quinta-feira, 27 de março de 2014

Richa envia à Assembleia Legislativa mensagem do reajuste do salário mínimo



O governador Beto Richa recebeu nesta quarta-feira (26), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, integrantes do Conselho Estadual do Trabalho, que entregaram oficialmente a proposta de reajuste de 7,34% no salário mínimo regional. O governador assinou o anteprojeto do novo piso, que será encaminhado à Assembleia Legislativa. 

Proposto por uma comissão tripartite - formada por representantes dos empregadores, dos trabalhadores e do poder público – o novo piso vai beneficiar cerca de 1 milhão de paranaenses. “Buscamos construir o consenso, dialogando com a classe trabalhadora e com os empresários, para chegar a este reajuste. O diálogo é o ponto alto de nossa gestão e tem possibilitado unir pontos divergentes, graças à intermediação do governo”, disse Richa. 

O secretário do Trabalho, Emprego e Economia Solidária, Amin José Hannouche, também presidente do Conselho Estadual do Trabalho, afirmou que houve um grande esforço do Governo do Estado para que houvesse um consenso, por meio do diálogo. “Foi um consenso, sem precedentes, graças à política estabelecida pelo governador Beto Richa, que culminou na aprovação do novo piso salarial regional”, disse ele. 

O novo piso entra em vigor dia 1º de Maio e será aplicado em quatro faixas salariais, que variam de R$ 948,20 a R$ 1.095,60. O piso regional é um instrumento para regulamentar o salário de categorias profissionais que não têm convenção nem acordo coletivo de trabalho. 

REFERÊNCIA - “Essa conciliação entre todas as partes faz com que tenhamos uma sociedade mais justa. Podemos agora ter este piso como referência nas negociações, principalmente nas categorias que não têm representação sindical”, explicou Sérgio Butka, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos e vice-presidente da Força Sindical. 

Para o presidente da Federação do Comércio do Estado do Paraná (Fecomércio-PR), Darci Piana, o reajuste acordado possibilita o investimento do setor empresarial, ao mesmo tempo em que garante poder de compra aos trabalhadores. “O diálogo franco entre as três partes traz resultados positivos para o Paraná. É importante para o Estado manter nossas empresas sadias, com condições de continuarem crescendo e produzindo e, também, que os trabalhadores tenham um salário e condições dignas”, destacou. 

EMPREGOS – Além de ser o Estado com o maior o salário mínimo regional do País, o Paraná também se destaca na geração de empregos. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Estado gerou 341.393 empregos com carteira assinada entre janeiro de 2011 e fevereiro de 2014. 

Foram criados 125.807 postos de trabalho em 2011; 89.251 em 2012 e 88.413 em 2013. Em janeiro de 2014, foram criados 11.991 empregos e, em fevereiro, 25.612. 

“O reajuste salarial é a continuidade de uma política importante do Paraná na área do trabalho e emprego. Com este acordo inédito temos um avanço importante, porque também foi incluída na discussão a agenda do trabalho decente, muito importante porque envolve a vida de todos os trabalhadores”, explicou o ex-secretário estadual do Trabalho, o deputado estadual Luiz Claudio Romanelli. 

FAIXAS SALARIAIS – São quatro faixas utilizadas para definir o piso de cada grupo ocupacional. Conforme a proposta, para o primeiro grupo, formado por trabalhadores empregados nas atividades agropecuárias, florestais e da pesca, o salário será de R$ 948,20. 

Para o segundo grupo, composto por trabalhadores de serviços administrativos, domésticos e gerais, vendedores e trabalhadores de reparação e manutenção, o mínimo regional passa a ser de R$ 983,40. 

Para profissionais da produção de bens e serviços industriais, que compõem o terceiro grupo, o salário foi reajustado para R$ 1.020,80. Já o quarto grupo, composto por técnicos de nível médio, o novo piso do salário mínimo regional será de R$ 1.095,60. 

PARA 2015 - Também foram definidos os valores-hora para os salários regionais dos diferentes grupos ocupacionais, com o objetivo de facilitar os cálculos trabalhistas. 

O acordo definiu, ainda, o reajuste para 2015, que será igual à variação do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) no acumulado de 12 meses, encerrados em dezembro de 2014, agregada à taxa real de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do País, em 2013 (apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística -IBGE). 

