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Mais de mil pessoas participaram nesta segunda-feira (31) da solenidade em que o governador Beto Richa, junto com o vice-governador e o secretário estadual da Educação, Flávio Arns, e o secretário do Esporte e do Turismo, Evandro Rogério Roman, lançou a temporada 2014 do programa Talento Olímpico do Paraná (TOP 2016). Pelo programa, o Governo do Paraná garante auxílio financeiro, por meio de bolsas, a 1.500 atletas e técnicos paranaenses que têm potencial para disputar as Olimpíadas do Rio de Janeiro. O lançamento foi no espaço Torres Paraná Clube, com a presença de bolsistas, representantes das empresas parceiras do programa, das confederações esportivas e pessoas que atuam na área do esporte.
Criado em 2011, o TOP 2016 é o maior programa estadual de incentivo aos esportes no País, atendendo desde atletas e paratletas da base até esportistas que disputam competições internacionais. “Nós chegamos a perder muitos esportistas para outros estados que já tinham estrutura e programas de incentivo. Agora mantemos no Paraná os atletas que têm esta vocação. O programa Talento Olímpico tem crescido nestes últimos anos e é hoje referência nacional”, afirmou Richa.
SEMPRE CRESCENDO - Ele disse que com o TOP 2016, cada vez mais atletas e treinadores podem se dedicar às práticas esportivas e desenvolver talentos. O programa começou com um investimento de R$ 625 mil, para 250 bolsistas. No ano seguinte, os recursos saltaram para R$ 7 milhões e o número de bolsistas já chegava a mil bolsistas. Hoje são 1.500 atletas contemplados, com recursos que chegam a R$ 10 milhões, provenientes do próprio Governo do Estado, da Copel, da Compagas, Sanepar e de empresas como Syngenta e Renault, que apoiam o programa por meio da Lei Nacional de Incentivo ao Esporte.
“Acredito na força transformadora do esporte, principalmente para os jovens. As práticas esportivas são importantes para o desenvolvimento, a socialização, a educação e ajuda os jovens a se afastarem dos males da sociedade, como o álcool e as drogas”, completou o governador. Richa também ressaltou que todos os compromissos assumidos no início de sua gestão para a área do Esporte estão em execução, entre os quais o programa Talento Olímpico, que é o principal projeto do governo na área.
Para o secretário Evandro Roman, os bons resultados conseguidos com o TOP 2016 são percebidos em diversas frentes. “Temos a ideia clara de que estes atletas, nos quais investimos hoje, têm a condição de defender as cores do Paraná em olimpíadas e em outras competições. Porém, mais do que o resultado que alcançamos no esporte, os benefícios na área social são percebidos já de imediato”, enfatizou.
TALENTOS - Entre os talentos apoiados pelo TOP 2016 está o jogador de vôlei Geovani da Silva Coelho, de Cianorte, no Noroeste do Estado. Membro da Seleção Paranaense Juvenil de Voleibol, o atleta já planeja a profissionalização no esporte. “Esta ideia do Governo do Paraná é excelente e mostra que o esporte é valorizado aqui no Estado. O número de atletas vem crescendo cada vez mais no Paraná, o que traz bons resultados para todas as cidades. Com este auxílio, consegui me manter na equipe juvenil e vou começar agora na adulta, então espero evoluir também neste novo nível”, afirmou Geovane.
CATEGORIAS – O TOP 2016 abrange 34 modalidades olímpicas e paralímpicas e disponibiliza bolsas de R$ 150 a R$ 3 mil, dependendo da categoria: Escolar, Formador, Nacional, Internacional, Técnico, Técnico Formador e Olimpo.
O TOP Formador é voltado para jovens atletas a partir dos 12 anos, matriculados na Rede Estadual de Ensino e que tenham predisposição aos esportes. O TOP Escolar é dirigido aos atletas de até 17 anos indicados pelas federações esportivas. Ainda no âmbito de formação de atletas, está a categoria TOP Técnico Formador, destinada aos técnicos indicados pelos Núcleos Regionais de Educação.
As categorias Nacional e Internacional contemplam atletas que participam de competições nacionais e internacionais. Já a categoria TOP Técnico existe desde 2012 e é voltada aos técnicos de diferentes modalidades esportivas, incluindo os que se dedicam a modalidades paralímpicas. Em 2013, foi criada a categoria TOP Olimpo, para atletas que já disputaram uma olimpíada ou paralimpíada.
Fonte: Agência de Notícias do Estado
sexta-feira, 4 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Entrevista de Aécio Neves à Reuters
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Brasília (DF) – Em entrevista concedida à Agência Reuters, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, respondeu perguntas sobre as eleições, o sentimento de mudança que predomina na maior parte do eleitorado, as propostas do PSDB para a economia, as relações com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), reajuste do salário mínimo, a Copa do Mundo, o setor elétrico e a responsabilidade fiscal dos estados. A seguir, os trechos da entrevista concedida nesta quinta-feira (2).
Eleições
O que diferencia essas eleições das outras eleições é um claro sentimento de mudança. O dado relevante em pesquisas nesse momento é este, o que capta sentimentos e não o que capta intenção de voto com candidaturas ainda com níveis de conhecimento tão distintos entre elas. Isso passa a ter alguma importância após a exposição de todos os candidatos. Esse sentimento de mudança é absolutamente o oposto e inverso daquele que tínhamos em 2010, em que havia sentimento de continuidade, com a economia crescendo a 7,5 por cento, emprego crescendo 10 por cento, o presidente Lula com altíssima popularidade.
Sentimento de mudança
Vou voltar a 2010, existia naquele momento o sentimento de continuidade, e a candidata do governo só foi vista como tal a partir de julho. Então, para ter um paralelo, a Dilma só vestiu o figurino da continuidade, a mãe do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), a mulher do homem, a continuadora da obra do Lula, só foi passar o (José) Serra no final de julho, quando as pessoas passam a estar atentas ao processo eleitoral. Agora é hora do combate político, como nós estamos fazendo, da demonstração das fragilidades do governo, mas isso se transformar em ativo é só no final de julho. A economia está mostrando a absoluta crise que estamos vivendo e de incerteza em relação ao futuro. Na infraestrutura o Brasil patina e nos indicadores sociais paramos de avançar.
Essa última pesquisa Ibope mostra que 64% querem mudanças profundas. Desses, 70% não sabem quais são os nomes dos candidatos de oposição ainda. Então, só o tempo e a exposição nos veículos de massa vão nos permitir (subir nas pesquisas). Nós temos que ter a capacidade para as pessoas olharem para nós e enxergarem na nossa candidatura a mudança segura que o Brasil precisa. Esse é o termo, nós somos a mudança segura. Pela experiência que temos, pela capilaridade que temos no país, pelo conjunto de pessoas qualificadas que estão no nosso entorno. Então eu tenho muita confiança de que nós vamos vestir esse figurino na hora certa e acho que a partir de julho e agosto as pesquisas passam a ser um fator importante.
