terça-feira, 2 de setembro de 2014

PSB afirma que uso do avião foi autorizado por empresários | Política: Diario de Pernambuco

PSB afirma que uso do avião foi autorizado por empresários | Política: Diario de Pernambuco

“Fazer o Brasil voltar a crescer é essencial”, diz Aécio Neves



O candidato à Presidência República, Aécio Neves, participou nesta segunda-feira (1º/09) do debate dos presidenciáveis promovido pelo SBT, UOL e Jovem Pan, em São Paulo. Aécio destacou a importância do controle da inflação e a manutenção do poder de compra do salário mínimo. “Já demonstramos que temos capacidade para isso. Em primeiro lugar é controlar a inflação, que corrói os salários dos aposentados e de todos os trabalhadores brasileiros. Fazer o Brasil voltar a crescer é essencial para que próprio reajuste do salário mínimo - que o meu partido propõe seja estendido até o ano de 2019 - possa acontecer de forma a apresentar algum ganho ao trabalhador.”

Durante a sua participação, o candidato lembrou que o país passa por uma recessão econômica e que o atual governo não é capaz de iniciar um novo ciclo de crescimento do PIB. “É aqui e agora que podemos traduzir ao telespectador, à telespectadora o que significa o Brasil crescer negativamente, menos 0,6% no segundo trimestre. Significa que os tão alardeados empregos estão indo embora. Essa é a realidade. País que não cresce não gera empregos. O Brasil precisa de um novo ciclo de governo, que faça o Brasil voltar a crescer, controlando a inflação e a partir daí gerando empregos de melhor qualidade.”

Aécio levou para o debate o tema da segurança pública, tratado como prioridade no seu programa de governo. Na gestão de Aécio, será criado o Ministério da Segurança Pública, que coordenará o Plano Nacional de Segurança Pública junto com os Estados. Ele lembrou à Dilma Rousseff, candidata pelo PT, que nos últimos quatro anos a União investiu apenas 13% do conjunto de investimento em segurança. “Hoje nada mais aflige as famílias brasileiras do que o aumento da criminalidade e da insegurança. O seu governo tem investido muito pouco nessa área. Do conjunto de investimentos na área de segurança pública apenas 13% vem da União. O Fundo Nacional de Segurança menos de 40% do que foi aprovado foi investido, e como já disse do Fundo Penitenciário, menos de 11%.”, esclareceu Aécio.

Aécio Neves detona Gleisi Hoffmann apenas com verdades (CPI Petrobrás)



segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Obras de Dilma e do PT são para inglês ver (ou cubano usufruir)



