quarta-feira, 16 de julho de 2014

Senado aprova projeto que regulamenta guardas municipais e autoriza uso de arma



da Agência Brasil 


O plenário do Senado aprovou hoje (16) o projeto de lei que regulamenta a criação e o funcionamento das guardas municipais. De autoria do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), o texto aprovado permite aos guardas municipais o uso de arma de fogo, nos casos previstos no Estatuto do Desarmamento.O texto segue para sanção da presidenta Dilma Rousseff.
A votação foi a última da noite de hoje e de antes do recesso branco do Congresso, que só voltará a se reunir no dia 5 de agosto. De acordo com o texto, as guardas municipais são incumbidas da função de proteção municipal preventiva e comunitária, ressalvadas, quando presentes, as competências da União, dos estados, do Distrito Federal e dos territórios.
O projeto também estabelece como competência geral das guardas municipais, a proteção dos bens, serviços, logradouros públicos e instalações do município, bem como da população. Estão incluídos os bens de uso comum, os de uso especial e os dominicais (bens públicos sem destinação definida, como prédios desativados). A proposta estabelece ainda que qualquer município pode criar sua guarda municipal, que será subordinada ao chefe do Executivo local. De acordo com o projeto, a corporação não pode ter efetivo superior a 0,5% da população do município.
A proposta aprovada hoje permite a criação de guarda municipal, subordinada ao regime da lei e das normas suplementares, para atuar em região metropolitana legalmente constituída e de fronteira. A guarda municipal metropolitana pode ser instituída somente pelo município mais populoso e atuará em um ou mais dos municípios que integrem a região metropolitana, mediante convênio.

“Bric-à-brac”, análise do ITV



Não deixa de ser positiva a iniciativa de Brasil e mais quatro países de criar instituições que atendam a interesses dos chamados Brics, o acrônimo com que o mundo financeiro batizou o grupo emergente formado também por Rússia, Índia, China e África do Sul. Pelo menos sugere que nossa política externa ensaia deixar o estado de estupor em que mergulhou nestes últimos anos.
O risco, contudo, é de que a investida que resultou na criação do Novo Banco de Desenvolvimento e de uma reserva de contingência de US$ 100 bilhões para socorrer economias em apuros não passe de mais um lance de megalomania. Nossa diplomacia tem se mostrado mais afeita a lances mirabolantes do que a produzir resultados efetivos.
Algo sugere que o gosto por holofotes e por uma grandiosidade artificial se fez presente nestes dois últimos dias em Fortaleza. Guido Mantega, por exemplo, acha que o acordo entre os cinco países supera Bretton Woods, o concerto entre 45 nações que sucedeu o fim da Segunda Guerra e resultou na criação de instituições como o FMI e o Banco Mundial.
Sabemos o valor que as opiniões de nosso ministro da Fazenda têm…
O governo brasileiro se viu vencido em suas pretensões de presidir o novo banco, preterido em favor da Índia. Ficou com o prêmio de consolação: ocupará a presidência do conselho de administração – que, esperamos, seja exercida com mais zelo do que o empenhado por Dilma Rousseff quando ocupou a mesma função na Petrobras…
O tal banco surge com dimensão modesta, quando comparada à de instituições de fomento similares já existentes. Terá capital de US$ 50 bilhões para financiar projetos de infraestrutura nos países-membros, enquanto só o BNDES dispõe de US$ 334 bilhões e o Banco Mundial, de US$ 324 bilhões.
Espera-se que o banco de fomento internacional não nasça e prospere com os vícios que hoje marcam a atuação do nosso BNDES, atualmente mais afeito a distribuir privilégios definidos por Brasília do que a executar políticas voltadas ao desenvolvimento horizontal do nosso setor produtivo.
É preciso estar atento, ainda, aos riscos de, sob alegação de querer suplantar “tudo o que está aí”, o novo banco de desenvolvimento dos Brics não seja tão criterioso na cobrança de condicionalidades ambientais para a concessão de empréstimos – como é, por exemplo, o Banco Mundial.
Quanto aos efeitos sobre a nossa política externa propriamente dita, a investida junto aos Brics contrasta com os quase quatro anos de inação de nossa diplomacia, depois de oito anos de hiperatividade exibicionista. Tal política nos valeu, inclusive, perda de espaço para os mesmos parceiros que ora se juntam para criar as novas instituições anunciadas em Fortaleza.
Nos últimos cinco anos, o Brasil mais comprou do que vendeu da China, da Índia, da Rússia e da África do Sul. Para os chineses, as exportações cresceram 111% e as importações, 171% entre 2009 e 2014; para os indianos, 102% e 281%, respectivamente; para os russos, enquanto as vendas subiram 18%, as importações aumentaram 238%. Para a África do Sul, as exportações caíram 7% no período e as importações subiram 83%, mostrou a Folha de S.Paulo na semana passada.
Se a investida junto aos Brics não for apenas um lance de oportunismo, terá valido a pena, por romper o isolacionismo que tem levado o Brasil a perder de goleada no plano internacional. Como tudo em política externa, os prazos a serem cumpridos são longos. A ver se a cúpula de Fortaleza não terá sido só um bric-à-brac que junta intenções díspares, excessivas e, não raro, de mau gosto.