Pesquisas
Setenta por cento da população não sabem quem é Aécio Neves, 80 % não sabem o que Eduardo Campos (governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência pelo PSB) fez. É o desconhecimento. O fato de os dois candidatos da oposição nunca terem disputado uma eleição nacional faz com que haja, sobretudo na Região Nordeste, no meu caso, e na população de baixa renda um desconhecimento ainda muito grande. Isso não nos assusta, exatamente porque no momento certo as pessoas buscam uma candidatura que representa mudança. E elas precisarão ver essas candidaturas falarem, precisarão se confrontar com essas candidaturas. Isso só vai acontecer efetivamente nos grandes veículos de comunicação a partir do final da Copa do Mundo. Até lá não há razões concretas para uma mudança efetiva nas pesquisas de intenção de votos. Há no humor das pessoas.
PSDB e economia
No primeiro momento, eu acho que uma eleição do PSDB traz um efeito positivo, inverso ao efeito Lula de 2002, cuja eleição gerou um clima de incerteza muito grande, o dólar e a inflação dispararam. Uma eleição do PSDB terá efeito inverso. Vai tranquilizar mercados, vai de alguma forma já na largada transmitir uma sinalização de confiança para atores e parceiros externos, e temos que utilizar esse nosso ativo para dar a largada em algumas ações que acho que são necessárias.
Em primeiro lugar, no campo tributário. Temos que dar sinalização de que acabarão essas desonerações pontuais, vamos em seis meses apresentar uma proposta de simplificação do sistema tributário que nos dará espaço para uma gradual diminuição da carga. O que será uma questão de impacto que vamos fazer, nós vamos restringir o aumento dos gastos correntes em relação ao crescimento da economia. Os gastos não crescerão mais do que a economia como crescem hoje. Essa conta não vem fechando.
Ministérios e Secretaria de simplificação do sistema tributário
Primeiro, algumas questões são simbólicas, não só pelos valores. Nós vamos cortar pela metade o número de ministérios que está aí. Vamos criar apenas uma secretaria extraordinária de simplificação do sistema tributário com os melhores especialistas do setor para num prazo de seis meses ter uma proposta que permita a partir da simplificação abrir espaço para ao longo do tempo ter uma diminuição da carga. Essa secretaria é para apresentar a proposta ao Congresso e depois ela é extinta.
Nós vamos sinalizar de forma muito clara que no Brasil governado por nós haverá respeito absoluto aos contratos, nós queremos estimular a parceria com o setor privado em todas as áreas que isso for possível, desde que interesse ao Estado brasileiro.
Gastos do governo
É quase como uma lei de responsabilidade federal. Já existe nos Estados e municípios e não existe para a União. Nós vamos resgatar uma política fiscal austera, transparente, que foque no centro da meta (de inflação) e não no teto na meta como está sendo feito hoje. Não espero facilidades, não vamos esperar um ambiente de tranquilidade no início do governo. Mas uma certeza que eu posso dar é que, se vencer as eleições, não governarei de olho nas curvas de popularidade. Se eu precisar passar quatro anos devendo popularidade para fazer o que tem que ser feito, eu vou fazer. É a única chance que nós temos de resgatar parte das conquistas que estão indo embora. Infelizmente, a agenda de hoje é a agenda de 10 anos atrás. Enquanto nós devíamos estar falando em aumento da competitividade da nossa economia, estamos voltando a falar de crise de confiança, volta de inflação. Essa sim é a herança maldita que o PT vai deixar ao sucessor.
Eu posso dizer que estou preparado para as medidas impopulares, vamos limitar gastos correntes, vamos qualificar os gastos públicos. E aí trago minha experiência de Minas Gerais, que acho que é muito relevante. Minas é o único Estado hoje que avalia o conjunto, 100 por cento dos seus servidores, que recebem um bônus no final do ano quando atingem a meta estabelecida. Acho que temos que ter metas também para o governo federal.
Setor Elétrico
Temos que primeiro respeitar os contratos que estão assinados, mas nós vamos abrir discussão sobre, por exemplo, o setor do petróleo. Se em determinadas áreas é mais vantajoso fazer pelo modelo de concessão ou pelo modelo de partilha.
Vamos discutir isso à luz do dia, sem o viés ideológico. Do ponto de vista das concessões de energia, repito, respeitado o que está aí, todos queremos que haja o barateamento do custo de energia. Energia cara é aquela que você não tem. E hoje ela está faltando.
Vamos discutir isso à luz do dia, sem o viés ideológico. Do ponto de vista das concessões de energia, repito, respeitado o que está aí, todos queremos que haja o barateamento do custo de energia. Energia cara é aquela que você não tem. E hoje ela está faltando.
Política de reajuste do salário mínimo
Ela foi uma conquista e não penso em mexer na política do salário mínimo. Temos é que investir fortemente na formalização do mercado de trabalho. É um dos instrumentos que temos para ajudar a diminuir o déficit previdenciário. Isso vem acontecendo inclusive, reconheço, mas temos que ser mais eficazes na política de estímulo à formalização. Mas não é uma questão que esteja na prioridade, defender uma nova política de reajuste que não garanta um crescimento real. Essa é uma conquista que temos que conviver com ela. Foi uma conquista, até porque foi feita também com o nosso apoio. Não acredito que haja espaço para modificação, pelo menos no curto prazo, na política do salário mínimo.
Eduardo Campos
Não conheço com profundidade as propostas do Eduardo Campos. O que eu vejo com alegria, até porque se trata de um candidato que esteve nas hostes governistas, participou do governo Lula e a própria Marina, que deve ser sua vice, também participou, vejo com muita alegria que eles venham para o campo oposicionista. E que eles passem a incorporar um discurso que nós já vínhamos defendendo há muito tempo, de eficiência na gestão pública, do desalinhamento ideológico na política externa, uma nova interlocução com o mundo desenvolvido.
Tenho defendido a fuga dessas amarras da relação aduaneira que impediu o Brasil de firmar acordos bilaterais com vários países do mundo. Em 10 anos, firmamos acordos com Egito, Palestina e Israel. O México, que compete conosco, está fazendo uma lista de reformas muito interessantes que não fizemos e então é uma bola da vez muito mais interessante que o Brasil. O que eu vejo é que há no discurso do Eduardo uma aproximação ao nosso discurso: respeito ao mercado, uma gestão mais profissional, com acompanhamento mais efetivo das políticas sociais.
Acho que pelas responsabilidades dos gestores do PSDB, teremos uma capacidade mais clara de representar mudanças. Mas a candidatura do Eduardo é essencial para o jogo político.
