Waldez recebia R$ 500 mil de propina, segundo depoimento de assessor
Segundo depoimentos colhidos pela Polícia Federal, o ex-governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), candidato ao Senado, que está preso desde a última sexta (10), recebia uma propina de R$ 500 mil por mês para manter um contrato de fornecimento de alimentos aos internos dos presídios do Estado. A informação partiu de Luiz Mário Araújo de Lima, assessor jurídico da Secretaria da Segurança Pública do Amapá, que colabora com as investigações da Operação Mãos Limpas. As apurações da PF apontaram para um suposto esquema de desvios de recursos públicos na região.
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