero, publicou a reforma das leis trabalhistas no país, que foi aprovada sem acordo com sindicatos e empregadores.
Segundo a vice-primeira-ministra María Teresa Fernández de la Vega, o governo aprovou, em reunião do gabinete, decreto que procura encorajar contratações e simplificar o processo coletivo de negociação salarial, entre outras medidas. "O governo está anunciando essa reforma, convencido de sua importância e consciente de suas próprias responsabilidades."
Os sindicatos espanhóis anunciaram que vão desafiar a reforma com uma greve geral no dia 29 de setembro.
Ajuda. O governo da Espanha negou notícias de que a União Europeia, o Fundo Monetário Internacional e o Tesouro dos EUA estariam preparando uma linha de liquidez para o país no valor de 250 bilhões. As especulações têm surgido no noticiário e ganharam força porque o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, vai se encontrar hoje com o primeiro-ministro espanhol.
Zapatero e Strauss-Kahn deverão se reunir por uma hora e, em seguida, conceder uma entrevista conjunta. No entanto, um porta-voz do governo espanhol negou que a reunião tenha alguma relação com um potencial plano de liquidez para a Espanha. Em uma conferência em Paris ontem pela manhã, Dominique Strauss-Kahn afirmou que a dívida espanhola é "relativamente modesta". / AGÊNCIAS INTERNACIONAIS
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