Dilma ficou conhecida no país quando foi apresentada em 2007 como “mãe” do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento. Quem os brasileiros ainda não conheceram, no entanto, é o próprio PAC. Até agora, o que se vê é apenas marketing e desperdício de dinheiro, com obras atrasadas ou paradas, canteiros enlameados, orçamentos estourados e projetos que nunca saem do papel.
A única obra de grande impacto que Dilma pode se orgulhar de ter inaugurado em sua gestão não fica no Brasil. Fica em Cuba. O porto de Mariel, ultramoderno, foi construído a 40 km de Havana, e a conta foi quase toda paga pelos brasileiros. O Brasil emprestou cerca de R$ 2 bilhões para ilha de Fidel Castro. Uma parte do dinheiro foi a fundo perdido, o que significa que Cuba nem precisa se preocupar em pagar.
Não bastasse isso, o acordo foi feito do jeito que políticos pouco afeitos à transparência, como os ditadores de Cuba e seus admiradores do PT, gostam. O governo Dilma tornou secretos todos os documentos que tratam da transferência de dinheiro a Cuba. O conteúdo dos papeis só poderá ser conhecido em 2027.
O aporte anual de dinheiro que o governo do PT fez em Cuba é 15 vezes maior do que todos os investimentos federais realizados em portos brasileiros no ano passado. Num ranking de qualidade do setor portuário, feito em 2009, o Brasil ocupa o 123º lugar entre 134 países.
O Porto de Santos, o principal do país e o maior da América Latina, está assoreado, o que impede que os cargueiros de última geração, que necessitam de profundidades superiores a 14 metros, atraquem no terminal. No ano passado, uma safra recorde de grãos causou fila de espera média de uma semana para os navios atracarem e congestionamento de 20 km nas rodovias de acesso. Um verdadeiro caos. Por que acontece isso?
Um dos principais motivos é que só 13% da carga do porto de Santos é transportada por trens, que atingem velocidade média de 23 km/h – os vagões americanos de carga circulam a 80 km/h.
Mas onde estão as ferrovias prometidas pelo PAC? Atrasadas, é claro. A Ferrovia Norte-Sul deveria estar pronta em 2010, com 4.100 km ligando o Pará ao Rio Grande do Sul. No entanto apenas 700 km, entre as cidades de Açailândia, no Maranhão, e Palmas, no Tocantins, estão de fato em funcionamento. Em maio, a presidente inaugurou trecho de 780 km entre Palmas e Anápolis, mas ele não terá em 2014 nenhum impacto no transporte de carga do país. Falta tudo na ferrovia, até trilho. Alguns trechos, antes mesmo de ficarem prontos, já se transformaram em ruína, com mato e erosão.
Também estão atrasadas as obras das ferrovias Transnordestina, cortando o Piauí, o Ceará e Pernambuco, e primeira fase da Ferrovia Oeste-Leste, na Bahia.
Outras obras
A transposição do Rio São Francisco deveria ficar pronta em 2010, mas hoje, quatro anos depois, tem só metade das obras concluídas. Nenhum dos lotes que compõem a transposição está 100% pronto. O mais próximo do término, com somente 16 km, está 87% concluído. Mesmo assim, a presidente Dilma decidiu inaugurar trechos em ato realizado em maio de 2014. O custo da obra quase dobrou: saltou dos R$ 4,5 bilhões R$ 8,2 bilhões.
A duplicação de mais de mil quilômetros da BR-101, uma das mais importantes rodovias brasileiras, foi dividida em cinco grandes grupos. Todos tiveram seus prazos e investimentos alterados diversas vezes. O conjunto todo ficará com sobrepreço de quase R$ 3 bilhões.
Também estão atrasadas as obras das refinarias de petróleo Abreu e Lima, em Pernambuco, Premium I, no Maranhão, e Premium II, no Ceará. A Abreu e Lima, que deveria estar pronta em 2010, viu sua planilha de custos saltar de R$ 4 bilhões para R$ 35,8 bilhões, tornando-se a refinaria mais cara já feita até hoje em todo o mundo.
Nas obras mais urgentes para a população, o descaso é o mesmo. No governo Dilma, só 12% das 31.181 obras cadastradas no eixo Comunidade Cidadã foram finalizadas. Aí estão incluídas 6 mil creches, 8.600 Unidades Básicas de Saúde e 500 Unidades de Pronto Atendimento. Destas últimas, só 23 foram entregues. Dos R$ 23 bilhões previstos para essas obras, Dilma só investiu R$ 4,5 bilhões. Nove entre cada dez obras de saneamento previstas no PAC não foram concluídas.
Das quase 50 mil obras e empreendimentos que integram o PAC 2, só 5.833 (11,6%) estavam concluídas ou em operação após três anos e três meses de início do programa. O orçamento de 12 das principais megaobras aumentou R$ 42,7 bilhões. E o que é pior: mais da metade das obras (53%) nem sequer saiu do papel.
Outro dado que deixa evidente que o PAC nada mais é do que uma jogada de marketing: a taxa de investimento em infraestrutura no país não se moveu. Em 2002 era de 1,2% do PIB. Caiu para 0,8% em 2007 e retornou a 1,2% em 2010. Em 2013, foi reduzida a 1,01% do PIB, excetuando-se os subsídios ao programa Minha Casa Minha Vida.
PSDB

domingo, 31 de agosto de 2014

Economia do Paraná cresce três vezes mais que a do Brasil



A economia do Paraná cresceu 1,7% no primeiro semestre de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado. No ano, o crescimento é de 3,6%. O dado do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado foi divulgado nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES).
No semestre, o crescimento do PIB nacional ficou em 0,5% e, no ano, chegou a 1,4%. “Mesmo com as dificuldades, cada vez maiores, de crescimento do País, o Paraná mostra que segue avançando, no rumo do desenvolvimento e do fortalecimento da economia”, afirma o governador Beto Richa.
A agenda positiva do Governo do Estado com os setores produtivos mantém a economia paranaense em melhor situação que a nacional.  “Com dialogo e segurança jurídica, reconquistando a credibilidade do Paraná e atraímos R$ 35 bilhões em investimentos, o que ajudou na criação de 370 mil empregos com carteira assinada”, diz Beto.
O trabalho de fortalecimento da economia rendeu ainda ao Paraná a terceira posição no ranking de competitividade para atração de investimentos e negócios, passando o Rio Grande do Sul e Minas Gerais. O estudo, feito pela Consultoria Britânica Economist Intelligence Unit (EIU), entre abril de 2013 e abril de 2014, considerou aspectos relacionados à infraestrutura, cenários político e econômico, indicadores de criminalidade, inovação e sustentabilidade de cada estado brasileiro.
“É uma pesquisa que nos enche de confiança para seguirmos adiante com o trabalho e ter a certeza de que faremos ainda melhor”, diz Beto. 
PSDB-PR