Copa do Mundo e eleições
É uma coisa nova, vamos ter que aprender. Não acho que o resultado dentro de campo influencie o resultado fora de campo. Acho que talvez na década de 1970. O Brasil está evoluído para isso. O que pode influenciar é o resultado fora de campo, da fragilidade da nossa infraestrutura e da nossa mobilidade. Do que foi prometido extra campo, principalmente em mobilidade, 23% (do proposto) serão entregues. 77% não. Isso pode ser cobrado.
A responsabilidade por essa baixa entrega não é culpa, também, dos governos estaduais?
Eu acho que não, porque esse compromisso com mobilidade é do governo federal. Mas claro que, como vimos nas manifestações, todos os governantes sofreram. Acho que aí há um efeito colateral do hiper presidencialismo que vivemos no Brasil. A força do poder central é tão grande, para o bem, para distribuir benesses e dizer que o Brasil superou a miséria, mas também na cobrança. Quando veem transporte caótico e saúde trágica, eu acho que o governo federal é o primeiro, mas não obstante acho que governos estaduais também sofrerão.
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Desenvolvimento sustentável: a chave do futuro.
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Marina Silva fala sobre o desenvolvimento sustentável, peça-chave para o Brasil retomar seu crescimento de forma justa e humana.
André Vargas e o PT 2.0 por Elio Gaspari
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Quem não se lembra do deputado André Vargas (PT-PR)? Quando o ex-governador gaúcho Olívio Dutra sugeriu que o deputado José Genoino renunciasse ao mandato, o companheiro foi-lhe à jugular: "Quando ele passou pelos problemas da CPI do Jogo do Bicho, teve a compreensão de todo mundo. (...) Ele está sendo pouco compreensivo. Ele já passou por muitos problemas, né?"
Falso. Olívio Dutra nunca assinou empréstimos fraudulentos, nunca foi acusado de envolvimento no caso do bicho e jamais foi condenado pela Justiça. Ao contrário, é uma das poucas lembranças da moralidade petista.
Quem não se lembra desse episódio talvez se recorde da cena em que o comissário Vargas, vice-presidente da Câmara, saudou seus companheiros com o punho cerrado, estando ao lado do presidente do Supremo Tribunal Federal. Parecia um Pantera Negra dos anos 60.
Vargas é um representante do PT 2.0. A repórter Andréia Sadi apanhou-o voando para as férias nas asas do doleiro Alberto Youssef, figurinha fácil de inquéritos policiais e poderoso intermediário na Petrobras.
Desde que os jatinhos tornaram-se símbolo de poder e conforto, hierarcas de todos os partidos recorrem a amigos para não voar com a patuleia.
Vargas, contudo, inovou na justificativa. Disse que cometeu uma "imprudência". Teria sido imprudência se tivesse entrado por engano no avião fretado pelo doleiro, depois de ter sido chamado para embarcar num voo comercial. Não foi imprudência, mas onipotência.
Novo argumento: pediu o jatinho a Youssef porque os voos comerciais estão muito caros. Certo. A escumalha que vai para a rodoviária por esse mesmo motivo merece o desconforto porque não tem doleiro amigo.
O melhor momento do companheiro deu-se quando revelou que conhece Youssef há mais de 20 anos, mas não sabia com quem estava se relacionando. Seria então a única pessoa que não sabe a atividade de um amigo com quem se relaciona há mais de 20 anos. Youssef fornece jatinhos para amigos poderosos desde 2001. Anos depois, frequentou o noticiário do escândalo do Banestado, passou pela cadeia, refrescou-se colaborando com o Ministério Público, mas não se livrou de uma condenação.
Numa troca de mensagens com Youssef (cuja atividade comercial Vargas desconhecia), o companheiro tratou de um interesse da empresa Labogen junto ao comissário Carlos Gadelha, do Ministério da Saúde. Por coincidência, essa pequena empresa teria sido usada pelo doleiro para remeter US$ 37 milhões ao exterior.
O amigo de André Vargas não é um doleiro petista, mas um operador suprapartidário. Já cedeu jatinhos para gente do PFL e tem relações no PP, pelo menos com o ex-deputado José Janene, um dos ases do mensalão. A presença de Youssef em negócios da Petrobras, cobrando pedágios a fornecedores, é um sinal de que mudou de patamar. Ele tratava com o diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto da Costa, a quem presenteou com uma Range Rover. Há um enorme cheiro de outro velho escândalo no ar. Quando por nada, pelas coincidências. Em 2005 descobriu-se que outro fornecedor da Petrobras presenteara Silvio Pereira, secretário-geral do PT, com uma Land Rover. André Vargas nunca diria uma palavra contra Silvinho, pois sabe quão compreensivo ele foi.
na Folha de São Paulo
na Folha de São Paulo
segunda-feira, 31 de março de 2014
Canal Livre - Os jornalistas Ricardo Boechat, Fernando Mitre e Fabio Pannunzio viajaram até o Uruguai para entrevistar o presidente do país, José Mujica.
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Os jornalistas Ricardo Boechat, Fernando Mitre e Fabio Pannunzio viajaram até o Uruguai para entrevistar o presidente do país, José Mujica. Eleito em 2009, "El Pepe" vive e casa modesta na zona rural de Montevidéu, doa maior parte do seu salário para pessoas carentes e se locomove no seu fusca 1977. O primeiro bloco do programa discute a descriminalização da maconha.
Link do 1° bloco programa discute a descriminalização da maconha.
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?id=14976249&t=mujica-fala-sobre-a-descriminalizacao-da-maconha
LinK do 2° bloco Mujica fala sobre a legalização da maconha, a regulamentação da prostituição no país e explica que suas decisões são aceitas pela maioria porque o Uruguai é um país "vanguardista".
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?id=14976249&t=mujica-fala-sobre-a-descriminalizacao-da-maconha
Link do 3° bloco ao ser questionado sobre a sucessão de seu governo, Mujica fala sobre aborto e segurança pública. Pepe também defendeu a ideia de levar presos de Guantánamo para morar no país
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=&id=14976256&t=mujica-defende-o-aborto-queremos-salvar-vidas
Link do 4° bloco o presidente uruguaio explicou suas politicas humanitárias, se auto-intitulou de "exótico" e disse que prefere viver de forma simples seguindo o exemplo de seu povo. A recuperação financeira do país também foi discutida no bloco.
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=&id=14976261&t=mujica-se-considera-um-lider-exotico
Link do 5° bloco No último bloco do programa, Mujica falou sobre as marcas deixadas pela ditadura no país, lembrou os horrores que passou quando esteve preso, e explicou o motivo de muitas das investigações não terem resultados, mas disse que não irá parar de trabalhar até a verdade ser descoberta.