Participaram da solenidade o secretário estadual do Planejamento, Cássio Taniguchi; o secretário em exercício da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Horácio Monteschio; e o Chefe da Casa Civil do Governo do Paraná, Reinhold Stephanes, além de representantes das centrais sindicais e das entidades patronais. 

Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em: www.facebook.com/governopr ewww.pr.gov.br  

Paraná e cinco estados defendem a padronização da inspeção sanitária


A padronização dos sistemas de fiscalização e inspeção sanitária dos produtos de origem animal foi um dos assuntos discutidos pelo Paraná e outros cinco estados durante o Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa), realizado quarta-feira (26), durante a Feira Internacional de Proteína Animal, que acontece no Expotrade, em Pinhais. Participaram do debate os representantes do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. 

Para o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, a discussão entre os estados é extremamente importante. “É preciso ficar atento às questões de sanidade e boas práticas para construir soluções. Esta é uma oportunidade para gastar energia e unir conhecimento, com o objetivo de encontrar meios para que a nossa produção mantenha a chancela da qualidade e chegue aos mercados do mundo sem restrições”, afirmou Ortigara. 

O Paraná, representado por sua Agência de Defesa Agropecuária (Adapar), colocou em discussão a adesão de todos os Estados ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI). “O serviço de inspeção desses estados foi considerado equivalente, mas tenho a impressão de que esta equivalência não está sendo cumprida na sua totalidade. É preciso ter o mesmo critério, não basta apenas seguir os mesmos procedimentos”, apontou Inácio Afonso Kroetz, presidente da Adapar. 

Segundo Kroetz, a adesão ao SISBI daria a garantia de que os produtos de origem animal consumidos em todo o território nacional possuem a mesma qualidade, uma vez que foram inspecionados sob os mesmos critérios. Desta forma, a fiscalização dos produtos inspecionados garantiria sua livre circulação entre os estados. 

Opinião compartilhada por Enori Barbieri, representante da Defesa Agropecuária de Santa Catarina. “É preciso ter uma padronização nacional dos serviços feitos pelos estados, supervisionado pelo ministério. O produto consumido em Santa Catarina tem que sofrer a mesma fiscalização do produto feito em São Paulo, Paraná ou na Bahia”, acredita. 

MODERNIZAÇÃO - Outro ponto destacado no fórum foi a necessidade de modernização do SISBI antes da adesão dos estados. “Estamos abertos à inovação, mas gostaríamos de mais participação do Ministério da Agricultura para que possamos encontrar uma nova forma de inspeção sanitária para todos os estados”, apontou Eraldo Marques, representante da Defesa Agropecuária do Rio Grande do Sul. 

Na visão do coordenador do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura, Leandro Feijó, este é o caminho a ser seguido em busca da melhoria dos serviços de sanidade agropecuária do país. “Estamos abertos a discussão sobre modernizar os procedimentos que a inspeção necessita para criar um padrão único que dê a segurança esperada pela população brasileira e que atenda aos requisitos sanitários dos diversos países com os quais nós temos relação comercial”, disse ele. “É um desafio importante, pois o SISBI é a porta de entrada para unir os conhecimentos das esferas federal e estadual para transferir acertos e erros na busca por um modelo ideal”, complementou. 

No caso de Mato Grosso do Sul, o governo procura a melhor maneira de implementar o sistema brasileiro. “Estamos tentando nos adequar ao SISBI e temos sentido dificuldade. Mas essa troca de informações nos auxilia a tomar diretrizes, usando a experiência dos outros estados como nosso guia”, explicou a representante do Estado, Maria Cristina Carrijo. 

DOENÇAS - O encontro também abordou outros temas, como ações conjuntas no controle à tuberculose e brucelose, e estratégias para a evolução do Plano Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA). “Neste fórum de discussão procuramos fazer uma integração entre os órgãos estaduais para ver a melhor forma de cumprir a legislação, propor alteração quando a lei estiver defasada. A troca de experiências e interação das ações fortalecem todos os serviços de defesa sanitária do país”, avaliou Nelmon Costa, integrante da defesa sanitária de Minas Gerais. 