Projeto do governo Beto Richa dá nova vida à circulação no campo



Foto da linha do tempo

Uma ação do governo do Paraná, administrado por Beto Richa (PSDB), está dando uma cara nova às estradas rurais do estado – e também à população local. Trata-se do Projeto Patrulha do Campo, implantado no ano passado e que, desde então, já atendeu 130 cidades e beneficiou cerca de 350 mil paranaenses, com aprovação unânime. Pelas estradas rurais circulam a produção dos agricultores e moradores da região que se deslocam para estudar, ir a hospitais, passear, tocar suas vidas.
O projeto, que conta com o apoio do governo estadual, estimula as prefeituras vizinhas a formarem consórcios, nos quais são discutidos temas em diversas áreas da gestão urbana. Esses consórcios identificam estradas rurais que precisam de reparo e avisam o governo estadual. Que, por sua vez, manda ao campo a sua patrulha. A patrulha vai ao local e executa os serviços de reparo e reforma nas estradas, mudando a realidade do local.
O nome patrulha não vem por acaso. É um plantel de máquinas formado por um trator, uma motoniveladora, uma escavadeira hidráulica, uma pá carregadeira, um rolo compactador, um caminhão comboio, uma caminhonete pick-up, um caminhão basculante e uma carreta para transporte de equipamentos. O maquinário é operado por funcionários das próprias prefeituras – ao governo estadual, cabe o trabalho de articulação e capacitação. Uma vez concluído o trabalho em uma cidade, passa-se a outra que tenha o mesmo problema; ficam a estrada reparada e também trabalhadores com condição de colocar a mão na massa em projetos semelhantes no futuro.
Duas faces
Em relação às estradas, o “antes e depois” impressiona. Saem de cena as vias de terra, esburacadas, muitas cortadas por grandes fluxos de água à época de chuvas e entram em seu lugar caminhos asfaltados, adequados para a circulação.
“Muito se ouviam frases do tipo ‘como choveu, eu não pude ir’. Já não há mais esse problema, porque nenhum caminho por onde o Patrulha passou fica intransitável depois da chuva. Perceba que aí estamos falando de muita coisa, desde o escoamento de uma carga até um jovem que quer ir à escola”, afirmou o coordenador do projeto, Jair Vendruscolo, da Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Paraná (Codapar), ligada à Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento.
Legados
Vendruscolo expõe que o Patrulha do Campo tem uma meta: jamais fazer com que a ação do governo termine quando a obra em uma estrada for concluída. “Nós não construímos e viramos as costas. Nos asseguramos que o aprendizado foi feito, que os trabalhadores tenham condição de fazer um serviço similar no futuro”, explica.
Os benefícios do projeto se disseminam em diferentes áreas. Além do já citado ganho econômico e de qualidade de vida para os moradores, há também acréscimos na área ambiental e mesmo no valor das propriedades rurais.
O coordenador explica que um dos fatores que leva à degradação das estradas rurais no Paraná é a erosão – verificada pela queda de água e sedimentos nas vias de passagem. O Patrulha do Campo, ao reformar as estradas e modificar a relação entre elas e a população, motivou os proprietários a cuidarem melhor dos trechos que se aproximam das vias e coibiu os problemas.
Ao mencionar os donos de terra, outro ganho significativo: a valorização das propriedades. Afinal, ter um lote vizinho a uma estrada asfaltada é bem diferente de morar (ou produzir) próximo a uma via esburacada, de circulação difícil em época de chuva. “Nós contribuímos também para a diminuição do êxodo rural, para a manutenção da população no campo”, citou Vendruscolo.
Próximos passos
O governo de Beto Richa espera levar o Patrulhas do Campo a todo o estado. Além das 130 cidades já atendidas, há outras 72 que fazem parte de consórcios intermunicipais e estão na “lista de espera” para o projeto.
A gestão acredita ser possível expandir o Patrulhas para mais de 350 cidades, e beneficiar grande parte da população paranaense. 

