terça-feira, 8 de outubro de 2013

Faculdade Alvorada é interditada pelo Procon


Da Agência Brasil
Brasília – O Procon de Brasília interditou hoje (8) à tarde a Faculdade Alvorada, que vinha funcionando irregularmente, após ter sido descredenciada pelo Ministério da Educação (MEC), no dia 9 de setembro. A decisão foi tomada por causa de uma representação feita pela 2ª Promotoria de Defesa dos Direitos do Consumidor do Ministério Público do Distrito Federal.
"A partir do momento em que a faculdade foi descredenciada pelo MEC, ela passa a ser uma propaganda enganosa, ou seja, os alunos não receberão o diploma", explicou o diretor-geral do Procon, Todi Moreno. Para recuperar o alvará de funcionamento, a faculdade precisa obter nova autorização do MEC, e comprovar que os alunos terão liberdade para se transferir para outras faculdades.
A instituição tem 4.500 alunos e teve 395 reclamações recebidas pelo Procon, em grande parte de alunos que não conseguiram documentos para se transferir para outra faculdade. Em julho deste ano, a Alvorada foi despejada por falta de pagamento de aluguel, no entanto, convocou os alunos para a volta às aulas, que, desde então, foram retomadas em salas alugadas em quatro endereços diferentes.
Procurada pela Agência Brasil, a Faculdade Alvorada não se manifestou até o fechamento da matéria.

CCJ aprova e vai à sanção obrigatoriedade de pontos de descanso para motoristas em rodovias


da Agência Brasil
Brasília – A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou hoje (8), em caráter conclusivo, projeto de lei que torna obrigatória a construção de pontos de apoio e de descanso para motoristas nas rodovias federais administradas por empresas privadas, a cada 150 quilômetros. Se não houver recurso para votação em plenário, a matéria será encaminhada a sanção presidencial, uma vez que o texto já foi aprovado pelo Senado.
Na votação de hoje, a CCJ aprovou as emendas do Senado à proposta. Pelo projeto, as estações de descanso devem servir para todo tipo de veículo e oferecer serviços que garantam o conforto e a conveniência dos motoristas. Caberá à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) definir o que devem conter as instalações de descanso.
O texto original aprovado pela Câmara previa a construção de pontos para caminhões de carga ou ônibus de passageiros, mas, na votação no Senado, os parlamentares incluíram que as estações atendessem a todos os tipos de veículos.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Justiça nega recurso contra liminar que obriga professores do Rio a voltar às aulas


da Agência Brasil
Rio de Janeiro - O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) decidiu hoje (7), por maioria de votos, negar o recurso (agravo regimental) ajuizado pelo Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio (Sepe) contra a liminar que obrigou os professores da rede municipal de ensino do Rio a voltar a trabalhar, sob pena de multa diária de R$ 200 mil. Os professores do município iniciaram o movimento no dia 8 de agosto.
A decisão do Órgão Especial foi tomada seguindo o entendimento do relator, Antônio Eduardo Ferreira Duarte, que, em seu voto, argumentou que “a conduta da categoria, ao manter o estado de paralisação, gera inúmeros prejuízos e afeta mais de 600 mil alunos da rede pública de ensino, restando configurado o abuso do direito”.
Em seu voto, o magistrado também autorizou o município, se este assim achar conveniente, a cortar o ponto dos grevistas a partir do dia 3 de setembro, data em que o Sepe foi intimado da liminar.
Na sessão de hoje, o Órgão Especial decidiu ainda, por sugestão do desembargador Henrique Figueira, que o tribunal deve fazer uma audiência de conciliação e instrução entre o sindicato e o município, em data ainda a ser marcada.
O mérito da ação, sobre a legalidade ou não da greve dos professores, ainda será analisado. Até o momento, foi apreciado apenas o agravo regimental.

Senadores têm até dezembro para apontar fontes de recursos para educação e segurança