COESA - Pela manhã também foi realizada a reunião do Comitê Estadual de Sanidade Avícola. Houve a reeleição pelo mandato de dois anos do coordenador, Humberto Schiffer Cury, e do vice-coordenador, Irineu Dantes Peron. “A reeleição da coordenação demonstra que o Coesa está seguindo seus objetivos e cumprindo com a sua missão”, acredita Inácio Afonso Kroetz, presidente do Coesa. 

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em: www.pr.gov.br ewww.facebook.com/governopr

Aprovação ao governo Dilma cai 7 pontos percentuais, diz CNI/Ibope


MARIANA HAUBERT
 na Folha

A popularidade da presidente Dilma Rousseff caiu no mês de março em comparação a novembro de 2013, aponta pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira (27).
O percentual da população que avalia o governo Dilma como ótimo ou bom caiu 7 pontos percentuais, passando de 43% para 36%. Já o percentual de pessoas que confiam na presidente teve uma pequena redução de seis pontos percentuais, indo de 52% para 48%.
Já em relação a forma com que a presidente Dilma governa caiu de 56% para 51%. Com a queda, a presidente interrompe um ciclo de recuperação da popularidade, que vinha tendo desde setembro do ano passado.
A pesquisa CNI/Ibope foi realizada entre os dias 14 e 17 deste mês e entrevistou 2.002 pessoas em 141 municípios no país. O levantamento, primeiro realizado em 2014, focou na avaliação dos brasileiros sobre o desempenho do governo federal e a atuação de Dilma. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sob o número BR-00053/2014.
Todos os indicadores medidos pela pesquisa registraram redução. Segundo a pesquisa, os entrevistados demonstraram um descontentamento maior com relação às políticas econômicas, principalmente em relação à inflação e ao desemprego.
O resultado foi puxado principalmente pelas pessoas que moram em municípios pequenos, com até 20 mil habitantes. Segundo a pesquisa, Dilma também perdeu mais popularidade entre os jovens de 16 a 24 anos e entre os eleitores com renda familiar mais alta, que recebem mais de cinco salários mínimos, e os residentes no interior.
A queda nos indicadores também fez elevar o percentual da população que considera o governo Dilma pior do que o governo Lula. passando de 34% para 42%. Já o registro das pessoas que consideram Dilma melhor não oscilou dentro da margem de erro e teve uma leve queda de 14% para 11%.
Das nove áreas de atuação do governo avaliadas, a presidente teve queda na aprovação em todas elas, sendo que o percentual dos que aprovam as ações governamentais não supera o percentual dos que as desaprovam. A área econômica é a que teve a maior rejeição.
Na educação, houve um aumento de 7 pontos percentuais entre os que desaprovam a área, passando de 58% para 65%. Mesmo com o programa Mais Médicos, a saúde também teve aumento dentre os que a desaprovam, com 77% da população, ante 72% registrado anteriormente. Já na segurança, o governo registra 76% de desaprovação, ante 70% registrado na última pesquisa.
Na área econômica, o governo tem um índice de desaprovação acima dos 70% nas questões relativas a impostos (77%), combate à inflação (71%) e taxa de juros (73%). A única área que não teve alteração significativa foi a de combate à fome e à pobreza, que se manteve no patamar de 49% de desaprovação.
Para 15% da população, o noticiário é mais favorável ao governo. As notícias mais citadas pelos entrevistados foram sobre: obras para a Copa do Mundo, manifestações pelo país e contra a corrupção. a absolvição dos réus do mensalão no crime de formação de quadrilha, viagens de Dilma e violência e vandalismo durante manifestações de rua.


Renan Calheiros confirma a instalação da CPI


do Portal Vox 



    “Não há mais o que fazer”, declarou o presidente do Senado.
    Renan Calheiros afirmou, após a entrega do requerimento para a criação da CPI da Petrobras, que não vai obstruir o caminho da oposição.
    28 senadores assinaram o documento, idealizado por Aécio Neves, pré-candidato à presidência. Integrantes do PP, PMDB e PSD, aglutinados ao governo, também contribuíram.
    “Evidentemente que, uma CPI em ano eleitoral, ela mais atrapalha do que facilita a vida do Brasil. Mas agora não há mais o que fazer. Temos o requerimento, o fato determinado, o número e vamos fazer a conferência dos nomes e instalar a comissão”, declarou Calheiros.
    O Palácio do Planalto tenta convencer dois senadores a retirarem o nome do pedido da CPI. Pelo regimento interno, até a meia-noite do dia da leitura do requerimento há essa brecha. O trabalho é considerado de risco porque Ideli Salvatti é considerada uma articuladora limitada, e Ricardo Berzoini só assumirá as relações institucionais após a nomeação, na terça-feira.