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=&id=14976264&t=pepe-fala-sobre-as-marcas-que-a-ditadura-deixou-no-uruguai
Os jornalistas Ricardo Boechat, Fernando Mitre e Fabio Pannunzio viajaram até o Uruguai para entrevistar o presidente do país, José Mujica. Eleito em 2009, "El Pepe" vive e casa modesta na zona rural de Montevidéu, doa maior parte do seu salário para pessoas carentes e se locomove no seu fusca 1977. O primeiro bloco do programa discute a descriminalização da maconha.
Link do 1° bloco programa discute a descriminalização da maconha.
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?id=14976249&t=mujica-fala-sobre-a-descriminalizacao-da-maconha
LinK do 2° bloco Mujica fala sobre a legalização da maconha, a regulamentação da prostituição no país e explica que suas decisões são aceitas pela maioria porque o Uruguai é um país "vanguardista".
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?id=14976249&t=mujica-fala-sobre-a-descriminalizacao-da-maconha
Link do 3° bloco ao ser questionado sobre a sucessão de seu governo, Mujica fala sobre aborto e segurança pública. Pepe também defendeu a ideia de levar presos de Guantánamo para morar no país
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=&id=14976256&t=mujica-defende-o-aborto-queremos-salvar-vidas
Link do 4° bloco o presidente uruguaio explicou suas politicas humanitárias, se auto-intitulou de "exótico" e disse que prefere viver de forma simples seguindo o exemplo de seu povo. A recuperação financeira do país também foi discutida no bloco.
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=&id=14976261&t=mujica-se-considera-um-lider-exotico
Link do 5° bloco No último bloco do programa, Mujica falou sobre as marcas deixadas pela ditadura no país, lembrou os horrores que passou quando esteve preso, e explicou o motivo de muitas das investigações não terem resultados, mas disse que não irá parar de trabalhar até a verdade ser descoberta.
http://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=&id=14976264&t=pepe-fala-sobre-as-marcas-que-a-ditadura-deixou-no-uruguai
LISTA DOS SENADORES QUE NÃO ASSINARAM O PEDIDO DE CRIAÇÃO DA CPI DA PETROBRAS
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LISTA DOS SENADORES QUE NÃO ASSINARAM O PEDIDO DE CRIAÇÃO DA CPI DA PETROBRAS
Acir Gurgacz (PDT-RO),
Alfredo Nascimento (PR-AM),
Ana Rita (PT-ES),
Angela Portela (PT-RR),
Anibal Diniz (PT-AC),
Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP),
Armando Monteiro (PTB-PE),
Ataídes Oliveira (PROS-TO),
Benedito de Lira (PP-AL),
Casildo Maldaner (PMDB-SC),
Cidinho Santos (PR-MT),
Ciro Nogueira (PP-PI),
Delcídio do Amaral (PT-MS),
Eduardo Braga (PMDB-AM),
Eduardo Suplicy (PT-SP),
Epitácio Cafeteira (PTB-MA),
Eunício Oliveira (PMDB-CE),
Fernando Collor (PTB-AL),
Francisco Dornelles (PP-RJ),
Gim (PTB-DF),
Gleisi Hoffmann (PT-PR),
Humberto Costa (PT-PE),
Inácio Arruda (PCdoB-CE),
Ivo Cassol (PP-RO),
Ivonete Dantas (PMDB-RN),
Jader Barbalho (PMDB-PA),
João Alberto Souza (PMDB-MA),
João Durval (PDT-BA),
João Vicente Claudino (PTB-PI),
Jorge Viana (PT-AC),
José Pimentel (PT-CE),
José Sarney (PMDB-AP),
Kátia Abreu (PMDB-TO),
Lindbergh Farias (PT-RJ),
Lobão Filho (PMDB-MA),
Luiz Henrique (PMDB-SC),
Magno Malta (PR-ES),
Marcelo Crivella (PRB-RJ),
Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR),
Paulo Davim (PV-RN),
Paulo Paim (PT-RS),
Renan Calheiros (PMDB-AL),
Ricardo Ferraço (PMDB-ES),
Roberto Requião (PMDB-PR),
Romero Jucá (PMDB-RR),
Valdir Raupp (PMDB-RO),
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM),
Vital do Rêgo (PMDB-PB),
Waldemir Moka (PMDB-MS),
Walter Pinheiro (PT-BA),
Wellington Dias (PT-PI),
Zeze Perrella (PDT-MG).
fonte: Blog do Alvaro Dias
LISTA DOS SENADORES QUE NÃO ASSINARAM O PEDIDO DE CRIAÇÃO DA CPI DA PETROBRAS
Acir Gurgacz (PDT-RO),
Alfredo Nascimento (PR-AM),
Ana Rita (PT-ES),
Angela Portela (PT-RR),
Anibal Diniz (PT-AC),
Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP),
Armando Monteiro (PTB-PE),
Ataídes Oliveira (PROS-TO),
Benedito de Lira (PP-AL),
Casildo Maldaner (PMDB-SC),
Cidinho Santos (PR-MT),
Ciro Nogueira (PP-PI),
Delcídio do Amaral (PT-MS),
Eduardo Braga (PMDB-AM),
Eduardo Suplicy (PT-SP),
Epitácio Cafeteira (PTB-MA),
Eunício Oliveira (PMDB-CE),
Fernando Collor (PTB-AL),
Francisco Dornelles (PP-RJ),
Gim (PTB-DF),
Gleisi Hoffmann (PT-PR),
Humberto Costa (PT-PE),
Inácio Arruda (PCdoB-CE),
Ivo Cassol (PP-RO),
Ivonete Dantas (PMDB-RN),
Jader Barbalho (PMDB-PA),
João Alberto Souza (PMDB-MA),
João Durval (PDT-BA),
João Vicente Claudino (PTB-PI),
Jorge Viana (PT-AC),
José Pimentel (PT-CE),
José Sarney (PMDB-AP),
Kátia Abreu (PMDB-TO),
Lindbergh Farias (PT-RJ),
Lobão Filho (PMDB-MA),
Luiz Henrique (PMDB-SC),
Magno Malta (PR-ES),
Marcelo Crivella (PRB-RJ),
Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR),
Paulo Davim (PV-RN),
Paulo Paim (PT-RS),
Renan Calheiros (PMDB-AL),
Ricardo Ferraço (PMDB-ES),
Roberto Requião (PMDB-PR),
Romero Jucá (PMDB-RR),
Valdir Raupp (PMDB-RO),
Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM),
Vital do Rêgo (PMDB-PB),
Waldemir Moka (PMDB-MS),
Walter Pinheiro (PT-BA),
Wellington Dias (PT-PI),
Zeze Perrella (PDT-MG).
fonte: Blog do Alvaro Dias
Petrobras manobra para atrapalhar auditorias, acusa TCU
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fonte:PSDB
Brasília (DF) – Uma das maiores empresas do país, com um plano de investimentos que prevê gastos de quase R$ 100 bilhões por ano, a Petrobras não tem dado bons exemplos no que diz respeito à transparência e fiscalização. Segundo reportagem deste domingo (30) do jornal Folha de S. Paulo, nos últimos anos, a companhia tem recorrido a manobras jurídicas, sonegação e atraso de informações para travar a ação do Tribunal de Contas da União (TCU).