da Agência Brasil
Brasília – Duas comissões temporárias, recém-criadas no Senado, têm a tarefa de apontar quanto e como conseguir mais dinheiro para as áreas de educação e segurança. Cada grupo tem 90 dias para concluir as propostas. O prazo termina em dezembro.
Enquanto os parlamentares tentam assegurar novos recursos, o governo federal, apesar de reconhecer a prioridade, deverá alertar os senadores para a questão do fechamento das contas. A preocupação com propostas que exigem maiores investimentos da União, sem garantir uma fonte de financiamento concreta, é frequentemente lembrada por ministros como Ideli Salvatti (Relações Institucionais), Miriam Belchior (Planejamento) e Guido Mantega (Fazenda).
Na semana passada, a proposta do Plano Nacional de Educação (PNE), mantendo a reserva de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a área foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado e aguarda análise da Comissão de Educação. O sucesso da votação foi possível, porque, este ano, os senadores já haviam aprovado uma regra fundamental para garantir os recursos: a proposta que destina 75% dos royaltiesdo petróleo para a educação e 25% para a saúde, um incremento de quase R$ 100 bilhões no repasse para os dois setores.
O relator do PNE na Comissão de Educação, senador Álvaro Dias (PSDB-PR), adiantou que vai tentar fazer mudanças para aprimorar a proposta antes de enviar o projeto para o plenário, mas não detalhou se vai apontar novas fontes.
Na comissão temporária criada para tratar de projetos de educação, a presidenta, senadora Angela Portela (PT-ES), defendeu mais investimentos. “É preciso forte investimento na qualificação e formação dos professores da educação básica. Há uma nítida rejeição dos governos e prefeituras no pagamento do piso salarial nacional dos professores que têm que ter salário justo e digno, mas também preparo para estar na sala de aula melhorando a qualidade de educação do nosso país”, disse.
O líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), explicou que mais dinheiro "só será possível se novas fontes forem apontadas". “Na educação, o recurso que está previsto, como fonte nova, é o dosroyalties. É muito difícil estados, municípios e União crescerem ainda mais o volume de investimentos em educação sem novas fontes. E acho muito difícil a sociedade brasileira aprovar qualquer tipo de novo tributo”, avaliou.
Braga é um dos integrantes da outra comissão temporária que vai tratar de financiamento para a área de segurança. Apesar de reconhecer uma margem apertada de comprometimento extra dos recursos públicos, o líder acredita que tudo depende de vontade política.
“Tudo na democracia depende da prioridade que se estabelece. O povo foi para rua e disse que prioridade era educação e saúde. Rapidamente surgiu o Mais Médicos e estamos conseguindo dar resposta de 15% da receita líquida da União, que será aplicado na saúde. Há pelo menos 20 anos tenta-se fazer uma vinculação de receita da União para a saúde. Nós conseguimos fazer isso em três meses”, citou.
A primeira reunião de trabalho da comissão temporária que vai tentar identificar novas fontes de financiamento para segurança pública está marcada para as 15h30 de amanhã (8). Os trabalhos da comissão especial de educação começam na próxima semana, dia 15. A expectativa é que esses primeiros encontros sirvam para a aprovação do plano de trabalho dos colegiados.
A assessoria da senadora Angela Portela explicou que o grupo terá que buscar respostas para questões como: quanto custará fazer uma revolução educacional, de onde virão esses recursos e como devem ser distribuídos e aplicados.

Repsol e Petrogal poderão participar de leilão do pré-sal separadamente


da Agência Brasil
Rio de Janeiro – As empresas petrolíferas Petrogal e Repsol Sinopec poderão participar do primeiro leilão do pré-sal separadamente (sozinhas ou em consórcios diferentes),  informou hoje (7) o diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP) Helder Queiroz. A decisão foi tomada pela Comissão Especial de Licitação do leilão, na última sexta-feira (4).
O caso estava sendo avaliado pela comissão porque as duas companhias têm como acionista a chinesa Sinopec e, pelas regras do leilão, empresas controladas pelo mesmo grupo não podem participar como concorrentes. Depois de avaliar a documentação enviada pela Petrogal, que é uma parceria da Sinopec com a portuguesa Galp, e pela Repsol Sinopec, que é uma parceria com a espanhola Repsol, a comissão considerou que a chinesa não é a controladora das empresas.
“A preocupação é garantir as melhores condições de competição. O que avaliamos é se existiria algum tipo de coalizão explícita ou tácita. Como o controle [dessas empresas] está diluído, isso não implicaria algum problema”, disse Queiroz, durante o seminário Desafios da Energia no Brasil, do Grupo de Economia da Energia (GEE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
A comissão considerou, no entanto, que as estatais chinesas Cnooc e CNPC só poderão participar do leilão se estiverem em um mesmo consórcio ou se uma delas desistir, já que as duas são controladas pelo governo da China.
Ao todo, 11 empresas se inscreveram e foram habilitadas para participar do leilão, que ofertará a área de Libra, na Bacia de Santos, e será a primeira sob o regime de partilha. Será escolhida vencedora a empresa ou consórcio que oferecer à União o maior percentual do lucro sobre o petróleo produzido.
As empresas têm até hoje para apresentar as garantias financeiras para participar do leilão, marcado para o próximo dia 21.

Manifestantes se concentram para protesto no centro do Rio


da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Manifestantes já estão concentrados, na Igreja da Candelária, no centro do Rio, para um protesto batizado de Um Milhão pela Educação. A maior parte do público é formado por professores municipais e estaduais, estudantes, bancários e petroleiros. As categorias decidiram fazer um ato unificado em defesa do ensino.
Os manifestantes pretendem seguir pela Avenida Rio Branco, uma das principais do centro, até a Cinelândia, em frente à Câmara dos Vereadores. O local foi palco, no último dia 1º, de uma violenta repressão da Polícia Militar (PM) aos representantes do magistério e também a outros manifestantes, muitos deles integrantes do grupo Black Bloc, durante votação do plano de cargos e salários do magistério municipal enviado pela prefeitura.
O comércio na região central continua funcionando, mas todas as agências bancárias estão protegidas por chapas de compensado, para evitar que virem alvo de depredações. A PM já está presente, mas com um efetivo mais discreto do que nas demais manifestações. O governador Sérgio Cabral tem respondido, em entrevistas, que é preciso separar os professores dos manifestantes que promovem vandalismo, para que os representantes do magistério sejam atingidos pela repressão policial.