Rita Lee - Alô alô marciano



“Paraná avança devido gestão municipalista do governo do estado”, afirma Marcello Richa



O coordenador de redes sociais da Coligação Todos pelo Paraná, Marcello Richa, esteve no sudoeste do Paraná, onde visitou os municípios de Francisco Beltrão, Palmas e Pato Branco e destacou o trabalho municipalista do governador Beto Richa para reforçar a estrutura e programas desenvolvidos no estado.
“Paraná avança devido o trabalho sério e gestão municipalista do governo do estado”, disse Marcello Richa em Francisco Beltrão. “Em conjunto com as prefeituras, a gestão Beto Richa fortalece a economia do estado e a estrutura dos municípios, criando um ambiente cada vez mais propício para o desenvolvimento pessoal, social e profissional dos paranaenses”.
Visitas – Na quinta-feira (28) Marcello Richa inaugurou o comitê da Coligação Todos pelo Paraná em Francisco Beltrão e destacou que o governador Beto Richa atendeu o pedido da população e implantou o curso de Medicina na Unioeste. Também ressaltou que o Hospital Regional do Sudoeste recebeu duas UTIs Móveis e que foi repassado R$ 1,8 milhão para a Associação Regional de Saúde do Sudoeste ampliar a oferta de cirurgias eletivas.
Na área da segurança, afirmou que o governo estadual designou 440 novos policiais e 58 bombeiros militares para as regiões Oeste e Sudoeste, bem como realizou dragagem do Rio Marrecas para evitar enchentes. Entre outros investimentos, falou sobre as obras nos Colégios Estaduais Eduardo Virmond Suplicy, Vicente de Carlo e implantação de laboratório completo para curso técnico de Edificações no Colégio Mário de Andrade.
Na sexta-feira (29) e sábado (30) o tucano visitou os municípios de Palmas e Pato Branco, onde realizou uma extensa agenda com visitas a empresas, reunião com educadores, estudantes e empresários da região. “Queremos ouvir propostas, ideias e sugestões para fortalecer o desenvolvimento dos municípios, buscando em conjunto com a população construir um plano de governo que atenda suas principais demandas”, disse Marcello Richa.
Durante reunião na empresa Inplassul, o prefeito de Pato Branco, Augustinho Zucchi (PDT), afirmou que o governo Beto Richa tem sido fundamental para o desenvolvimento dos municípios do interior. “Muitas demandas de nossa região, esquecidas pela antiga gestão, foram atendidas pelo Beto Richa. Apoio a reeleição do governador porque realiza um trabalho voltado para a população e municípios, estruturando todo o estado”.

O prefeito citou o retorno das empresas privadas ao estado por meio do Programa Paraná Competitivo, que trouxe mais de R$ 35 bilhões em investimentos, criando emprego e renda para a população. Em Pato Branco as empresas Frangos Seva, Limagrain/Biolice e VTR Viaturas Especiais investem no município por meio do Paraná Competitivo, gerando 180 empregos diretos.  

Crédito: Guilherme Dala Barba e PSDB-PR

sábado, 30 de agosto de 2014

Um basta à nossa “autofagia” destrutiva!... e algo mais por Marcos de Lacerda Pessoa



O Paraná, infelizmente, ainda sofre de um processo sociocultural que se convencionou chamar “autofagia”. 

Qualificada por alguns de “realidade famigerada”, há quem já a tenha identificado com um “fantasma” que fica, de forma recorrente, vagueando sorrateiramente sobre nosso Estado. Quaisquer que sejam os atributos conferidos a esse fenômeno, não se pode negar que tal expressão retrata atitudes de alguns de nossos políticos. São pessoas que deixam de convergir competências e esforços conjuntos no apoio a iniciativas alavancadoras do desenvolvimento do Paraná, por pretenderem ou usufruir pessoalmente as vantagens delas decorrentes (e não o conseguirem) ou abortá-las em desfavor de adversários.