PT foi reprovado e não merece ficar mais quatro anos, afirma Aécio




São Paulo (SP) – O senador Aécio Neves, candidato à Presidência da República pela coligação Muda Brasil, disse que o ciclo do PT no governo chegou ao fim. Segundo ele, o partido não merece governar o país por mais quatro anos por ter sido reprovado em todos os aspectos econômicos, nos indicadores sociais e no setor de infraestrutura.
Ao deixar o auditório do Teatro Folha, em São Paulo, onde participou de sabatina promovida pelo Jornal Folha de S.Paulo, portal Uol, SBT e rádio Jovem Pan, o candidato do PSDB à sucessão da presidente Dilma Rousseff se apresentou como a melhor alternativa para dar início a um novo ciclo no Brasil, com ética, clareza na condução da economia e eficiência na busca de parcerias com o setor privado. Para Aécio, a população brasileira precisa voltar a ter esperança em relação ao futuro.
“Mais quatro anos do PT e nós veríamos o quadro atual de inflação alta, crescimento baixo, ausência de credibilidade do país ainda mais agravado. Portanto, o PSDB tem a responsabilidade, tem a obrigação de apresentar ao país um projeto alternativo a esse que está aí”, afirmou Aécio. Por essa razão, o candidato disse que vai basear sua campanha em três vertentes: “Eu vou mostrar quem sou, aquilo que fiz em Minas Gerais e nos outros cargos pelos que passei e aquilo que pretendo fazer pelo Brasil. Esse é o tripé da nossa construção política”.
Ao destacar o fato de que o PSDB tem nomes qualificados para ajudá-lo no processo de mudança do Brasil, Aécio fez questão de enaltecer o ex-governador de São Paulo José Serra, que é candidato do partido ao Senado em São Paulo.
“Estou muito feliz por estar aqui ao lado de todos os nossos companheiros, do senador José Serra, o que é a demonstração de que nós temos o melhor time, os nomes mais qualificados e mais experimentados para mudar de verdade o Brasil”. O candidato a presidente pelo PSDB elogiou a sabatina. Ele afirmou ter gostado da clareza das perguntas formuladas pelos jornalistas, mas lamentou ter tido pouco tempo para detalhar as suas propostas de governo.
Foto: Marcos Fernandes
*Rede45

Brandão cobra explicações sobre operação do BNDES firmada com o Maranhão



Brasília (DF) – A pedido do deputado federal Carlos Brandão (PSDB-MA), a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) irá requerer informações ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, sobre operação firmada com o Maranhão para atender a fundo estadual criado sem metas específicas. O requerimento de informações do tucano foi aprovado nesta quarta-feira (16) pelo colegiado e será encaminhado a Coutinho.
Criado após aprovação de projeto de lei enviado à Assembleia do estado pelo governo maranhense, o Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios do Maranhão (FUNDEMA) apresenta deficiências em sua concepção. Sua finalidade é prover apoio financeiro a planos de trabalho municipais de investimentos em diversas áreas. Mas, na avaliação do tucano, há muitos aspectos controversos em relação ao assunto.
Segundo ele, uma iniciativa dessa natureza precisa de uma concepção de planejamento estratégico, com objetivos e metas definidos numa perspectiva abrangente de médio e longo prazo.
“É preciso determinar, por exemplo, quais os critérios segundo os quais municípios seriam beneficiados e que tipo de projeto se enquadraria nas diretrizes dos programas a serem financiados pelo contrato firmado com o BNDES”, destacou o parlamentar.
*Do portal do PSDB na Câmara

VÍDEO PARTE 01 / 02 - VEJA EM VÍDEO SABATINA REALIZADA HOJE COM AÉCIO NEVES FEITA PELA TV FOLHA / UOL


Aécio Neves, candidato à Presidência da República pelo PSDB, foi o sabatinado desta quarta-feira, dia 16 de julho. Jornalistas do SBT, Jornal Folha de São Paulo, Portal UOL e rádio Jovem Pan conduziram a entrevista, que teve perguntas de internautas.