Cristina Kirchner será operada amanhã na Argentina


da Agência Brasil
Brasília – A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, será submetida amanhã (8) a uma cirurgia cerebral, na Fundação Favaloro Hospital Universitário, em Buenos Aires. Os médicos vão drenar o edema que se formou no cérebro da presidenta. Cristina Kirchner foi internada no hospital para ser preparada para a cirurgia e fazer os exames prévios. Em comunicado, a direção da instituição confirmou apenas que a cirurgia ocorrerá pela manhã.
A Presidência da República da Argentina informou que, por recomendação médica, Cristina Kirchner ficará de repouso por um mês em decorrência de um traumatismo craniano causado por uma queda em agosto. Várias tarefas políticas serão desempenhadas pelo vice-presidente da Argentina, Amadeo Boudou.
“Diante do quadro clínico, a equipe [médica] indica a intervenção cirúrgica. A mesma consiste na evacuação cirúrgica do hematoma [cerebral]”, explica a fundação.
De acordo com o texto, a presidenta apresentou ontem (6) “sensação de formigamento” no braço esquerdo durante exame feito por uma equipe médica na residência oficial de Olivos. Segundo o comunicado, a partir do exame físico-neurológico foi constatado que havia “uma transitória e leve perda de força muscular do mesmo membro superior”.
Cristina Kirchner recebeu mensagens de solidariedade dos presidentes Dilma Rousseff, Nicolás Maduro (Venezuela) e Juan Manuel Santos (Colômbia). Em nota, no último dia 5, a Presidência da República da Argentina informou que há uma acumulação de sangue e alguns elementos orgânicos no cérebro da presidenta causando um edema cerebral.
*Com informações da agência pública de notícias da Argentina, Telam

Petrobras vai redobrar cuidado com indicadores financeiros


 da Agência Brasil

Brasília – A presidenta da Petrobras, Graça Foster, disse hoje (8), que a direção da estatal vai redobrar os cuidados com os indicadores financeiros como resposta ao rebaixamento da nota que a empresa sofreu na semana passada pela agência de classificação de risco Moody's.
A Petrobras passou da nota A3 para Baa1, depois da análise de dois critérios: o primeiro considera o grau de endividamento da empresa em relação ao dinheiro em caixa e o segundo, a possibilidade da empresa manter fluxo negativo de caixa ao longo dos próximos anos.
“Ninguém gosta de ganhar nota baixa”, disse Graça, depois de participar de uma sessão solene no Congresso Nacional em homenagem aos 60 anos da Petrobras, completados no último dia 3. Mesmo mesmo reconhecendo os motivos da avaliação negativa, Graça ressaltou que a Petrobras ainda é a mais bem avaliada empresa brasileira. "É um alerta, e a Petrobras está atenta a todas as suas melhorias e necessidades”, afirmou a presidenta da empresa.
Graça Foster lembrou que, até 2020, a Petrobras vai dobrar a produção diária de barris de petróleo – hoje em 2 milhões por dia. Ainda assim, a presidenta da Petrobras disse que a empresa não deve chegar à média da meta estipulada para este ano, como já tinha alertado nos primeiros meses de 2013. “Mas ainda é cedo para falar de meta cumprida ou não cumprida”, completou. 
A presidenta da Petrobras considera natural que haja interesse mundial sobre as atividades da empresa e disse que, muitas vezes, a curiosidade não se revela apenas em atos de espionagem, como os que foram denunciados recentemente.
“Independentemente da espionagem, o próprio volume de reservas [de petróleo] do Brasil e sua capacidade objetiva de produzi-lo motivam o interesse mundial. Sem dúvida, as reservas que temos são expressivas, se comparadas às reservas internacionais, e é fato inequívoco que estamos, sim, produzindo o pré-sal. Mas isso se dá de forma direta. A Petrobras é muito procurada pelas empresas”, enfatizou.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Brasil pretende doar US$ 6,5 milhões a refugiados palestinos