Não é o que se verifica em outros Estados, pelo menos na mesma proporção em que ocorre aqui.

Os gaúchos podem possuir, entre si, posições divergentes quanto a preferências por um ou outro time de futebol, um ou outro partido político, um ou outro credo, etc. Porém, na hora de proteger os interesses do Rio Grande do Sul, todos os gaúchos, independentemente de desacordos individuais, unem-se num só bloco de defesa e ataque em prol do mais conveniente para seu Estado! Esse modo de agir também se verifica em Minas Gerais, nos estados do Nordeste e em outras unidades da federação. Constata-se, assim, que não é à toa que esses estados são, rotineiramente, muito mais bem aquinhoados pelo governo federal, com melhores projetos e com maior quantidade de recursos.

Fato incontestável é que essa mentalidade de atirar na própria trincheira tem prejudicado enormemente o Paraná!

É inconcebível ainda constatarmos, em pleno século 21, a ação de pessoas que, visando aos próprios interesses individuais, relegam a segundo plano o bem maior do desenvolvimento do Estado do Paraná e fazem pouco caso a respeito do bem comum dos paranaenses. Assim, ao devorarmos a nossa própria carne, nós paranaenses saímos todos perdendo.

Uma das ações mais relevantes da história de nosso Estado foi a fundação, em 2001, do Movimento Pró-Paraná. Inspirado pelo saudoso jornalista e advogado Dr. Francisco Cunha Pereira Filho, o propósito dessa iniciativa é integrar os vários segmentos da sociedade paranaense junto aos poderes constituídos, ajudar na solução das magnas questões de interesse do Paraná e envidar esforços conjuntos com vistas a conquistar cada vez mais, para o Estado, a merecida atenção no âmbito federal e a projeção que lhe cabe no meio internacional. Hoje, o movimento é liderado pelo empresário Eng. Jonel Chede, que dá continuidade a essa importante missão.

Já com caráter institucional, outra inciativa escancarou o panorama das necessidades e reivindicações paranaenses junto ao Governo Federal. Trata-se da Agenda Paraná, desenvolvida por uma comissão especial, interpartidária, da Assembleia Legislativa do Estado, juntamente com representantes dos Poderes constituídos dos três níveis, da academia, de entidades representativas da sociedade civil organizada, de trabalhadores e do setor produtivo. A comissão, reunida em 4 a 25 jun. 2014, apresentou Relatório Final em 12 ago. 2014. No relatório, reuniram-se as 10 principais reivindicações (de ferrovias a qualificação profissional) e os 58 correspondentes desafios do Paraná relativamente à União.
Não é demais destacar algumas informações que embasaram esse Relatório:

1. O Paraná é a quinta economia do País, o sexto Estado da federação em população, o terceiro maior gerador de empregos com carteira assinada e o maior produtor de grãos do país.

2. O Produto Interno Bruto (PIB) paranaense tem crescido acima da média nacional.

3. Segundo o Portal da Transparência do Governo Federal, o Paraná no exercício de 2013 esteve entre os onze Estados mais pagadores de tributos federais e entre os que menos receberam da União (a 24ª posição).

4. É gritante o descompasso entre a arrecadação do Estado e o retorno recebido em investimentos do Governo Federal de 2002 a 2013:

a) R$ 271 bilhões em tributos federais foram arrecadados pelo Paraná, do que recebeu apenas R$ 6,4 bilhões de investimento (2,2% do arrecadado).

b) No ranking nacional, o Estado ocupava a 5ª posição em 2002 e 2013: no primeiro, foram arrecadados, por habitante, R$ 1,9 mil, e no segundo R$ 3,9 mil; quando se considera o montante investido por habitante, a União repassava ao Paraná R$ 33,00 em 2002, e R$ 84,00 em 2013, o que deixou o Estado na 25ª posição em relação aos demais estados.

O Relatório observa que a União deixa de utilizar formas de planejamento disponíveis na legislação (como PPA, LDO e LOAS) para conferir efetividade ao desenvolvimento regional e corrigir desequilíbrios, e desconsidera o papel de entes federados segundo a contribuição deles ao conjunto federativo, como tem sido feito historicamente em relação ao Paraná.

