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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

no painel da RENATA LO PRETE



Por um fio
Erenice Guerra perdeu ontem o que lhe restava de respaldo na campanha de Dilma Rousseff (PT), sua antecessora na Casa Civil, e no Planalto. O isolamento aumentou com a unânime rejeição ao tom da resposta dada pela ministra às denúncias de tráfico de influência que envolvem sua família. A nota redigida por ela, eivada de ataques a José Serra, nem sequer passou pelo crivo de seus advogados recém-constituídos.
Aliados e integrantes do governo, que tratavam sua demissão como "hipótese remota" temendo o impacto eleitoral de um afastamento, já admitem o contrário, sobretudo ante a iminência de "fatos novos".

Sucessão Miriam Belchior, hoje coordenadora-geral do PAC, lidera a já deflagrada bolsa de apostas para assumir a Casa Civil no caso de afastamento de Erenice. Também são cotados o chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, e os ministros Paulo Bernardo (Planejamento) e Alexandre Padilha (Relações Institucionais).

Alvo definido Apesar de o PT ter candidatura própria ao Senado no Amazonas, o presidente Lula gravou depoimento para a campanha de Vanessa Grazziotin (PCdoB), que disputa com Arthur Virgílio (PSDB) a segunda vaga do Estado.

na Folha de São Paulo

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