da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O governo brasileiro pretende doar US$ 6,5 milhões para a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina. Com a contribuição, o Brasil poderá qualificar-se como integrante do Conselho Consultivo do órgão, que hoje conta 25 membros.
A informação foi dada hoje (4) pelo comissário-geral da agência, Filippo Grandi, em visita ao Rio. Ele explicou que para pleitear uma cadeira no conselho é necessário que o candidato faça doações de US$ 15 milhões. O Brasil doou U$ 1 milhão em 2010, e US$ 7,5 milhões no ano passado.
Ele disse estar confiante na futura participação do Brasil como membro do conselho. “Não é apenas o dinheiro, queremos parceria. Queremos ouvir o Brasil sobre a questão dos refugiados palestinos, porque acreditamos que o Brasil tem potencial para prover fortes contribuições”, disse.
O coordenador-geral de Ações Internacionais de Combate à Fome do Ministério das Relações Exteriores, Milton Rondó, explicou que o governo enviará pedido ao Congresso Nacional para viabilizar a doação.
“O mais importante é fazer a contribuição para apoiar o trabalho da agência. Temos interesse em participar do conselho, pois nos dará um conhecimento maior sobre a situação e capacidade de influir positivamente”, disse.
Caso faça a doação, o Brasil será o primeiro país latino-americano e do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) a integrar o conselho.
Além de dinheiro, o Brasil enviará 11.500 toneladas de arroz para os cerca de 5 milhões de refugiados palestinos no Oriente Médio. A primeira remessa com 5,6 mil toneladas será embarcada no dia 15 de novembro.
O coordenador-geral Filippo Grandi foi recebido pelo vice-presidente, Michel Temer, ministros e parlamentares em Brasília. Ele esteve no Rio Grande do Sul e em São Paulo, onde participou de campanha para arrecadar fundos para as ações da agência.

Comissão do Senado italiano propõe expulsão de Silvio Berlusconi


Da Agência Brasil*
Brasília – A comissão especial do Senado italiano propôs hoje (4) a cassação do mandato do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, por ele ter sido condenado a quatro anos de prisão por fraude fiscal, anunciou o presidente do colegiado, Dario Stefano. Uma lei italiana determina a perda automática do mandato no caso de condenações definitivas superiores a dois anos.
“Tendo tomado nota dos argumentos das partes, a comissão tomou, por maioria, a decisão de propor ao Senado que invalide a eleição de Berlusconi", disse Stefano.
Agora, caberá ao plenário do Senado votar sobre a decisão, o que deve ocorrer até o fim deste mês.
O ex-primeiro-ministro faltou à audiência da comissão, mas denunciou o procedimento como uma manobra de seus inimigos políticos. “Não há possibilidade de defesa e não há razão para comparecer perante pessoas que já anunciaram, pela imprensa, qual decisão iriam tomar”, disse Berlusconi, em comunicado divulgado por seus advogados.
A Suprema Corte da Itália confirmou, no início de agosto, a condenação do ex-primeiro-ministro à pena de quatro anos de prisão e determinou que a decisão que o proíbe de exercer funções públicas durante cinco anos fosse novamente julgada por um tribunal de apelação.
*Com informações da Agência Lusa

Mais de 100 parlamentares comunicam troca de partido ao Congresso


da Agência Brasil
Brasília - Até o meio-dia desta sexta-feira (4) mais de 100 deputados e dois senadores haviam comunicado a troca de partido à Secretaria-Geral da Mesa da Câmara e do Senado. O prazo para os que querem concorrer nas próximas eleições termina amanhã (5).
Durante a semana, a prática foi condenada em discursos de vários parlamentares e reacendeu as discussões sobre a necessidade de uma reforma política, embora muitos reconheçam que atualmente a possibilidade é remota.
“O troca-troca de partidos mostra a fragilidade do sistema político brasileiro. Mostra que há um conjunto grande de partidos sem densidade programática”, disse o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF). Apesar de não ver perspectivas nessa legislatura, Rollemberg defendeu que, a partir de 2015, com Congresso renovado, a reforma política possa finalmente ser votada. “Do jeito que está não dá para continuar.”
“A culpa e a responsabilidade desse fato lamentável são do Congresso”, disse o senador Paulo Paim (PT-RS). Segundo o parlamentar, apesar de ter reconhecido a fidelidade partidária, o Legislativo não manteve uma posição firme em relação a novos partidos, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entendeu que as regras de perda de mandato para candidatos que mudam de legenda não se aplicam nos casos em que a migração é feita para um partido novo.
“Essa situação delicada, com esse troca-troca, foi um erro do próprio Congresso. Se as regras fossem mais duras, as mudanças não ocorreriam em 90% dos casos”, avaliou Paim.
Na Câmara, até o meio-dia, o Partido Social Democrático (PSD) foi a legenda com mais pedidos de adesão (52), enquanto, no Senado, a sigla já perdeu um representante: a senadora Kátia Abreu (TO) que, desde ontem, integra o PMDB.
“Passo a fazer parte do maior partido de oposição no estado [o Tocantins], para compor uma frente ampliada. O objetivo é somar forças com outros importantes partidos, recuperar o Tocantins e preparar o seu futuro”, destacou a senadora.
Outra mudança no Senado foi comunicada por Vicente Alves que migrou do Partido da República (PR) para o Solidariedade. O parlamentar ocupa, há dois dias, a liderança da nova legenda no Senado. O Solidariedade foi um dos partidos recentemente criados e aprovados pelo TSE, liderado por Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SP).