Dentre os maiores focos de atrito entre a Petrobras e o órgão de fiscalização, estão as obras de refinarias. A polêmica compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, é um exemplo. O autor da denúncia que originou as apurações, o procurador do TCU Marinus Marsico, pediu em 2012 documentos para fazer a análise da compra. A Petrobras, por sua vez, deixou de encaminhar vários atos que foram solicitados.
Já nas obras da refinaria de Abreu e Lima, em Pernambuco, as suspeitas de irregularidades alcançam R$ 1,6 bilhão apenas nos cinco contratos principais. Ainda assim, a estatal obstrui a fiscalização do TCU.
Abreu e Lima
De acordo com o Tribunal, empreiteiras pediram um aditivo de R$ 600 milhões à Petrobras para continuar uma das obras da refinaria, cujo contrato original era de R$ 3,4 bilhões. O TCU solicitou então as justificativas das empresas para tal pedido, com a intenção de analisá-los antes que o contrato fosse assinado.
De acordo com o Tribunal, empreiteiras pediram um aditivo de R$ 600 milhões à Petrobras para continuar uma das obras da refinaria, cujo contrato original era de R$ 3,4 bilhões. O TCU solicitou então as justificativas das empresas para tal pedido, com a intenção de analisá-los antes que o contrato fosse assinado.
A Petrobras se recusou a enviar os papeis ao órgão, alegando que os documentos não estavam prontos e que teriam passar por análise interna primeiro. Como consequência, o TCU só pôde apontar o sobrepreço após a assinatura do aditivo.
Subterfúgios
A demora na entrega dos pedidos do TCU é outro dos subterfúgios usados pela companhia para atrapalhar a ação do órgão. Na fiscalização das obras de um terminal no Espírito Santo, por exemplo, a Petrobras demorou 840 dias – o equivalente a dois anos e três meses – para encaminhar ao Tribunal os documentos solicitados.
A demora na entrega dos pedidos do TCU é outro dos subterfúgios usados pela companhia para atrapalhar a ação do órgão. Na fiscalização das obras de um terminal no Espírito Santo, por exemplo, a Petrobras demorou 840 dias – o equivalente a dois anos e três meses – para encaminhar ao Tribunal os documentos solicitados.
A companhia também já se recusou a fornecer dados de algumas subsidiárias, em que ela tem até 49% das ações, alegando que elas não seriam empresas públicas
domingo, 30 de março de 2014
Richa amplia subsídio e garante a integração do transporte na RMC
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O governador Beto Richa (PSDB) garantiu a rede integrada de transportes que atende três milhões de pessoas em Curitiba e 13 cidades metropolitanas. Convênio entre a Comec e a Urbs, assinado ontem, prevê o repasse mensal de até R$ 7,5 milhões ao custeio do transporte coletivo metropolitano. os recursos podem chegar a R$ 110 milhões em 2014. “Estamos fazendo um novo e grande esforço para ampliar ainda mais o subsidio que garante a integração do transporte coletivo de Curitiba e a região metropolitana, apesar de todas as dificuldades que nos são impostas”, disse Beto Richa.
O Governo do Paraná também mantém a alíquota zero sobre o óleo diesel do transporte, o que significa mais R$ 40 milhões anuais em isenção tributária para 21 cidades paranaenses. Cerca de R$ 20 milhões desse valor beneficiam diretamente Curitiba e região.
A desoneração do ICMS sobre o óleo diesel beneficia cinco milhões de paranaenses. A Secretaria da Fazenda estima uma renúncia fiscal de R$ 40 milhões anuais. As cidades atendidas são Curitiba, Campo Largo, Cascavel, Guarapuava, Londrina, Maringá, Foz do Iguaçu, Ponta Grossa, Paranaguá, São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande, Bocaiúva do Sul, Rio Branco do Sul, Itaperuçu, Campo Magro, Almirante Tamandaré, Colombo, Araucária, Contenda, Pinhais e Piraquara.
Não é a primeira vez que Beto Richa propõe medidas que impactam na redução da tarifa do transporte urbano. Em 2006, quando assumiu a prefeitura de Curitiba, Beto Richa baixou o a passagem de ônibus de R$ 1,90 para R$ 1,80 e criou a domingueira – tarifa de R$ 1,00 aos domingos – valor que perdurou por oito anos. Atualmente a domingueira está em R$ 1,50.
O governador lembra ainda que em 2005, quando prefeito em Curitiba, reuniu os prefeitos das capitais que enviaram ao presidente Lula, na época, a proposta da redução da carga tributária sobre o transporte público, entre eles a isenção da cobrança da Cide, Cofins e PIS na venda de óleo diesel e outros insumos para empresas de transporte urbano.
“A Carta de Curitiba, como ficou conhecida a proposta, previa que as reduções podiam representar até 25% o valor final da passagem”, disse Richa. Somente em 2013, o governo federal decidiu zerar o imposto do PIS e do Cofins das tarifas de ônibus, trem e metrô.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Brasil emite 1 bilhão de euros após rebaixamento pela S&P
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Por Camila Moreira e Tiago Pariz
SÃO PAULO/BRASÍLIA, 27 Mar (Reuters) - O governo brasileiro emitiu 1 bilhão de euros em um novo bônus nesta quinta-feira e buscou capitalizar o resultado como um sinal de confiança de investidores e de solidez do Brasil justamente na semana em que a agência de risco Standard & Poor's rebaixou o rating soberano do país.
O bônus de sete anos, com vencimento em 1o abril de 2021, saiu a 99,464 por cento do valor de face, cupom de 2,875 por cento e rendimento de 2,961 por cento, informou o Tesouro Nacional após a operação.
A liquidação financeira ocorrerá em 3 de abril e os cupons serão pagos em 1o de abril de cada ano, a partir de 2015, até o vencimento.
O resultado da emissão fez o Tesouro Nacional deixar a porta aberta para novas emissões externas em 2014. O secretário do Tesouro, Arno Augustin, levantou a possibilidade de a próxima operação ocorrer em iene, acrescentando que o governo ainda mantém a possibilidade de outras captações no exterior em dólar e em euro.
"Vamos avaliar próximas emissões dentro do plano apresentado e poderemos abrir mais um mercado em ienes", afirmou.
A emissão desta quinta ocorreu porque o governo enxergou uma janela de oportunidade, com as recentes quedas nos rendimentos dos títulos da dívida externa, informou à Reuters uma fonte do governo, sob condição de anonimato.