    Depois de substituir Gleisi por Mercadante, presidente troca a inábil Ideli pelo enrolado Berzoini



    Casa de Noca – Quando destilam as conquistas (sic) dos desgovernos do partido e se vendem à opinião pública como os salvadores da pátria, os petistas ignoram a realidade dos fatos. Compreender as razões que levaram o Brasil à grave crise que diuturnamente nos ameaça não é preciso qualquer esforço descomunal do raciocínio. Basta fazer uma rápida retrospectiva da Casa Civil desde a chegada do PT ao Palácio do Planalto...... Continue Lendo

    RELAÇÃO DOS SENADORES QUE ASSINARAM A CPI PARA INVESTIGAR AS FALCATRUAS DA PETROBRAS


    fonte: Blog do Alvaro Dias

    quarta-feira, 26 de março de 2014

    “Petrobras: um mar de lama que atinge o PT, Lula e Dilma”, por Alberto Goldman



    É de uma gravidade sem paralelo o que vem acontecendo com a gestão petista de Lula e Dilma na Petrobras.  Os episódios recentes, em especial a exposição mais ampla dos negócios que levaram à compra da refinaria em Pasadena (EUA) mostram que, a partir do governo Lula, a Petrobras passou a ser o objeto de desejo de predadores em operações que só agora vêm à tona.  A decisão da companhia, respaldada pelo seu Conselho de Administração que foi presidido por Dilma Rousseff, é apenas a ponta do iceberg que começa a aparecer.
    Não se trata aqui de demonizar qualquer membro do Conselho de Administração da empresa.  Sei, por experiência própria, que a maioria dos membros desses Conselhos de Administração das estatais não tem acesso à totalidade dos processos que lhes cabe avaliar e homologar.  Não têm equipe para uma análise completa das matérias, nem estão, via de regra, tecnicamente preparados para decidir.  Mas alguns desses conselheiros são figuras especiais, que fazem parte da administração do dia a dia das empresas, secretarias e ministérios, e têm a obrigação e a responsabilidade de conhecer todos os aspectos do que será decidido e assim orientar os demais conselheiros.
    No caso específico da Petrobras, Dilma Rousseff era presidente do Conselho de Administração no início do governo Lula pelo fato de ser a ministra de Minas e Energia.  Continuou na função mesmo deixando o ministério para se transformar em Ministra Chefe da Casa Civil.  Ela tinha em suas mãos toda a estrutura de governo para lhe dar assessoria e orientação.  Não tem como tirar o dela da reta.
    Era de sua responsabilidade e, mais ainda, do presidente Lula a indicação dos diretores da Petrobras, em especial do seu presidente, Sergio Gabrielli, companheiro de partido e membro do Conselho de Administração.  Os outros diretores também foram indicados da mesma forma, prevalecendo a componente de interesse partidário, seja PMDB ou PT, Sarney, Renan Calheiros ou Delcídio Amaral.  Fiar-se em pareceres apresentados por um diretor – Nestor Cerveró – atualmente em férias muito convenientes, ou por outro – Paulo Roberto Costa – atualmente preso foi, além de imprudência, conivência e incompetência.  Os dois diretores foram produtos do condomínio em que se transformou o governo Lula e mesmo o governo Dilma.
    Na realidade Dilma assumiu, por omissão, conivência ou puro oportunismo político, ou tudo isso junto, a responsabilidade de confiar nesses indicados.  Mais incrível ainda é o conhecimento que se tem agora do parecer de Cerveró ( incompleto, técnica e juridicamente falho, segundo Dilma, no qual ela se pautou para dar o seu voto ), que lhe valeu a demissão da empresa na época em que se constatou os problemas da compra da refinaria.  Porém, castigado ou premiado ( ? ) foi transferido para a diretoria financeira da BR Distribuidora que comandou até poucos dias atrás.  A proteção aos membros da quadrilha são auto explicados.
    O episódio da compra em 2006 pela Petrobras de 50% da refinaria, que havia sido adquirida por um grupo belga, um ano antes, por 42 milhões de dólares, e que custou para a empresa 360 milhões de dólares e que foi, posteriormente, obrigada a adquirir os restantes 50% por mais 820 milhões de dólares, é um caso gritante de incompetência e malandragem.  Os belgas devem estar rindo, gargalhando, melhor dizer, até agora.  Não vai ser necessário chamar o Mr. Poirot,  o detetive belga, personagem das obras de Agatha Christie, para desvendar o crime.
    Agora que o véu foi arrancado, a administração petista ficou nua.  Muito já vai aparecendo e muito mais virá logo adiante.  Pra começar a construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que foi programada para ser construída em parceria com a PDVSA, estatal venezuelana, pelo custo de US$ 2,5 bilhões, com 40% de participação da Venezuela.  Lula lançou ao lado de Chávez a pedra fundamental do empreendimento, que já deveria estar funcionando, mas o novo orçamento previsto elevou o custo a US$ 20 bilhões, com a desistência do parceiro em participar do negócio.  Se vai acontecer, e quando, ninguém sabe.
    A compra da refinaria de Pasadena foi realizada em 2006, ano posterior ao do estouro do episódio do mensalão que começou com uma denúncia de corrupção de diretores dos Correios e em cuja CPI ninguém acreditava, a não ser alguns poucos da oposição.  Diante da dimensão da Petrobras e dos escândalos que agora começam a ser desvendados,  o episódio do mensalão vai parecer troco, “peanuts” como diriam os americanos.
    Vamos deixar claro.  Os grandes responsáveis por tudo isso são o PT e seu líder maior, Luiz Inácio Lula da Silva.   Eles transformaram as direções dos órgãos estatais em instrumento de manutenção do poder, através da indicação de pessoas cuja única função é o levantamento de dinheiro, seja para campanhas eleitorais, seja para o enriquecimento deles e de seus padrinhos.
    Como eu já havia previsto, mais emoções virão por aí.
    *Alberto Goldman é um dos vice-presidentes do PSDB Nacional
    **Artigo publicado no Blog do Goldman -  25-03-2014