Após derrota no TSE, Marina anuncia futuro político às 15h


da Agência Brasil
Brasília - A ex-senadora Marina Silva anuncia hoje (4), às 15h, em Brasília, a decisão sobre o seu futuro político depois da derrota sofrida, ontem (3), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A corte negou o pedido de registro da Rede Sustentabilidade, liderada pela ex-candidata à Presidência. Hoje, no Senado, parlamentares lamentaram o resultado que tira a nova legenda da disputa eleitoral do próximo ano.
Em discurso no plenário, o ex-companheiro de partido de Marina, senador Jorge Viana (PT-AC), saiu em defesa da criação do partido e disse que o Congresso tem responsabilidade nisso. “As regras do jogo político no Brasil estão muito ruins e a culpa é de quem faz a legislação que somos nós. Por que a reforma política não sai?”
Viana disse que o troca-troca de partidos virou um comércio por mais tempo de propaganda na TV e participação no fundo partidário, criando uma situação “vexatória” para o Parlamento. “A legislação hoje ajuda a ficar pior o que já está ruim, quando você tem um partido igual ao Rede Sustentabilidade, que vem de um movimento social e quer buscar um registro partidário, e não passa [pelo TSE]. Aí passa o que não tem nenhuma representatividade social.”
Seguindo a mesma linha de críticas, o senador Pedro Simon (PMDB-RS), atacou a decisão da Justiça Eleitoral. “A Rede Sustentabilidade provou que tinha as assinaturas e que seria um partido sério e responsável. Houve coisas estranhas”, disse. Simon alertou que, enquanto na região do ABC Paulista, recusaram 78% das fichas, “no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina rejeitaram menos de 10%”.
O senador Ruben Figueiró (PSDB-MS) também levantou suspeitas sobre o processo. “Ela [Marina Silva] tomou todas as providências. Acho que houve certo rigor em relação à análise das inscrições. Por que não fizeram isso em relação ao PROS [Partido Republicano da Ordem Social]?”, indagou o parlamentar ao citar o partido aprovado e que será presidido pelo ex-vereador da cidade de Planaltina de Goiás, Eurípedes Junior.
A decisão do TSE foi contrária a um desejo nacional e o TSE deveria ter aprovado, ao menos, um registro provisório, de acordo com Figueiró. “Questão política se decide, não com os termos frios da lei, mas com a intenção da lei que foi a de criar partidos para dar oportunidade para que todas as correntes e opiniões do país se manifestem por meio de uma organização partidária”, disse.
A solução foi a mesma defendida pelo ex-ministro Nelson Jobim. Para ele, a melhor opção seria o TSE conceder o registro ao partido e, na sequência, definir prazo para que a Rede reunisse e validasse as assinaturas. “Assim, você atende aos dois lados: respeita a exigência de ter as assinaturas, que não pode o tribunal recuar, e assegura, por essa forma, a concorrência [da legenda] nas eleições.”
O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Britto, também tem dúvidas em relação ao processo que levou a Rede Sustentabilidade à derrota. “Eu, pessoalmente, entendo que não se pode deixar de certificar a autenticidade de uma assinatura de apoio a partido, sem motivação”, disse ao criticar o posicionamento dos cartórios eleitorais na checagem das assinaturas.
Na contramão da defesa de Marina Silva, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) disse que a ex-senadora falhou durante o processo. “Se há algo anárquico no Brasil que precisa ser modificado é essa legislação eleitoral. Todo mundo cria partido e ao não conseguir criar seu partido, a Marina, infelizmente, demonstrou incapacidade de mobilização e de organização e isso não é bom”, afirmou.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Atualizada - Governo não tem como destinar 10% da receita bruta arrecadada para a saúde, diz Miriam Belchior