VÍDEO PARTE 02 / 02 - SABATINA FEITA COM AÉCIO NEVES NA DATA DE HOJE PELA TV FOLHA / UOL.


Aécio Neves, candidato à Presidência da República pelo 
PSDB, foi o sabatinado desta quarta-feira, dia 16 de julho. Jornalistas 
do SBT, Jornal Folha de São Paulo, Portal UOL e rádio Jovem Pan conduziram a entrevista, que teve perguntas de internautas.

terça-feira, 15 de julho de 2014

Uma história no ritmo do Brasil



Aécio Neves lança site oficial da campanha



A Coligação Muda Brasil lançou nesta terça-feira (15/7) o site oficial da candidatura do senador Aécio Neves à Presidência da República. “Bem-vindo à Mudança” é o tema do site e a primeira saudação que o internauta encontrará assim que entrar no endereço www.aecioneves.com.br, onde poderá ficar sabendo dos detalhes do plano de governo que o senador está discutindo com a sociedade e acompanhar a agenda da campanha pelo país.
Poderá ainda acessar notícias de interesse do Brasil e conhecer a biografia de Aécio e do candidato a vice na Coligação, senador Aloysio Nunes Ferreira, com destaque para a trajetória política de ambos.
Nas Diretrizes Gerais do Plano de Governo, o site lista oito áreas que englobam diversos temas cruciais para o país: Saúde, Educação, Segurança Pública, Economia, Sustentabilidade, Estado Eficiente, Relações Exteriores/ Defesa Nacional e Cidadania. Para cada uma dessas áreas, o internauta poderá conhecer a proposta completa da Coligação Muda Brasil e ainda enviar suas ideias por escrito.
Totalmente interativo, o site conclama o eleitor a participar de outras formas, por exemplo enviando foto ou vídeo com o que deseja para transformar o país. E incentiva o uso da hashtag #QueroMeuBrasil nas redes sociais. Ao clicar no botão “Faça Parte da Caminhada”, o internauta pode dar check-in no mapa e aparecer ao lado de Aécio e de tantos outros brasileiros que querem um Brasil melhor. Por meio de um blog dentro do site, será possível acompanhar o que acontece nas viagens, eventos, encontros e debates.
Na segunda-feira (14/7), o senador Aécio Neves lançou também o Twitter oficial da campanha da Coligação Muda Brasil, no endereço @AecioNeves. que já conta com 45 mil seguidores.

Líder condena interferência do Planalto no andamento da CPI Mista da Petrobras



O líder do PSDB na Câmara, deputado federal Antonio Imbassahy (BA), criticou nesta terça-feira (15) a postura do governo federal de atrapalhar as investigações da CPMI da Petrobras. “A gente observa com nitidez que o Palácio do Planalto tem orientado a base governista para não dar quórum”, destacou.
Há cinco semanas, o colegiado tenta votar requerimentos. No entanto, tem sido difícil formar quórum, já que os governistas não comparecem às reuniões do colegiado.
A comissão se reúne nesta quarta-feira (16) para votar 395 requerimentos. Entre os itens da pauta estão pedidos de quebra de sigilos fiscal, bancário e telefônico de envolvidos em episódios nebulosos da Petrobras, como a compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, e a construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. A reunião será realizada às 14h30, no plenário 2 da ala Nilo Coelho, no Senado.
Segundo Imbassahy, a expectativa é que as reuniões da CPI ocorram normalmente neste mês. Com o adiamento da votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) não haverá recesso oficial na Casa nas próximas duas semanas (18 a 31 de julho). “A intenção é manter o Congresso funcionando na direção de fazer com que a CPMI que cuida da investigação da Petrobras possa cumprir com as suas tarefas”, disse o líder do PSDB.
Do Portal do PSDB na Câmara

TCU questiona Petrobras por pagamento adiantado de US$ 30 milhões pela refinaria de Pasadena