    CPI da Petrobras já tem as assinaturas necessárias para sua instalação no Senado



    Em comunicado feito na Tribuna,no início da noite desta quarta-feira (26), o senador Alvaro Dias anunciou que o requerimento de criação da CPI da Petrobras já possui as assinaturas necessárias para sua criação e instalação. Segundo Alvaro Dias, as 27 assinaturas necessárias para a criação de uma CPI foram alcançadas e até ultrapassadas, graças ao apoio do PSB, que além do líder Rodrigo Rollemberg, deve garantir mais três apoiamentos à comissão de inquérito (os senadores Antonio Carlos Valadares, João Capiberibe e Lídice da Mata).
    No Plenário, o senador leu os nomes dos parlamentares que assinaram a CPI: Alvaro Dias (PSDB-PR), Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), Pedro Simon (PMDB-RS), Aécio Neves (PSDB-MG), José Agripino (DEM-RN), Cassio Cunha Lima (PSDB-PB), Mario Couto (PSDB-PA), Ana Amélia (PP-RS), Cristovam Buarque (PDT-DF), Pedro Taques (PDT-MT), Cicero Lucena (PSDB-PB), Cyro Miranda (PSDB-GO), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Ruben Fugueiró (PSDB-MS), Sergio Petecão (PSD-AC), Paulo Bauer (PSDB-SC), Lucia Vânia (PSDB-GO), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), Maria do Carmo Alves (DEM-SE), Clesio Andrade (PMDB-MG), Eduardo Amorim (PSC-SE), Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Vicentinho Alves (Solidariedade-TO), Wilder Morais (DEM-GO), Jayme Campos (DEM-MT).
    Segundo destacou o senador Alvaro Dias, o requerimento com o pedido de criação da comissão parlamentar de inquérito se concentra em quatro fatos envolvendo a Petrobras: 1) o processo de aquisição da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA); 2) indícios de pagamento de propina a funcionários da estatal pela companhia holandesa SBM Offshore, para obtenção de contratos junto a Petrobras; 3) denúncias de que plataformas estariam sendo lançadas ao mar faltando uma série de componentes primordiais à segurança do equipamento e dos trabalhadores; 4) indício de superfaturamento na construção de refinarias, como a de Abreu e Lima em Pernambuco.
    Em seu pronunciamento, o senador Alvaro Dias afirmou que o Congresso tem a responsabilidade e o dever de investigar as denúncias que pesam contra uma das maiores empresas do País, e que o fato de ser este um ano eleitoral não livra a estatal de sofrer uma apuração das irregularidades cometidas por sua diretoria. Para o senador, fiscalizar as ações da administração pública e investigar denúncias de corrupção e irregularidades é dever, responsabilidade e, mais que tudo, prerrogativa constitucional do Congresso Nacional.
    “Esta empresa, que por conta de uma gestão claudicante e temerária, caiu da 12ª posição para a 120ª entre as maiores corporações mundiais, não pode deixar de ser submetida a uma espécie de auditoria pública, com a instalação de uma CPI voltada a debater a suas mazelas. A CPI terá a missão de apontar responsabilidades, irá possibilitar a responsabilização civil e penal daqueles que se envolveram nos ilícitos denunciados. Não há como o Congresso fugir a esta responsabilidade. Ou o Senado cumpre essa missão de propor transparência aos fatos para que a sociedade ofereça a sua resposta, ou permitirá o dilapidamento desse patrimônio extraordinário do povo brasileiro que é a Petrobras. Ou o Congresso cumpre o seu dever constitucional, o se apequenará diante da população neste momento crucial da vida do País”, disse o senador.