da Agência Brasil

Brasília - A ministra Miriam Belchior disse que mesmo que o governo abra mão de todas as políticas públicas prioritárias, como as voltadas à área de educação, será impossível destinar 10% da receita bruta arrecadada para a saúde. A proposta de iniciativa popular que está tramitando no Congresso foi apresentada com a assinatura de mais de 800 mil brasileiros.
“Nem tirando todas as demais políticas públicas eu consigo implementar essa proposta. Já tivemos reuniões com o movimento mostrando a dificuldade e o impacto nas demais contas”, disse. “Não nos parece que a receita corrente bruta é o melhor indicador para qualquer vinculação de gastos de despesas de governo porque na receita bruta estão as transferências para os estados e municípios, como o Fundo de Participação dos Estados, o Fundo de Participação dos Municípios, o Fundeb [Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação]”, completou.
Durante a sessão temática que ocorre desde as 12h no Congresso para tratar o tema do financiamento da área de saúde, a ministra expôs várias contas e concluiu que, pelas contas de 2013 das receitas brutas arrecadadas, o governo tem autonomia apenas sobre um total de R$ 272 bilhões. Desse total, segundo a ministra, R$ 206 bilhões já estão comprometidos com áreas prioritárias, incluindo a de saúde. Segundo ela, mesmo com os recursos dos royalties não será possível cobrir as previsões que a proposta popular representam em investimentos.
“Uma coisa nos une: a necessidade de melhorar a prestação dos serviços de saúde e isso tem que passar por melhoria de gestão e aumento de financiamento. As dificuldades são em relação à proposta dos 10% sobre a receita bruta que tem um impacto muito grande para o atual patamar de receitas do governo federal”, disse, ao acrescentar que as arrecadações do governo têm se mantido estáveis na relação com o Produto Interno Bruto (PIB).
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também reconheceu a necessidade de melhorias na área, mas destacou resultados como a redução da necessidade de internações e o aumento do atendimento de saúde básica em todos os municípios do país. Ao apresentar os números, Padilha disse que os investimentos do governo se mantêm crescentes na área, mesmo seis anos depois do fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) que, pelas contas do Executivo, representaram um terço desses investimentos ao longo de 25 anos.
“A CPMF foi a única fonte além das fontes da seguridade social. Ao retirar a CPMF, o Congresso Nacional tirou R$ 40 bilhões anuais da saúde em 2007. Se contar até 2012, foram R$ 200 bilhões retirados da saúde da nossa população”, afirmou.
A resposta às justificativas apresentadas pela ministra foram quase imediatas. O representante do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, Jurandir Frutuoso, que também participa da mesa da sessão temática agradeceu a explicação das contas públicas, mas disse os números não os “convence".
O coordenador do Movimento Saúde +10, Ronald Ferreira dos Santos, disse que a população brasileira se baseou em cálculos feitos por especialistas e reconhecidos por autoridades do governo como os necessários para uma melhoria da área. Segundo ele, a proposta não soma R$ 190 bilhões, mas R$ 40 bilhões para a área.
“Todos os economistas dão conta de que é possível aplicar os 10% das receitas brutas em saúde. Há possibilidades reais. A dependência disso é vontade politica. Estamso disposts a negociar, mas é impossivel entrar 2014 sem que os recursos de saúde sejam ampliados significativamente”, destacou.

Câmara pode votar novas regras para eleições na semana que vem


da Agência Brasil
 

Brasília – O texto da minirreforma eleitoral aprovado nesta semana no Senado pode entrar na pauta de votações da Câmara dos Deputados já na semana que vem. A pressa é para que a votação ocorra a tempo de as regras valerem já nas eleições do ano que vem. No entanto, a votação depende da retirada da urgência constitucional do novo Código da Mineração, que está trancando a pauta de votações do plenário da Casa.
Para o relator da proposta da Câmara (PL 5.735/13), deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), o texto do Senado terá prioridade porque incorporou muitos pontos do trabalho feito pelos deputados. “O senador [Romero] Jucá [PMDB-RR], que foi o relator lá no Senado, ouviu diversos segmentos. Eu, particularmente, diversas vezes, conversei com ele. Então, não houve qualquer discriminação ou atrito [entre Câmara e Senado]. O texto do Senado é bom, e dá para a gente trabalhar a partir dele", disse Vaccarezza.
Uma das principais mudanças estabelecidas no texto aprovado pelos senadores é a proibição de troca de candidatos pelos partidos na véspera da eleição, como ocorre atualmente. Pelo projeto, a troca tem de ser feita até 20 dias antes do pleito.
O texto também proíbe que, se for candidato, o presidente da República faça pronunciamento em cadeia nacional de rádio e televisão para se promover ou atacar candidatos da oposição. Outro ponto da atual lei eleitoral alterado no projeto é o que trata da propaganda de boca de urna. O texto estipula multa, além da prisão, para quem fizer campanha de candidatos no dia da eleição. Podem ser presos o  indivíduo que faz boca de urna e o mandante, se for identificado. Foi imposto um limite de contratação de cabos eleitorais.
A proposta do Senado também proíbe a propaganda em faixas, muros e placas e o adesivamento total de carros, chamado de envelopagem. Pelo projeto, ficam permitidos adesivos de até 50 centímetros no vidro traseiro. Opiniões pessoais são permitidas em redes sociais na internet. Foi imposto ainda um limite de contratação de cabos eleitorais.