Brasília (DF) – O aprofundamento das investigações do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a compra bilionária da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, pela Petrobras trouxe à tona mais um ponto do acordo digno de desconfiança.
Segundo relatório do TCU, a Petrobras adiantou US$ 30 milhões à empresa belga Astra Oil, parceira no negócio, antes de concluir as negociações da compra da primeira metade da refinaria, no Texas.
A transação foi autorizada em fevereiro de 2006 pelo Conselho de Administração da Petrobras, então presidido pela atual presidente da República, Dilma Rousseff. Ainda assim, o negócio só foi oficializado em setembro daquele ano.
As informações são de reportagem do jornal O Globo (15).
De acordo com o relatório, foram pagos US$ 10 milhões em maio de 2006 e US$ 20 milhões no primeiro dia do mês seguinte. O tribunal questiona a antecipação dos recursos, e destaca o fato deles serem “não reembolsáveis” caso o acordo fracassasse.
Para o deputado federal Nilson Leitão (PSDB-MT), os diretores, gestores e membros do Conselho de Administração da Petrobras à época do negócio, principalmente a presidente da República Dilma Rousseff, devem assumir sua responsabilidade pelo prejuízo aos brasileiros.
“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente Dilma são, sem dúvida nenhuma, os grandes organizadores dessa compra mal fadada. São os grandes responsáveis por isso, por tomar a decisão de adiantar dinheiro público para uma compra que poderia não dar certo. Que se provou de altos valores, superfaturada”, afirmou.
O tucano destacou que a aquisição de Pasadena teve o objetivo único de beneficiar os envolvidos, em detrimento do patrimônio público e da população brasileira.
“O que se vê a cada dia é que no afã, na ganância, de não perder negócios que visem o benefício pessoal dos petistas e de pessoas ligadas ao partido, são fechados acordos em que é quase inevitável acontecer lavagem de dinheiro público. Pasadena foi uma grande lavanderia de dinheiro público, com o objetivo de devolver esse valor para o bolso de alguns”, disse.
Nilson Leitão acrescentou ainda que “não adianta dizer apenas que foi uma compra absurda, errada e superfaturada”. Para ele, o negócio, que foi feito “de forma consciente”, deve ser investigado e esclarecido pelos órgãos competentes.
Prejuízo
A aquisição da refinaria de Pasadena pela Petrobras provocou um prejuízo contábil de US$ 530 milhões, admitido pela própria companhia. Investigações do TCU sugerem, porém, que os valores seriam ainda maiores. Segundo o relatório de um dos auditores do órgão, US$ 873,1 milhões teriam que ser devolvidos aos cofres da empresa. Em outro parecer, o montante é estimado em US$ 620,1 milhões. No total, a compra da refinaria custou US$ 1,251 bilhão.

Beto Richa prorroga concurso da PM-PR



O governador Beto Richa (PSDB) mandou prorrogar por mais um um ano o concurso para contratação de mais policiais militares da Polícia Militar do Paraná. O concurso teve mais de 120 mil inscritos. A primeira turma chamada (2.633 policiais militares) tem formatura em setembro. Os policiais finalizam a etapa de formação com estágio operacional supervisionado em todos os núcleos da PM e na Academia Policial Militar do Guatupê.

Outros 2.600 militares, que compõem a segunda fase do concurso, já foram convocados e estão em fase seletiva, ou seja, passando por exames psicossocial, de saúde e físico e apresentando documentação, entre outros procedimentos necessários para a contratação.

Líder quer que governo explique crédito de R$ 4 bilhões



Brasília – O líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), quer que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e o Secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, apresentem explicações sobre um crédito de R$ 4 bilhões, em recursos da União, encontrados em um banco privado. De acordo com reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, a verba foi usada para amortizar o déficit do setor público, que ficou em R$ 11,1 bilhões, o pior resultado da história do país para o mês de Maio.
Se contabilizado o valor, a situação ficaria ainda mais complicada, com um valor acima dos R$ 15 bilhões. “Lançamentos contábeis são feitos onde não deveriam ser e o governo não dá explicações. Em contabilidade, dinheiro não nasce em árvore. Ele teve de ser debitado de alguma conta antes? Que conta era essa? Em que banco foi depositado?”, questionou o senador.
O senador anunciou a apresentação de dois requerimentos junto à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para convocar os responsáveis pelo Banco Central e Tesouro Nacional para uma Audiência Pública no Senado. “O Estado tem sido levado pela criatividade na contabilidade do governo. A sociedade exige atitudes claras, que o governo – por meio do Banco Central e da Secretaria do Tesouro – se recusam a explicar.”
Aloysio lembrou ainda que fenômeno semelhante ocorre com as previdências agrária e social. De acordo com o líder tucano, aumentam os valores dos benefícios e o número de beneficiados, mas a despesa do governo com o setor diminui de um ano para o outro. Ele tem uma suspeita. “O banco adianta recursos, e recebe no mês seguinte, financiando um governo negativado. Tudo indica que estamos frente a grandes irregularidades”, finalizou.
Do Portal do PSDB no Senado

segunda-feira, 14 de julho de 2014

"Funai faz terrorismo ao anunciar demarcação de terras indígenas no Paraná", diz Rossoni