Iniciativas com tais propósitos agregadores precisam, certamente, ser incentivadas e apoiadas por todos! Elas, porém, serão sempre insuficientes se cada um de nós, de forma passiva e omissa, deixar proliferar o espírito “autofágico” no Paraná. Mais ainda, é necessário e urgente:

1. Criar para as bancadas da Câmara e Senado, bem como para os deputados estaduais, um grupo de assessoramento permanente que os ponha a par das reivindicações paranaenses junto ao Governo Federal.

2. Manter permanentemente esses representantes municiados com elementos das reivindicações em andamento e de prontidão para a qualquer momento exercer pressão firme junto aos órgãos chave da União (e não somente nos momentos de crise).

3. Fazer da Agenda Paraná um roteiro, guia, ideário de ações reivindicatórias, estabelecendo previamente com os representantes políticos (municipais, estaduais e federais) e a sociedade organizada, em conjunto com o Poder Executivo do Estado, uma pauta de prioridades.

4. Incorporar o maior número dos envolvidos com tal Agenda no Movimento Pró-Paraná, a fim de manter viva a chama reivindicatória do Estado e estimular / alimentar uma visão proativa e estratégica do que mais importa para o Estado.

Com tais medidas, não se tem a veleidade de varrer de vez, do Estado, o “fantasma” ou a pseudorrealidade da “autofagia”. Urge, porém, conclamar todas as pessoas de bem, que anseiam pelo desenvolvimento do Paraná, e divulgar as que se integram nessa luta, para um trabalho ardoroso e permanente a favor dos interesses do Estado. Resta conscientizar e mobilizar a sociedade paranaense como um todo para a importância de se unir em torno das grandes obras necessárias ao Estado, e delas não abrir mão.

Com coragem e determinação, nada é mais necessário que deter aqueles que ainda sobrepujam com seus interesses pessoais os anseios coletivos dos paranaenses!

Veja o desempenho dos candidatos na média dos institutos

Veja o desempenho dos candidatos na média dos institutos

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

“BNDES: De pai para filho”, análise do ITV



O BNDES tem sido um dos centros da contabilidade criativa que o governo tem praticado nos últimos anos. A orientação na gestão das contas públicas tem sido esconder passivos e fabricar receitas. O tamanho da fatura ninguém sabe qual será, tampouco como pagá-la. O mais grave é que, a cada dia, surgem novas surpresas e mais esqueletos saltam do armário.
Desde 2008, o BNDES foi convertido na alavanca da política de “campeões nacionais”, segundo a qual o governo elege empresas e setores para serem beneficiados com linhas de financiamento generosas. Neste ínterim, a carteira de empréstimos concedidos pelo Tesouro para o banco passou de R$ 7 bilhões para R$ 411 bilhões.
A estratégia deu em quase nada e foi abandonada no ano passado, tendo produzido como efeito mais nítido o recuo nas taxas de investimentos do país, que caíram de 19% para os atuais cerca de 18% do PIB. Também não foram prestadas maiores contas. Aos poucos, porém, o tamanho da encrenca vai começando a ganhar contornos mais claros.
O Valor Econômico publica hoje que o BNDES terá 46 anos para quitar cerca de metade – R$ 194 bilhões – da dívida que tem com o Tesouro. Além das condições de pai para filho, há prazo de carência para pagamento e juros camaradas, limitados à TJLP e teto de 6% ao ano. A princípio, o assunto pode parecer apenas de interesse de aficionados por contas públicas. Mas, na realidade, tem implicações diretas no bolso de cada brasileiro, porque envolve subsídios monstruosos nas operações de financiamento que o BNDES concede a empresas eleitas.
O dinheiro repassado pelo Tesouro é captado junto ao mercado pagando a taxa Selic, ou seja, a mesma que torna o Brasil o campeão dos juros reais em todo o mundo e hoje está em 11% ao ano. Do BNDES, cobra-se bem menos: a TJLP, hoje em 5%. A diferença é arcada pelo contribuinte. Não se sabe quanto, mas é certo que a conta vai subir.
O governo sempre irá argumentar que pratica uma política de incentivo a empresas nacionais e move, desta maneira, o motor do desenvolvimento do país. Há, no entanto, muita discricionariedade e pouca justiça na política do banco, que beneficia mais quem menos precisa.
Grandes empresas recebem mais que o dobro do reservado a micro e pequenas pelo BNDES. Mais: entre 2008 e 2013, no mesmo período em que o banco distribuiu cerca de R$ 400 bilhões a megaempresas eleitas, o Bolsa Família repassou apenas ¼ disso para beneficiar 14 milhões de famílias. Está na hora de dar mais transparência à “bolsa empresário” e fazer do BNDES um real instrumento de desenvolvimento social no país.

