Em entrevista para a TV, turcos que integravam a expedição afirmam ter sofrido torturas sexuais
O vice-primeiro-ministro e porta-voz do governo da Turquia, Cemil Çiçek, assegura que os integrantes da frota humanitária sofreram torturas durante sua retenção em Israel, informou neste domingo, 6, a imprensa local.
"Visitei, junto ao primeiro-ministro (Recep Tayyip Erdogan), os feridos hospitalizados. O que nos explicaram é algo que a consciência humana é incapaz de aceitar. Sofreram sérias torturas.
Se vê claramente nas marcas que deixaram em seus corpos", afirmou em declarações publicadas hoje pelo jornal Milliyet.
O presidente da ONG turca IHH e um dos principais organizadores da frota, Bülent Yildirim, já acusou na sexta-feira passada Israel de ter submetido os seus à "torturas físicas e psicológicas".
Em declarações à rede de televisão NTV, membros turcos da expedição humanitária, asseguraram ter sofrido "toques genitais" e outros tipos de torturas sexuais.
O ministro porta-voz turco manifestou seu desejo de que os organismos internacionais averiguem estes fatos e tomem declarações das vítimas turcas do ataque israelense.
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