O deputado Valdir Rossoni (PSDB) criticou hoje (14), na tribuna da Assembleia Legislativa, a forma como a Fundação Nacional do Índio (Funai) tem tratado a demarcação de terras indígenas, principalmente na região de Guaíra, no Paraná. Para ele, a questão indígena tem que ser analisada com cautela, mas o jeito como a Funai tem feito é inadmissível, pois desrespeita a Constituição e também decisões do Governo Federal, que garantiu que nenhuma área no estado seria afetada. “É um verdadeiro absurdo a falta de autoridade do Governo Federal ao permitir que a Funai faça esse terrorismo. É algo que revolta qualquer paranaense que produz para que esse país se desenvolva. Estão atacando os agricultores, ou seja, aqueles que salvam o Brasil na hora da crise. A ex-ministra da Casa Civil havia garantido que nenhuma área no Paraná seria desapropriada. Vejo agora que a Funai não obedece e desrespeita a palavra do próprio governo”, disse o presidente da Assembleia.

Rossoni ressaltou que, para agravar ainda mais a situação, estariam “fabricando índios” para ocupar terras produtivas no Paraná. “Estão treinando pessoas do Paraguai para dizer que são índios e ocupar essas terras”, denunciou. “As pessoas que não conhecem a real situação acham que a Funai tem razão. Vou dizer que está correta em 1% dos casos. O restante são problemas criados pela própria Funai que está instituindo uma insegurança no estado que não tem precedentes. O Governo Federal tem que tomar uma atitude, não pode fechar os olhos diante de uma situação tão grave como essa: quem é dono de uma propriedade há mais de cem anos, que prepara a terra para produzir, está apavorado porque de uma hora para outra poderá ser expulso de lá.”

Para Rossoni, se a Funai tivesse um levantamento exato de quantos índios existem no Paraná, a situação seria bem mais prática. “Se existisse isso, e eu quero acreditar que a Funai saiba quantos índios tem no estado, era só dizer que precisavam de tantos hectares para acomodar melhor esses índios - e aí procurava-se uma solução. O que não pode é a Funai contribuir para o descumprimento das leis do país, desrespeitando o direito de propriedade.”

Decreto
Em março deste ano a Funai publicou um decreto para um levantamento técnico de etnias indígenas da região de Guaíra e Terra Roxa, o que acarretaria na demarcação de terras e, consequente desapropriação de  diversas propriedades. No final de junho, um novo decreto delimitou 2,8 mil hectares do município do Ivaté (PR) para os índios xetás. 

Beto Richa e Cida têm apoio dos prefeitos do Centro Sul



Dos dez prefeitos da região Centro Sul (Amcespar), nove apoiam a reeleição do governador Beto Richa (PSDB). A vice-governadora da chapa, Cida Borghetti (PROS) esteve neste domingo (13) na região para participar das comemorações dos 97 anos do município de Teixeira Soares.

Cida reafirmou o compromisso de atenção às pequenas e médias cidades e de um governo municipalista, que valoriza o respeito às pessoas. “O Paraná já é um estado diferenciado, com atenção aos que mais precisam. No entanto, acreditamos que é possível avançar e fazer mais. Vamos avançar na saúde, educação, segurança, geração de emprego e renda. É nisso que eu acredito, e é nisso que nossa gente acredita”, disse.

O prefeito de Teixeira Soares e anfitrião da festa, Ivanor Luiz Mueller (PSD), afirmou que “o governador Beto Richa fez muito pela cidade. Foram tantas obras em todas as áreas. Eu e a população de Teixeira Soares estamos muito satisfeitos. Com o Beto e a Cida juntos o Paraná será vitorioso”.