“Estamos muito mais preparados para os desafios que o Brasil vai viver”, diz Aécio em São Paulo



O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou nesta quarta-feira (27/08) que a sua chapa é a mais preparada para os desafios que o Brasil tem pela frente. Em sabatina da série Entrevistas Estadão, no auditório do jornal O Estado de S. Paulo, em São Paulo (SP), Aécio ressaltou que quer algo novo para o Brasil, mas que é sua candidatura é a única que apresenta uma mudança consistente.
“Nós apresentaremos, como temos apresentado, um projeto novo para o Brasil, que inicia-se com uma política fiscal transparente, com previsibilidade, na busca do resgate da credibilidade perdida do Brasil. Nós somos oposição ao modelo que está aí. Não uma oposição circunstancial ou conjuntural, construída agora, mas absolutamente coerente”, disse Aécio. “O que eu quero é algo novo no Brasil, uma mudança consistente. Acho que nós estamos muito mais preparados para os desafios que o Brasil vai viver”, acrescentou.
Para Aécio, o governo federal “não consegue dizer para qual caminho pretende levar o Brasil”, e a candidata Marina Silva, do PSB, não apresentou nenhuma proposta consistente para o país. Aécio rebateu ainda declarações do economista Eduardo Gianetti, de que ele e Marina Silva gostariam de governar com o apoio dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, e Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.
“Bonita a expressão, mas em que direção? Na do Lula ou na do Fernando Henrique? Na da estabilidade ou na do mensalão? Na da responsabilidade fiscal, na das privatizações, ou na do aparelhamento absurdo da máquina pública? Na do respeito às regras ou na do intervencionismo? Acho que essas contradições vão ter que ficar claras”, afirmou.
Aécio Neves disse ainda que a administração do Brasil “não é para amadores”. “Vamos escalar uma seleção, não só na área econômica, na área social também, a seleção nacional que vai orgulhar muitos brasileiros. Acho que, em comparação com o que está aí, nós vamos ver, enfim, a mediocridade do atual governo”, afirmou.
O candidato reafirmou seu compromisso com o povo brasileiro, garantindo que vai continuar a viajar pelo país para conhecer cada vez mais os problemas do povo de perto. “Eu quero rua. Quero olhar para as pessoas. E isso nos diferencia da candidatura oficial. Estou caminhando pelas ruas do Brasil inteiro dizendo: temos a melhor proposta e por isso tenho confiança de que vamos vencer.”
*Rede45

Governo pressiona e maioria do TCU livra Graça de bloqueio de bens - Economia - Notícia - VEJA.com

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Justiça mantém direito de resposta de Richa em sites de Requião - Bem Paraná

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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Eleições 2014: entrevista com Aécio Neves



Aécio sobe tom contra Marina: 'Brasil não é para amadores' - Brasil - Notícia - VEJA.com

Aécio sobe tom contra Marina: 'Brasil não é para amadores' - Brasil - Notícia - VEJA.com