Índio é baleado durante protesto em Mato Grosso do Sul


da Agência Brasil
Brasília – O índio terena Abrão Ferreira, 50 anos, foi baleado na manhã de hoje (19), durante protesto em defesa da saúde indígena. Segundo a polícia, os cerca de 80 manifestantes bloquearam a Rodovia BR-262, no município de Miranda (MS). O líder indígena Paulino Terena disse à Agência Brasil que o suspeito é um fazendeiro conhecido na região.
De acordo com o terena, o produtor rural estava em uma caminhonete quando abordou os manifestantes e disparou três vezes contra Abrão. Um dos disparos atingiu a perna do índio. "Ele chegou sem falar nada, tentou atravessar o bloqueio e disparou os tiros. Abrão foi levado para o hospital e passa bem", explicou o terena que participa do bloqueio. O suspeito fugiu na caminhonete.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, a interdição ocorre nas duas faixas e provoca engarrafamento de mais de 2 quilômetros nos dois sentidos. A polícia orienta os motoristas para que evitem o trecho da rodovia que liga Vitória (ES) a Corumbá (MS), na fronteira com a Bolívia. Apenas ambulâncias, veículos com crianças e mulheres grávidas passam pelo bloqueio.
O protesto é em apoio à ocupação do prédio do Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, iniciada ontem (18), por 30 lideranças indígenas das etnias Guarani-Kaiowá, Guató, Kadiwéu e Terena. Eles reivindicam a saída do coordenador, Nelson Ozalar.
Os índios divulgaram uma carta em que afirmam o caráter pacífico da ocupação e denunciam a falta de estrutura de 80 postos de saúde espalhados pelas aldeias. "As construções estão depredadas, precárias, sem banheiros, ventilação, iluminação. Não há insumos e equipamentos básicos para as equipes de atendimento", diz o documento.
O presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena de Mato Grosso do Sul, Fernando Souza, disse que os índios decidiram manter a ocupação e o bloqueio da rodovia até receber uma resposta do secretário Especial de Saúde Indígena, Antônio Alves de Sousa. "Queremos o afastamento do coordenador para, a partir daí, poder rever a política de saúde indígena", disse.
Agência Brasil tentou contato com a Secretaria Especial de Saúde Indígena, em Brasília, mas até o fechamento da reportagem não obteve retorno. A secretaria é vinculada ao Ministério da Saúde e, desde 2010, cuida diretamente da atenção à saúde dos indígenas.

Especialistas cobram votação do novo Código de Processo Civil na Câmara


da Agência Brasil
Brasília – Especialistas, parlamentares e operadores do direito apontaram nesta quinta-feira (19) pontos positivos e negativos do novo Código de Processo Civil (CPC) - que tramita por meio do Projeto de Lei (PL) 8.046/10 - durante comissão geral que discutiu o tema na Câmara dos Deputados, mas foram unânimes em defender a rápida votação da proposta.
O representante da Associação dos Juízes Federais (Ajufe), Oscar Valente Cardoso, foi um dos que defenderam que a votação ocorra rapidamente. Para ele, o texto ainda tem pontos a serem melhorados, mas a discussão sobre a proposta do Senado teve início há cinco anos e não deve se prolongar muito mais, para que não fique desatualizada.
“Há muito mais avanços e melhorias do que retrocessos”, disse. Um dos grandes avanços do novo CPC, segundo ele, é conferir efetividade a vários dispositivos constitucionais relativos ao processo civil.
Para o professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) José Manuel Alvim Netto, o novo código valoriza a jurisprudência e a estabilidade judicial. Ele disse que são incorretas as críticas de que os conceitos adotados na proposta são vagos, pois, segundo ele, o novo texto mantém conceitos já adotados na Constituição e na legislação comum.
Alvim Netto elogiou a simplificação processual prevista no novo CPC. “Simplificar é comparar o texto a ser modificado com o que resulta. Há vários exemplos bem-sucedidos da simplificação”, explicou.
O professor deu como exemplo as mudanças no agravo de instrumento – recuso usado para contestar decisões judiciais no curso do processo, dirigidas a instância superior para serem julgadas imediatamente. “As ações serão julgadas pelos tribunais sem a sobrecarga de tratar o agravo de instrumento como processo”, explicou.
Já o juiz e professor de direito processual da Universidade de São Paulo (USP) Fernando da Fonseca Gajardoni reconheceu que o projeto avançou em muitos pontos, mas alertou que outros podem ter efeito contrário ao desejado.
Um deles é a retirada do efeito suspensivo da apelação, regra segundo a qual o recurso suspende a aplicação da sentença. O projeto original acabava com esse efeito, garantindo a execução da sentença independentemente do recurso. A proposta em discussão no entanto, mantém a regra atual e garante o efeito suspensivo da apelação. Segundo o professor, favorável à execução imediata da decisão judicial, apenas 30% dos recursos obtêm sucesso em reformar uma sentença.
Outra crítica foi feita à regra que obriga o julgamento das ações de acordo com a ordem em que chegam aos gabinetes. Há exceções, mas o projeto determina que elas também devem seguir uma ordem cronológica.
“No Brasil, mais de 50% das unidades judiciais de primeira instância são cumulativas [julgam todos os tipos de processo]. Não vai ter baile no interior, não vai ter adoção, não vai ter liberação para criança viajar, se a improbidade administrativa for julgada”, explicou. Segundo ele, uma solução seria garantir o julgamento cronológico apenas nos tribunais e não na primeira instância da Justiça.
O presidente da comissão especial que analisou o novo Código de Processo Civil, deputado Fabio Trad (PMDB-MS), disse nesta quinta-feira (19) que a proposta deve ser votada no plenário no próximo dia 8 de outubro.
A previsão inicial era de que o texto fosse votado na semana que vem, mas a minirreforma eleitoral aprovada pelo Senado terá prioridade. Para avançar nessas votações, no entanto, o governo precisa retirar a urgência constitucional do projeto do Código de Mineração, que tranca a pauta do plenário da Câmara e para o qual ainda não há consenso que permita a aprovação.