Já o prefeito de Inácio Martins, Marino Kutianski (PSDB), destacou o trabalho de Richa pelos pequenos municípios. “O governador Beto Richa tem atendido muito bem os pequenos e médios municípios. Atende sem discriminação. O desenvolvimento que vem ocorrendo em Inácio Martins nos últimos anos é fruto das parceiras com o Governo do Estado”. Ainda segundo Kutianski, “a Cida representa uma região muito forte e com certeza vai somar ao nosso governador”.

A prefeita de Guamiranga, Telma Fenker (PSDB), agradeceu os investimentos feitos na cidade de pouco mais de 7,5 mil habitantes. “Nosso município foi abençoado com muitas benfeitorias, principalmente, na saúde e nas estradas. Recebemos a patrulha do campo, tivemos reformas e construções de postos de saúde. Estamos muito satisfeitos com o governo Beto Richa". "A visão feminina ajuda muito, a Cida vai somar muito na campanha e no próximo governo do Beto Richa”, acrescentou Telma.

MAIS APOIOS - Na região Centro Sul, Beto Richa e Cida também contam com o apoio dos prefeitos de Fernandes Pinheiro, Oziel Neivert (PSD); Mallet, Rogério Almeida (PV); Rio Azul, Paulo Girardi (PSC); Rebouças, Claudemir Hertel (PSDB); Imbituva, Bertoldo Rener (PSD) e Prudentópolis, Gilvan Agibert (PPS).

Em 2015, inflação deve voltar com força total, dizem analistas



Brasília (DF) – As projeções das consultorias para a inflação dos preços administrados em 2015 variam com diferenças de quase dois pontos porcentuais. Mas o ponto comum entre as projeções é que a alta das tarifas supere os preços livres, o que não ocorria desde 2009.
Os reajustes da tarifa de ônibus, trem, metrô, energia elétrica, gasolina e do diesel, represados durante muito tempo, devem fazer com que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos administrados supere o dos preços livres, afetados pelo fraco dinamismo da economia, na avaliação dos economistas.
Os preços administrados respondem por quase um quarto do IPCA. As informações são de reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.
A LCA Consultores, por exemplo, projeta alta de 6,67% dos preços administrados para 2015, ante elevação de 6,04% para os preços livres. Para este ano, a estimativa da consultoria é de uma elevação de 4,52% da inflação das tarifas e 7,13% dos preços livres.
A consultoria Tendências espera reajustes mais salgados para as tarifas do que a LCA para este ano e o próximo. Nas contas da economista Adriana Molinari, os preços administrados devem subir 5,09% em 2014 e 7,64% em 2015. Ela destaca o salto dos administrados que deve ocorrer este ano, com variação de 5,09% ante variação de 1,52% em 2013, e reafirma a disparada das tarifas em 2015.
*Rede45

XI Festival de Arte e Cultura Popular do Litoral Paranaense - Paranashop

XI Festival de Arte e Cultura Popular do Litoral Paranaense - Paranashop

Falha do governo Dilma gera prejuízo de R$ 53,8 bi no setor energético



Brasília (DF) – O consumidor brasileiro terá que pagar uma conta de R$ 53,8 bilhões por causa das falhas do governo federal na condução da política energética. Os dados estão em reportagem do jornal O Globo nesta segunda-feira (14), e são baseados em relatório da Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O prejuízo é explicado pela Medida Provisória 579, apresentada pela presidente Dilma Rousseff em 2012. A ação da presidente tinha como objetivo reduzir os preços das contas de energia, mas causou confusão no setor – empresas estatais tiveram que revisar seus contratos e modificar suas políticas de preços, o que trouxe dificuldades em diversas áreas.
Na avaliação do deputado federal Vaz de Lima (PSDB-SP), a situação é um reflexo do despreparo do governo federal para lidar com a infraestrutura.
“A infraestrutura, no governo Dilma, foi deixada de lado, como vemos nas áreas energéticas e elétricas, e também nos portos, aeroportos e ferrovias. E o pior é que o PT não se preocupa com isso: para eles, o foco está na próxima eleição”, apontou o parlamentar.
O tucano acrescentou que a falta de ação do governo federal inibe investimentos estrangeiros: “Se continuarmos assim, corremos o risco de virarmos uma Argentina ou uma Venezuela, já que ninguém vai querer aplicar em um país com essa defasagem”.
Prejuízo geral
Segundo a reportagem de O Globo, o débito de R$ 53,8 bilhões será pago de duas maneiras – R$ 35,3 bilhões virão pelo aumento no preço da energia e os R$ 18,5 bilhões, por meio de impostos. É, portanto, uma conta a ser paga por todos.
Outro aspecto demonstrado pela pesquisa da CNI é a falta de qualidade na estrutura da rede energética: “A CNI ainda destaca que os serviços de transmissão de energia têm se deteriorado e que os recentes blecautes que têm ocorrido no país foram causados por falhas nas subestações e não por atrasos nas obras de reforço na transmissão”, citou a matéria de O Globo.
“Não há como ser diferente quando se tem um governo mais preocupado com marketing do que com gestão”, afirmou Vaz de Lima.
Exemplo oposto
O deputado federal afirmou que a ação dos governos estaduais administrados pelo PSDB é oposta à da gestão Dilma na questão estrutural – como exemplo, Vaz de Lima citou as estradas de São Paulo, consideradas as melhores do Brasil.
“O fato é que o governo Dilma tem muito a aprender com as administrações de São Paulo e Minas Gerais”, disse Vaz de Lima.

