| Sem a guerra movida por Cabral, vítimas da usurpação dos royalties do pré-sal talvez nada conseguissem |
A CHUVA, muito impertinente, algum boicote e o temor de confundir seu apoio à causa com apoio ao governador Sérgio Cabral prejudicaram a manifestação pública, no centro do Rio, contra a usurpação dos royalties hoje recebidos e a receber, com o pré-sal, pelos Estados produtores de petróleo -dos quais o Estado do Rio proporciona mais de 85% da produção brasileira. Com circunstâncias tão desfavoráveis, a que não faltou a concepção de show musical fora do lugar, não há como atribuir insucesso ou êxito à manifestação. A iniciativa passa a ser, por si mesma, o valor a considerar-se.
E a iniciativa foi de Sérgio Cabral. Como o ponto mais incisivo, até aqui, da energia de sua reação surpreendente ao projeto aprovado pela Câmara. Mas nisso não esteve sozinho, apesar da importância dada a aspectos políticos a ponto de não se interessar pela adesão, nas reações em nome do Estado do Rio, de adversários (ou nem tanto).Assinante Folha/Uol leia íntegra na Folha de São Paulo
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