A escolha por um título de sete anos foi definida pela demanda do mercado, após pesquisa feita pelos bancos BB Securities, JPMorgan e Santander, que lideraram a emissão, acrescentou a fonte.
De acordo com um técnico do Ministério da Fazenda, a demanda pelo bônus em euro foi cerca de três vezes o valor vendido e os principais compradores foram fundos de pensão, fundos soberanos, além de seguradoras da Alemanha, Holanda e França. Investidores da China, Hong Kong e Taiwan também compraram os títulos.
RATING
Na segunda-feira, a S&P reduziu a nota do país para "BBB-", a faixa mais baixa da categoria de grau de investimento, com perspectiva estável. A agência citou a deterioração das contas públicas brasileiras como um dos motivos para a decisão.
Augustin buscou desvincular a emissão da decisão da S&P, mas disse que o resultado da captação mostrou que os fundamentos do Brasil são fortes e o que mercado internacional tem grande confiança no país. "A emissão em euros já estava prevista, independentemente da S&P", disse.
Fontes do governo tinham dito à Reuters neste mês, antes do rebaixamento promovido pela S&P, que o Tesouro aguardava a evolução do cenário internacional para decidir sobre nova emissão externa.
O Tesouro estava longe do mercado internacional desde outubro do ano passado, quando vendeu títulos em dólar para janeiro de 2025.
Já em euro, a distância é bem maior. A última vez que o governo captou na moeda única europeia foi em janeiro de 2006, quando foram vendidos 300 milhões de euros com vencimento em fevereiro de 2015.
Além desse título, o Brasil tem outro papel denominado em euro no mercado, com vencimento em junho de 2017. Na quarta-feira, esse papel fechou com rendimento de 1,914 por cento, no menor nível desde 20 de março. Naquela emissão, a taxa foi de 5,448 por cento, 1,85 ponto percentual acima do mid-swap. Na operação desta quinta, a taxa de 2,691 ficou 1,65 ponto percentual acima do mid-swap e é a menor para emissões do Brasil em euro.
Um operador de bônus de banco nacional disse que o resultado não é para tanta "euforia", já que o Brasil tem poucos títulos em euro, sem uma curva de juros consolidada nessa moeda. "O resultado é importante, mas não dá para comemorar tanto com situações e momentos que não são comparáveis", afirmou o operador, que pediu para não ser identificado.
Além da emissão soberana, o Tesouro teve forte atuação no mercado doméstico ao vender no fim da manhã a maior oferta do ano em Letras do Tesouro Nacional (LTN), papéis prefixados, com queda na maioria das taxas. A emissão movimentou 9,35 milhões de LTN e volume financeiro de 7,575 bilhões de reais.
(Reportagem adicional de Patrícia Duarte, em São Paulo, e Nestor Rabelo e Luciana Otoni, em Brasília)
Polícia Civil do Estado do Paraná informa:
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A TÍTULO DE ESCLARECIMENTO
O Departamento da Polícia Civil informa que o atendimento ao público na Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos (DFRV) está acontecendo entre as 9h e 20h. Depois das 20h, a delegacia não registra mais Boletins de Ocorrência(BOs), mas continua fazendo os flagrantes, que é quando seus investigadores, ou policiais militares, ou ainda guardas municipais, prendem alguém e levam até a delegacia.
O Departamento da Polícia Civil informa ainda que em momento algum a população sai prejudicada com essa redução de horário. Quando um veículo é roubado ou furtado, imediatamente a Polícia Militar é acionada e este registro de furto ou roubo vai para o sistema da qual todas as unidades policiais têm acesso. A vítima recebe a recomendação de procurar a DFRV para confirmar o BO em até 24 horas. Todavia, como a informação de furto ou roubo já está no sistema, o carro pode ser recuperado a qualquer momento, mesmo antes da vítima ir até a delegacia.
Num exemplo prático, um Corsa é roubado às 22h30 no Batel. A vítima faz o BO com a PM, que vai até o local do crime dar o primeiro atendimento, e pode ir confirmar o BO na delegacia no dia seguinte. Ela não precisa ir à delegacia necessariamente na sequência. Caso o carro seja visto por uma equipe da Polícia Civil ou da PM às 23h, mesmo antes a vítima ter ido à delegacia, os policiais já conseguem checar no sistema e descobrir que há um alerta de furto ou roubo e o carro é recuperado.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Paraná recebe prêmios nacionais e se destaca no cenário da habitação
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O governo do Paraná recebeu quarta-feira (26), em Brasília o prêmio Selo de Mérito 2014 por dois projetos na área de habitação: o SOS Litoral, que beneficiou famílias que perderam tudo com as enchentes de 2011, e o programa de moradias rurais, o maior em andamento no país.
O prêmio é uma promoção da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação (ABC) e do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano. A premiação aconteceu durante o 61º Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social, que vai até esta sexta-feira (28).
Participaram da solenidade o presidente da Cohapar e da ABC, Mounir Chaowiche, a secretária estadual da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa; o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho; o presidente da Emater, Rubens Niederheitmann.
Acompanharam também a premiação a secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, o superintendente nacional do Minha Casa Minha Vida na Caixa Econômica, Roberto Carlos Ceratto, o deputado federal Osmar Serraglio, e ex-ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.
“Esses prêmios, que são motivo de orgulho para todos os paranaenses, provam a importância dada pelo governador Beto Richa à política habitacional. O sucesso dos programas do Paraná é resultado de grandes parcerias com o governo federal e municípios, mais a integração entre os órgãos estaduais”, disse Mounir Chaowiche.
O superintendente nacional do Minha Casa Minha Vida na Caixa Econômica Federal, Roberto Carlos Ceratto, destacou a parceria com o governo do Paraná. “O que a Caixa mais precisa é parcerias sólidas, que de fato deem efetividade aos programas da instituição”, afirmou. “A Caixa tem a Cohapar como grande parceira”.
Segundo ele, o Paraná tem um resultado bastante expressivo no programa de moradias rurais, o que faz a diferença na habitação no país. “É só ver a organização, a articulação da Cohapar com concessionária e outros órgãos do Estado”, disse Ceratto. “Isso dá celeridade aos processos e o resultado chega nas famílias que precisam, principalmente no campo”.
A secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, disse que o programa Minha Casa Minha Vida tem por premissa parcerias com governos estaduais e prefeituras. “Essa união é fundamental para que o sucesso do produto final seja pleno. O importante é que os governos estaduais tenham a habitação como prioridade”.
A secretária estadual da Família, Fernanda Richa, disse que ao receber os dois prêmios a Cohapar mostra mais uma vez que tem responsabilidade, que está sempre atenta às necessidades da população. “É o reconhecimento pelas atuações de respeito que desempenha”, afirmou, lembrando que a Secretaria da Família também é beneficiada pelas ações da Cohapar.