    via Blog do Alvaro Dias

    Por Mary Zaidan


    Por Mary Zaidan
    Dia pra lá de complicado para o governo Dilma: taxa de desemprego subiu para 10,3%, atingindo dois dígitos; juros reais para as famílias brasileiras bateram em 26,7% (156,6% para cheque especial e mais de 200% para cartão de crédito rotativo); relatório do TCU estraçalha o governo na área de saúde (77% dos leitos nem aspirador têm, faltam remédios e condições mínimas de atendimento). Para finalizar o dia, Senado aprova a CPI da Petrobrás. Isso em uma semana que a agência de risco S&P rebaixou o Brasil. Como diz o Sérgio Vaz na sua série de compilações, haja "Más notícias no País da Dilma".

    ‘Sem perdão para quem assinar CPI’


    Do Painel, Folha de S. Paulo:
    Infantaria em ação – O barulho feito pela oposição para divulgar que estava próxima de conseguir o número de assinaturas para instalar a CPI da Petrobras no Senado provocou uma reação agressiva e imediata dos articuladores políticos do governo. Auxiliares de Dilma Rousseff procuraram insistentemente líderes da base aliada na Casa para avisar que barrar a comissão é prioridade e que o Palácio do Planalto não vai tolerar traições de senadores governistas: quem assinar não será perdoado.

    “A enlouquecida perseguição de Gleisi Hoffmann contra o Paraná”