Programa Paraná Urgência Programa Eleitoral Beto Richa 25/08



"O Brasil não comporta novas aventuras, improvisos..." Aécio


O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, foi o único a apresentar propostas concretas para realizar as mudanças desejadas pela população brasileira durante debate na Rede Bandeirantes, que reuniu sete candidatos ao Palácio do Planalto, na noite desta terça-feira (26/08). Ao se dirigir aos eleitores durante as considerações finais, Aécio anunciou que o ministro da Fazenda de seu governo será o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, numa demonstração clara de que garantirá previsibilidade e segurança na condução da política econômica.
Em aproximadamente três horas de debate, Aécio detalhou suas propostas para áreas de segurança pública, mercado de trabalho, jovens carentes, reforma política, energia e mobilidade urbana.  Além disso, mostrou que é o candidato com propostas mais firmes para fortalecer a saúde, a educação e o emprego. Aécio também reiterou que vai adotar uma política econômica para enfrentar a inflação em alta e o baixo crescimento do país.
“O Brasil não comporta novas aventuras, improvisos. Ofereço o caminho da segurança, da responsabilidade fiscal. Se eleito presidente da República, se merecer a sua confiança, [quero] dizer de forma clara aquilo que pretendo fazer: nomearei como ministro da Fazenda um dos economistas mais respeitados do mundo, o ex-presidente do Banco Central, um dos formuladores do tripé macroeconômico, Armínio Fraga”, anunciou Aécio.
Críticas
O candidato criticou a maneira como a presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, conduziu o Brasil nos últimos quatro anos e alertou para incoerências e contradições da candidata do PSB, Marina Silva.
Ao ser questionado sobre o que fará em segurança pública, Aécio voltou a defender que é preciso adotar uma política nacional para combater a criminalidade, unificar as ações das polícias civil e militar, reformar os códigos penal e processual penal e não bloquear o repasse de recursos para a área, além de realizar parcerias com os Estados.
“É preciso uma articulação definitiva do poder central com os Estados. Todos sabemos que o tráfico de drogas e o tráfico de armas não são responsabilidade dos Estados. É responsabilidade da União. E as nossas fronteiras infelizmente não vêm tendo a segurança e os investimentos prometidos há quatro anos. Uma Política Nacional de Segurança Pública coordenada pelo governo federal é essencial para diminuirmos a insegurança no Brasil”, afirmou .
Exemplos
Aécio afirmou que fará no Brasil o que já realizou durante seus dois mandatos à frente do governo de Minas Gerais. A taxa de homicídios, entre 2003 e 2010 no Estado, teve redução de 18%. Em 2010, chegou a 14,7 homicídios por grupo de 100 mil habitantes, uma das mais baixas do país. Já a taxa de homicídios do Brasil ficou 1,8% maior nesse mesmo período. Com Aécio Neves no governo, Minas foi o Estado que mais investiu em segurança no Brasil: foram 13,4% dos gastos totais do Estado.
Ao ser questionado pela candidata do PT, a atual presidente, Dilma Rousseff, sobre qual sua política para o mercado de trabalho, Aécio criticou o governo petista dizendo que a atual administração não tem proposta para melhorar o futuro dos brasileiros, tampouco capacidade de gerar emprego e confiança dos investidores. “Estamos preparados para fazer o Brasil voltar a crescer e gerar empregos cada vez de melhor qualidade”, disse.
Eficiência
Além de propor ações para retomar a geração sustentável e crescente de emprego, Aécio prometeu conter a disparada da inflação, lembrando que o poder de compra da população nas feiras livres, por exemplo, foi corroído nos últimos seis meses.
Para demonstrar a maior capacidade de administrar o Brasil, o candidato aproveitou para lembrar suas experiências como governador de Minas Gerais, estado que se tornou referência internacional ao implantar a avaliação de desempenho de 100% dos servidores públicos.
“Quando assumi o Governo de Minas, reduzi 1/3 das secretarias e enxuguei os cargos comissionados. Elegemos a educação como prioridade. Chegamos ao final do mandato como a melhor educação do Brasil”, afirmou Aécio. “Falta no Brasil eficiência na gestão pública, que foi entregue a um punhado de partidos”, acrescentou.
Como exemplo na área educacional, Aécio reiterou o compromisso de levar para todo o Brasil o programa Poupança Jovem, alternativa para estudantes que precisam de financiamento para manter seus estudos. “Não é uma política de assistencialismo. Dá alternativa ao jovem, que pode ter como concorrente o tráfico e o crime”, afirmou.
Reforma política e fortalecimento da Petrobras
Aécio defendeu ainda uma reforma política com adoção do voto distrital misto e fim da reeleição, com mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos. Ele reforçou, no entanto, que essa não é posição consensual dentro do PSDB.
O candidato também sublinhou o compromisso de fortalecer a Petrobras e lançou um desafio à presidente ao perguntar se ela se desculparia junto ao povo brasileiro pela gestão irresponsável na estatal. “É realmente uma leviandade a forma que a Petrobras vem sendo administrada. É a Polícia Federal que diz que há uma organização criminosa lá. Um colega seu de diretoria está preso hoje. As denúncias que aí estão são extremamente graves e a senhora não pode se esquivar de respondê-las”, afirmou.
Aécio Neves fez uma defesa em favor da democracia representativa e do fortalecimento das instituições brasileiras. “A democracia pressupõe instituições sólidas. Participação popular é essencial, mas a formatação que busca trazer o PT é algo que já de início avilta o poder soberano que é eleito pela sociedade brasileira”, afirmou Aécio Neves.
*Rede45