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Emprego industrial sofre mais uma queda em 2014



O setor industrial brasileiro sofreu com a queda de mais um índice neste ano: o de empregos. De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal: Emprego e Salário, divulgada nesta sexta-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o total do pessoal ocupado assalariado na indústria recuou 0,7% em maio ante abril. Na pesquisa anterior, o emprego já havia diminuído 0,4%.
O índice também caiu levando em consideração maio do ano passado: 2,6%. Este é 32º resultado negativo consecutivo na comparação do mesmo mês em 2013 e 2014. A pior queda aconteceu em novembro de 2009, chegando a 3,7%.
Em todo o ano de 2014, o número de pessoas empregadas na indústria já diminuiu 2,2%. Nos últimos 12 meses, a queda foi de 1,7%.

Pastores destacam importância do trabalho de Beto Richa



O governador Beto Richa participou, na quinta-feira à noite, da reunião eclesiástica de ministros evangélicos da Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus no Estado do Paraná (Cieadep), em Foz do Iguaçu. O encontro reuniu cerca de 400 lideranças da Assembleia de Deus, que representam 4 mil pastores de 54 municípios paranaenses, pertencentes à 11ª Região Eclesiástica da igreja.
“Venho aqui para demonstrar o grande apreço, respeito e consideração que tenho por essa igreja. Reconheço sua importância para nossa sociedade, o valor do trabalho social que ela desenvolve em todo o Paraná em sua missão evangelizadora”, afirmou Richa. “Sempre procuramos atender às demandas que nos são apresentadas pelas igrejas evangélicas. Nada melhor que estar ao lado das igrejas e facilitar a missão dos fiéis para termos uma sociedade melhor.”
Os pastores lembraram da criação do Dia da Marcha para Jesus, sancionada por Richa primeiro em Curitiba, quando era prefeito da capital. Há dois anos, a Marcha para Jesus passou a ser incluída também no calendário de eventos do Estado. Richa também sancionou leis que instituem o Dia do Pastor e o Dia do Círculo de Oração no Estado do Paraná. 
O pastor Isaías Cardoso dos Santos, presidente da Comissão de Cidadania e Assuntos Políticos da Cieadep e ministro da Assembleia de Deus em Foz do Iguaçu, disse que presença de Beto Richa no encontro demonstra o bom relacionamento da instituição com o governador. “O governador Beto Richa é um parceiro de nossa igreja, um amigo da Assembleia de Deus. Temos um carinho muito grande por ele. Assim como estivemos juntos quatro anos atrás, a igreja continua ajudando e abençoando os projetos do governador”, disse.
A deputada estadual Mara Lima ressaltou o respeito de Richa pelas famílias paranaenses e pelas igrejas evangélicas do Estado. “O Beto veio para fazer a diferença no Estado do Paraná. A comunidade evangélica é muito respeitada por ele. Precisamos que à frente do Estado para que possamos, juntos, elaborar leis em favor das famílias e do povo cristão”, afirmou. 
Além das lideranças evangélicas, participaram do evento o prefeito de Foz do Iguaçu, Reni Pereira, e a vice-prefeita, Ivone Barofaldi, os deputados federais Fernando Francischini, André Zacharow, Professor Sérgio de Oliveira e Hidekazu Takayama.