    por Ademar Traiano*

    Surgem novas provas da perseguição contra o Paraná por parte do PT. Uma perseguição que começou e se tornou selvagem depois de 8 de junho de 2011, quando a senadora petista Gleisi Hoffmann assumiu a Casa Civil – ministério encarregado de encaminhar os pedidos de empréstimos para a avaliação do Senado.
    A perseguição faz parte de uma estratégia petista para enfraquecer o estado para tentar facilitar a eleição da própria Gleisi ao governo do estado. A Gazeta do Povo divulgou um levantamento devastador sobre os empréstimos. Lendo a matéria com atenção fica claro que Gleisi Hoffmann, primeiro como ministra da Casa Civil, depois como senadora, opera 24 horas por dia contra os interesses do Paraná.
    Gleisi e o PT negam, histericamente, as denúncias de perseguição. A melhor forma de colocar essa questão em pratos limpos é reproduzir dados do levantamento produzido pela Gazeta, todo ele baseado em dados oficiais do próprio governo federal. Vamos a eles:
    - “O Paraná é a unidade da federação com menor número de autorizações do governo federal para realizar empréstimos ao longo da gestão Dilma Rousseff. Desde 2011, o estado recebeu aval definitivo da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para apenas duas negociações, que somam R$ 953,5 milhões”. [Incluindo o empréstimo para a Arena da Baixada. Para comparação, Santa Catarina recebeu R$ 9,78 bilhões, dez vezes mais].
    - “R$ 87 por paranaense é a média de recursos de empréstimos liberados pela STN ao estado”. [O Rio Grande do Sul, estado com porte semelhante ao do Paraná recebeu R$ 435 por habitante. Ou seja, um gaúcho vale 5 paranaenses. Santa Catarina teve R$ 9,78 bilhões liberados, ou R$ 1.474 por habitante, um catarinense vale 17 paranaenses].
    - “O Paraná também fica em último lugar quando é feita a proporção entre o volume de recursos das operações e os habitantes de cada estado. Nesse caso, a STN autorizou R$ 87 por paranaense – 44 vezes menos do que os R$ 3.859 por liberados por morador do Amapá, que está no topo do ranking”.
    - “Em um cálculo que leva em consideração as riquezas produzidas por unidade da federação, o volume de empréstimos liberados para o Paraná corresponde a 0,4% do Produto Interno Bruto (PIB) do estado. O índice mais próximo é o de São Paulo – 1,5%” [Quase quatro vezes mais que o Paraná].
    - “As dificuldades da gestão Beto Richa (PSDB) para conseguir as autorizações da STN começaram no segundo semestre de 2011″. [Por uma incrível 'coincidência', justamente o momento que Gleisi Hoffmann assumiu a Casa Civil].
    O retrato da discriminação pode ser completado com outros elementos. O Paraná é o único estado brasileiro a não receber o Proinveste. Programa lançado em 2012, para combater os efeitos da crise de 2008. O dinheiro (R$ 817 milhões) continua bloqueado apesar de existir até liminar do STF determinando sua liberação.
    É mentira que o Paraná está sem condições de receber empréstimos devido a sua situação financeira. O estado jamais rompeu o limite fatal de comprometimento de 49% das receitas com folha. Estados que romperam esse limite, como a Paraíba, Alagoas, Rio Grande do Norte e Sergipe, receberam o Proinveste e outros empréstimos.
    A Gazeta do Povo informa que outros governos do PSDB não foram alvo de discriminação. A explicação é simples: Esses estados não tiveram a “sorte” de ter uma Gleisi Hoffman, enlouquecida pela ambição, nomeada para a Casa Civil.
    Recibo – Arno Augustin, secretário do Tesouro Nacional, homem que está desrespeitando ordem judicial para liberar o Proinveste para o Paraná, emitiu nota tentando explicar a perseguição ao Paraná mostrada pela Gazeta. Apontado como principal responsável pelo rebaixamento na classificação de risco do Brasil, pela maquiagem nas contas do governo federal, Augustin encontrou outro pretexto para não liberar o empréstimo. Quanta criatividade!

    *Ademar Traiano é deputado estadual pelo PSDB e líder do governo Beto Richa na Assembleia Legislativa. Ele escreve às quartas-feiras sobre governo e parlamento.


