- O Estado de S.Paulo
Alasca quer matar lobos para proteger as renas
O Alasca (EUA) vai entrar na Justiça para colocar em prática um polêmico programa de controle de predadores. O objetivo é obter permissão para matar lobos e, assim, proteger as renas de um refúgio nacional na ilha Unimak. O governo federal não concorda e disse que, se o Estado não tiver autorização especial, a matança será considerada uma "transgressão no refúgio". As renas são alimento para 60 pessoas que vivem na ilha, mas o número de animais vem caindo.
DUAS PERGUNTAS PARA...
Luis de Alba NEGOCIADOR MEXICANO PARA MUDANÇAS CLIMÁTICAS
1. Após o fracasso em Copenhague, há poucas esperanças para a COP-16, que será em Cancún. Como o México se posiciona em relação a isso?
O México não quer levantar falsas expectativas, mas certamente somos ambiciosos.
2. O chefe de clima da ONU, Yvo de Boer, disse não ser possível firmar um acordo forte neste ano. O sr. Concorda?
Ele e outros atores, como Connie Hedegaard, da Comissão Europeia, se referem frequentemente à impossibilidade de se alcançar um acordo com valor jurídico em Cancún, mas isso não implica que decisões importantes não possam ser firmadas lá. Eles estão de alguma forma baixando as expectativas para Cancún. Porém, se alcançarmos um acordo, teremos todas as peças, daí será fácil traduzir num instrumento juridicamente vinculante.
COMÉRCIO
Rede venderá em site produtos sustentáveis
A rede Wal-Mart desenvolveu um canal de comércio eletrônico para produtos feitos por comunidades e com materiais recicláveis. A iniciativa, batizada de e-Solidário, foi criada por causa da procura do consumidor por produtos com esse perfil, diz Flávio Dias, diretor de E-Commerce do Wal-Mart. No www.walmart.com.br é possível achar cem produtos para casa, decoração e uso pessoal. A meta é chegar a 400 até dezembro.
DEGRADAÇÃO
Greenpeace reclama de situação na Rússia
A situação ambiental na Rússia piorou consideravelmente nos últimos anos, segundo o Greenpeace. A ONG diz que muitas reservas naturais inigualáveis estão sob ameaça, inclusive o maior lago de água doce do mundo. Os ativistas ressaltaram o aumento dos incêndios florestais e de vazamentos de petróleo, além do declínio do gasto com questões de meio ambiente. Ivan Blokov, diretor da ONG na Rússia, afirmou que em 2000 foram abolidos o serviço florestal e o comitê de proteção ambiental. /AFRA BALAZINA, com AGÊNCIAS
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