Ao comentar o atendimento com moradia digna a famílias dos 399 municípios do Estado, Fernanda disse que se não houver um trabalho conjunto entre os órgãos estaduais dificilmente um projeto acontece de maneira correta. “E a Cohapar, com essa política, sai mais uma vez na frente”.
O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, lembrou da tragédia de 2011 no Litoral, com as fortes chuvas, e disse ser gratificante ver as famílias prejudicadas morando em casas seguras. “A ação rápida do governo estadual foi decisiva no atendimento às famílias”, afirmou.
“Me sinto orgulhoso, como paranaense, de ter visto o envolvimento de todo o governo do Estado, prefeituras, bombeiros, universidades e outras entidades. O esforço que foi feito para resgatar as famílias que perderam tudo. Por isso, vou dividir esse prêmio com a toda a nossa equipe”, acrescentou o secretário.
O presidente da Emater, Rubens Niederheitmann, empresa parceira nos projetos de habitação rural, acredita que o programa chegará facilmente aos 399 municípios paranaenses. Hoje são atendidos 374 municípios. “Atribuo o sucesso do programa às parcerias entre os órgãos do Estado, o governo federal e prefeituras”.
HOMEM NO CAMPO - O programa de moradias rurais do Paraná é o maior do Brasil e está provocando uma verdadeira revolução no campo. A meta de atender 10 mil famílias do campo em quatro anos foi superada com um ano de antecedência. Estão sendo atendidas 12 mil famílias, em 374 municípios.
“Esse resultado extraordinário é resultado da política de parcerias adotada pelo governo do Estado, que não mede esforços para levar moradia digna a todos os paranaenses”, diz Mounir Chaowiche. São parceiros no programa a Cohapar, Secretaria da Agricultura e Abastecimento, Emater, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
Além da melhoria da qualidade de vida dos agricultores familiares, o programa de habitação rural mantém o homem no campo, com chances de aumentar sua produção e renda. O programa também colabora com o crescimento da economia local, pois leva a indústria da construção civil ao município.
As moradias rurais são seguras e de qualidade, construídas na mesma propriedade, e são praticamente 100% subsidiadas, favorecendo famílias com renda anual de até R$ 15 mil. As famílias pagarão apenas quatro parcelas anuais de R$ 280, por quatro anos.
SOS LITORAL – O projeto SOS Litoral foi desenvolvido pelo Governo do Paraná, por meio da Cohapar, Secretaria da Família e Desenvolvimento Social e Secretaria de Infraestrutura e Logística, Ministério da Integração Nacional, e prefeituras de Antonina, Morretes e Paranaguá.
Foram beneficiadas 223 famílias (85 em Antonina, 88 em Morretes e 50 em Paranaguá), com investimentos de R$ 11 milhões. Todas as casas ficam em áreas seguras, com toda infraestrutura necessária.
Quando ocorreram as enchentes, a Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, em parceria com o Provopar Estadual e a Defesa Civil do Estado, prontamente atendeu as famílias, prestando atendimento emergencial aos desabrigados.
Além de cobertores, roupas e agasalhos, foram arrecadadas e distribuídas 650 toneladas de alimentos e entregues às famílias kits com utensílios domésticos e peças de cama, mesa e banho.
PREMIAÇÃO - Sete projetos foram premiados com o Selo de Mérito 2014. Além do Paraná, foram vencedores projetos de Roraima, Bahia, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Acre, Ceará e Rio de Janeiro.
O Selo de Mérito tem como objetivo divulgar e difundir as boas experiências habitacionais desenvolvidas por órgãos públicos. A Cohapar conquistou as categorias Grupos Específicos com o projeto “SOS Litoral” e Gestão e Fortalecimento SHIS com “Gestão para viabilização de moradias rurais”.
HABITAÇÃO NO PARANÁ - O Paraná tem hoje o maior programa de habitação do país e é o Estado com o melhor desempenho do programa Minha Casa Minha Vida. Há projetos habitacionais em todos os 399 municípios paranaenses.
A meta do governo do Paraná é atender 110 mil famílias no campo e na cidade, sendo que a meta do programa de moradias rurais foi atingida com um ano de antecedência, com 12 mil unidades contratadas.
Regularização fundiária e titulação de imóveis são outros dois programas importantes. O primeiro beneficiou até agora mais de 12 mil famílias. O outro superou a meta de atender oito mil famílias em quatro anos. Perto de 10 mil já foram beneficiadas.
Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br
O governo do Paraná recebeu quarta-feira (26), em Brasília o prêmio Selo de Mérito 2014 por dois projetos na área de habitação: o SOS Litoral, que beneficiou famílias que perderam tudo com as enchentes de 2011, e o programa de moradias rurais, o maior em andamento no país.
O prêmio é uma promoção da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação (ABC) e do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano. A premiação aconteceu durante o 61º Fórum Nacional de Habitação de Interesse Social, que vai até esta sexta-feira (28).
Participaram da solenidade o presidente da Cohapar e da ABC, Mounir Chaowiche, a secretária estadual da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa; o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho; o presidente da Emater, Rubens Niederheitmann.
Acompanharam também a premiação a secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, o superintendente nacional do Minha Casa Minha Vida na Caixa Econômica, Roberto Carlos Ceratto, o deputado federal Osmar Serraglio, e ex-ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro.
“Esses prêmios, que são motivo de orgulho para todos os paranaenses, provam a importância dada pelo governador Beto Richa à política habitacional. O sucesso dos programas do Paraná é resultado de grandes parcerias com o governo federal e municípios, mais a integração entre os órgãos estaduais”, disse Mounir Chaowiche.
O superintendente nacional do Minha Casa Minha Vida na Caixa Econômica Federal, Roberto Carlos Ceratto, destacou a parceria com o governo do Paraná. “O que a Caixa mais precisa é parcerias sólidas, que de fato deem efetividade aos programas da instituição”, afirmou. “A Caixa tem a Cohapar como grande parceira”.
Segundo ele, o Paraná tem um resultado bastante expressivo no programa de moradias rurais, o que faz a diferença na habitação no país. “É só ver a organização, a articulação da Cohapar com concessionária e outros órgãos do Estado”, disse Ceratto. “Isso dá celeridade aos processos e o resultado chega nas famílias que precisam, principalmente no campo”.
A secretária nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães, disse que o programa Minha Casa Minha Vida tem por premissa parcerias com governos estaduais e prefeituras. “Essa união é fundamental para que o sucesso do produto final seja pleno. O importante é que os governos estaduais tenham a habitação como prioridade”.