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Abertas inscrições para o Ciência sem Fronteiras Espacial


da Agência Brasil
Brasília – Estão abertas as inscrições para o Programa Ciência sem Fronteiras Espacial, voltado para o intercâmbio de alunos e especialistas em questões espaciais nas áreas de engenharia, pesquisa e indústria. As bolsas são para doutorado, doutorado sanduíche e pós-doutorado. Entre os países que receberão os estudantes, estão os Estados Unidos, a Alemanha, a França, a Rússia, a Índia e o Canadá.
As propostas devem ser enviadas para o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) até o dia 29 de outubro, pela internet. Os candidatos devem preencher o Formulário de Propostas Online, disponível na Plataforma Carlos Chagas. O resultado será divulgado em novembro.
Além disso, serão oferecidas bolsas para Atração de Jovens Talentos e Pesquisador Visitante Especial, ambas com a duração de três anos. Em todas as modalidades, serão concedidas mais de 86 bolsas.
programa foi lançado em julho deste ano. A previsão inicial é conceder 300 bolsas de estudos em graduação, doutorado, pós-doutorado e desenvolvimento de pesquisas. Além de estudantes brasileiros, o programa dará a 150 pesquisadores visitantes oportunidade de atuar no país.
A iniciativa é uma parceria entre o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Agência Espacial Brasileira para ampliar a formação de estudantes na área espacial, pouco atrativa para os profissionais brasileiros. A primeira chamada teve investimento de R$ 15.855.300. O valor de cada bolsa varia de acordo com a modalidade.  

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Mais Médicos: profissionais com diploma do Brasil têm até hoje para se apresentar


Da Agência Brasil
Brasília - Os profissionais com diploma do Brasil que vão participar do Programa Mais Médicos têm até hoje (12) para se apresentar nos municípios selecionados. Quem não comparecer será excluído do programa e ficará impedido de retornar pelos próximos seis meses. O processo de apresentação começou no dia 2.
Para concluir a entrada no Mais Médicos, os profissionais precisam apresentar os documentos pessoais, o diploma, registro profissional e o termo de adesão.
O Ministério da Saúde informou ontem (11) que 47% dosmédicos brasileiros inscritos no programa iniciaram as atividades nas unidades básicas de Saúde. O percentual corresponde a 511 profissionais do total de inscritos.
Ao todo, 1.096 profissionais foram selecionados para ocupar vagas em unidades básicas de saúde em 454 municípios e 16 distritos de saúde indígena. A maioria (51,5%) vai para periferias de capitais e regiões metropolitanas e os 48,5% restantes para cidades do interior e regiões de alta vulnerabilidade social. A região Nordeste deve receber o maior número de médicos, 433 profissionais, seguida do Sudeste (251), Norte (169), Sul (128) e Centro-Oeste (115).

Obras podem afetar abastecimento de água em Curitiba e Pinhais


A Sanepar informa que obras e melhorias no sistema podem afetar o abastecimento de água em Curitiba e Pinhais nesta quinta-feira (12). 

Em Curitiba, a realização da primeira etapa dos serviços de melhorias no Reservatório Xaxim pode comprometer o fornecimento de água nos bairros Xaxim, Alto Boqueirão, Boqueirão, Ganchinho, Hauer, Pinheirinho e Sítio Cercado. O serviço começa às 13h e a normalização do abastecimento está prevista para as às 6h de sexta-feira (13).

Em Pinhais, a obra de interligação de redes pode afetar o abastecimento no bairro Maria Antonieta. Os serviços começam às 8h30 e a normalização do sistema deve ocorrer no final da tarde. 

Clientes que não possuem caixa-d’água domiciliar podem ficar desabastecidos temporariamente. A Sanepar lembra que de acordo com norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), cada imóvel deve ter caixa-d’água com capacidade para atender as necessidades dos moradores por, no mínimo, 24 horas. O reservatório domiciliar deve armazenar pelo menos 500 litros.

A Sanepar pede a colaboração de todos e orienta para que a população utilize a água de forma racional e evite desperdícios. 

O Serviço de Atendimento ao Cliente Sanepar é feito pelo telefone 115, que funciona 24 horas. Ao ligar, tenha em mãos a conta de água ou o número de sua matrícula. Acompanhe mais informações pelo Twitter e Facebook. 

Secretaria da Comunicação Social