A secretária estadual da Família, Fernanda Richa, disse que ao receber os dois prêmios a Cohapar mostra mais uma vez que tem responsabilidade, que está sempre atenta às necessidades da população. “É o reconhecimento pelas atuações de respeito que desempenha”, afirmou, lembrando que a Secretaria da Família também é beneficiada pelas ações da Cohapar.
Ao comentar o atendimento com moradia digna a famílias dos 399 municípios do Estado, Fernanda disse que se não houver um trabalho conjunto entre os órgãos estaduais dificilmente um projeto acontece de maneira correta. “E a Cohapar, com essa política, sai mais uma vez na frente”.
O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, lembrou da tragédia de 2011 no Litoral, com as fortes chuvas, e disse ser gratificante ver as famílias prejudicadas morando em casas seguras. “A ação rápida do governo estadual foi decisiva no atendimento às famílias”, afirmou.
“Me sinto orgulhoso, como paranaense, de ter visto o envolvimento de todo o governo do Estado, prefeituras, bombeiros, universidades e outras entidades. O esforço que foi feito para resgatar as famílias que perderam tudo. Por isso, vou dividir esse prêmio com a toda a nossa equipe”, acrescentou o secretário.
O presidente da Emater, Rubens Niederheitmann, empresa parceira nos projetos de habitação rural, acredita que o programa chegará facilmente aos 399 municípios paranaenses. Hoje são atendidos 374 municípios. “Atribuo o sucesso do programa às parcerias entre os órgãos do Estado, o governo federal e prefeituras”.
HOMEM NO CAMPO - O programa de moradias rurais do Paraná é o maior do Brasil e está provocando uma verdadeira revolução no campo. A meta de atender 10 mil famílias do campo em quatro anos foi superada com um ano de antecedência. Estão sendo atendidas 12 mil famílias, em 374 municípios.
“Esse resultado extraordinário é resultado da política de parcerias adotada pelo governo do Estado, que não mede esforços para levar moradia digna a todos os paranaenses”, diz Mounir Chaowiche. São parceiros no programa a Cohapar, Secretaria da Agricultura e Abastecimento, Emater, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.
Além da melhoria da qualidade de vida dos agricultores familiares, o programa de habitação rural mantém o homem no campo, com chances de aumentar sua produção e renda. O programa também colabora com o crescimento da economia local, pois leva a indústria da construção civil ao município.
As moradias rurais são seguras e de qualidade, construídas na mesma propriedade, e são praticamente 100% subsidiadas, favorecendo famílias com renda anual de até R$ 15 mil. As famílias pagarão apenas quatro parcelas anuais de R$ 280, por quatro anos.
SOS LITORAL – O projeto SOS Litoral foi desenvolvido pelo Governo do Paraná, por meio da Cohapar, Secretaria da Família e Desenvolvimento Social e Secretaria de Infraestrutura e Logística, Ministério da Integração Nacional, e prefeituras de Antonina, Morretes e Paranaguá.
Foram beneficiadas 223 famílias (85 em Antonina, 88 em Morretes e 50 em Paranaguá), com investimentos de R$ 11 milhões. Todas as casas ficam em áreas seguras, com toda infraestrutura necessária.
Quando ocorreram as enchentes, a Secretaria da Família e Desenvolvimento Social, em parceria com o Provopar Estadual e a Defesa Civil do Estado, prontamente atendeu as famílias, prestando atendimento emergencial aos desabrigados.
Além de cobertores, roupas e agasalhos, foram arrecadadas e distribuídas 650 toneladas de alimentos e entregues às famílias kits com utensílios domésticos e peças de cama, mesa e banho.
PREMIAÇÃO - Sete projetos foram premiados com o Selo de Mérito 2014. Além do Paraná, foram vencedores projetos de Roraima, Bahia, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Acre, Ceará e Rio de Janeiro.
O Selo de Mérito tem como objetivo divulgar e difundir as boas experiências habitacionais desenvolvidas por órgãos públicos. A Cohapar conquistou as categorias Grupos Específicos com o projeto “SOS Litoral” e Gestão e Fortalecimento SHIS com “Gestão para viabilização de moradias rurais”.
HABITAÇÃO NO PARANÁ - O Paraná tem hoje o maior programa de habitação do país e é o Estado com o melhor desempenho do programa Minha Casa Minha Vida. Há projetos habitacionais em todos os 399 municípios paranaenses.
A meta do governo do Paraná é atender 110 mil famílias no campo e na cidade, sendo que a meta do programa de moradias rurais foi atingida com um ano de antecedência, com 12 mil unidades contratadas.
Regularização fundiária e titulação de imóveis são outros dois programas importantes. O primeiro beneficiou até agora mais de 12 mil famílias. O outro superou a meta de atender oito mil famílias em quatro anos. Perto de 10 mil já foram beneficiadas.
Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br
Alvaro Dias protocola CPI da Petrobras
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O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) conseguiu ontem reunir as assinaturas de 28 senadores e na manhã desta quinta-feira (27) protocolou no Senado o requerimento para a instalação de uma CPI da Petrobras por suspeita de superfaturamento. Em 2006, a Petrobras comprou 50% da refinaria de Pasadena por US$ 360 milhões. Depois, por força de contrato, teve que comprar o restante da planta petrolífera, operações que totalizaram US$ 1,18 bilhão. As informações são do G1 Brasília.
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) conseguiu ontem reunir as assinaturas de 28 senadores e na manhã desta quinta-feira (27) protocolou no Senado o requerimento para a instalação de uma CPI da Petrobras por suspeita de superfaturamento. Em 2006, a Petrobras comprou 50% da refinaria de Pasadena por US$ 360 milhões. Depois, por força de contrato, teve que comprar o restante da planta petrolífera, operações que totalizaram US$ 1,18 bilhão. As informações são do G1 Brasília.
A suspeita de superfaturamento se tornou alvo de investigações do Tribunal de Contas da União (TCU), da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF).A CPI pretende investigar, entre outras supostas irregularidades, a compra da refinaria. A oposição começou a coletar as assinaturas na tarde da última terça-feira (25) e anunciou ter alcançado o número mínimo após o líder do PSB, Rodrigo Rollemberg (DF), ter declarado apoio do partido.
Com o protocolo, caberá à Secretaria da Mesa conferir as assinaturas e, em seguida, liberar o requerimento para a leitura em plenário, que pode ser feita por qualquer membro da Mesa Diretora. A leitura do requerimento representa a criação formal da CPI. Os senadores têm até às 23h59 do dia da leitura para desistirem de apoiar a comissão e retirarem suas assinaturas.
Após a leitura, que ainda não tem data para ocorrer, os líderes partidários têm cinco dias úteis para indicarem os integrantes da CPI. As legendas com as maiores bancadas – no caso do Senado, o PMDB e o PT -, têm direito a escolherem as cadeiras que ocuparão na comissão.
fonte:PSDB-PR
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