    O valor do respeito e do diálogo por Beto Richa



     por Beto Richa
    Na última semana, além de um fato marcante, com o lançamento da pedra fundamental da construção, em Ortigueira, de mais uma fábrica da Klabin, o maior empreendimento do setor privado na história do nosso Estado, ficou ainda mais evidente a marca de nosso governo desde o seu primeiro dia e a consagração de uma lição definitiva para nossos dias: o valor do diálogo, do respeito e da segurança.
    Em nosso caso, essa conduta está traduzida em parcerias e em investimentos dos setores público (com inúmeras obras concluídas, em andamento ou com um extenso planejamento) e privado (com a implantação de centenas de empreendimentos em todas as regiões) para o bem comunitário.
    O diálogo e a segurança jurídica permitiram a criação de um ambiente receptivo aos investimentos, a criação de milhares de empregos e a melhor distribuição de renda, em claro compromisso com o desenvolvimento socioeconômico do Paraná, com a melhoria de vida para os brasileiros.
    A construção de uma nova indústria deste porte é mais do que nunca emblemática. Ela faz parte de uma política que estimula e fomenta a economia, ao mesmo tempo em que o Estado responsabiliza-se pelo atendimento às demandas dos paranaenses em todos os setores – principalmente na educação, saúde, segurança, infraestrutura e habitação.
    Desde que assumimos, há uma média de quase R$ 10 bilhões anuais em novos aportes privados no setor industrial, por meio do programa Paraná Competitivo. Esse processo gerou milhares de novos empregos, sendo que mais de 70% desses postos de trabalho foram criados no interior do Paraná. Em 2013, foram mais 315 mil postos de trabalho com carteira assinada.
    E não se trata apenas de industrialização, mas de interiorização dos investimentos, de levar e consolidar dinamismo a regiões e a municípios, de espalhar o progresso por todo o Paraná.
    Com atração de novas empresas, há mais oportunidades de empregos, aumento na demanda para o setor de serviços, formação e qualificação profissional e melhoria da infraestrutura, entre outros resultados que representam concretamente o progresso.
    A consequência natural da parceria público-privada, observando-se todas as normas e instrumentos legais deste procedimento, é a melhoria da qualidade de vidas das pessoas. É uma mudança benigna, que aumenta a renda, a liberdade, o bem-estar e o poder aquisitivo das pessoas.
    A soma de esforços, o crédito do Estado recuperado junto aos empreendedores e o diálogo saudável entre o Estado e a iniciativa privada asseguram o resgate econômico do Paraná, que alcançou um crescimento de 5% em seu Produto Interno Bruto em 2013, mais do que o dobro da taxa do Brasil, que ficou em 2,3%. Nesses anos que estamos à frente do governo a nossa média anual de crescimento do PIB tem sido sempre superior à brasileira: 4,2% no Paraná e 2% no Brasil.
    Esta é a nossa forma de trabalhar, de ajudar a melhorar a vida dos paranaenses, mesmo com todas as dificuldades que temos enfrentado no âmbito federal e que não são poucas, apesar de sempre nos mostrarmos absolutamente dispostos ao diálogo.
    Quinto maior contribuinte em receitas para a União, o Paraná é apenas o 23º no recebimento de verbas federais. Mas isso tem nome: discriminação política. Parece que no âmbito federal quase tudo é feito contra os interesses do Paraná.
    E não é por falta de iniciativas de nossa parte. Desde janeiro de 2011, encaminhamos 526 projetos ao governo federal, entre
    financiamentos, parcerias e convênios. No total, solicitamos recursos na ordem de R$ 13,4 bilhões. Mas apenas R$ 1,8 bilhão
    foram liberados até agora – menos de 15%.
    Não sei a que estratégia ou plano de governo este procedimento condenável pertence, mas sei que, com isso, nosso Estado sofre discriminação. Mesmo tendo três ministros paranaenses no primeiro escalão do governo federal.
    Apesar disso, o que nos impulsiona são o respeito e a confiança das pessoas. E isto não nos tem faltado por parte dos paranaenses de bem e igualmente daqueles que procuram nosso Estado para investir, trabalhar, estudar, viver.
    fonte: Blog do Beto 


    terça-feira, 25 de março de 2014

    Em Quatro Barras, governador inaugura indústria apoiada pelo BRDE



    O governador Beto Richa participou nesta terça-feira (25) da inauguração da nova sede da metalúrgica Metalkraft, em Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba. A empresa investiu R$ 30 milhões na construção da nova estrutura, que tem 12 mil metros quadrados. Uma parte dos recursos foi financiada pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). 

    Com o investimento, a capacidade produtiva da indústria aumentou em 20% em relação antiga instalação, em Pinhais. A fábrica gera hoje 520 empregos. São fabricadas cerca de 600 toneladas de peças por mês para atender o setor automotivo brasileiro, nos segmentos de fundição sob pressão e usinagem. 

    “Mais uma grande indústria que acredita no Paraná e que tem contribuído para o desenvolvimento social e econômico da Região Metropolitana de Curitiba”, disse o governador Beto Richa, ao lado do presidente da Metalkraft, José Luis Rauch, e do prefeito de Quatro Barras, Loreno Tolardo. 

    Richa destacou o papel do BRDE no fortalecimento dos investimentos privados no Paraná. Especificamente na Metalkraf, o apoio do banco vem desde 2011, com uma carteira de financiamentos que atinge cerca de R$ 15 milhões. Dentre os projetos apoiados estão a construção de nova sede e novas instalações, a aquisição de equipamentos e capital de giro associado. 

    “Nunca tivemos tantos recursos do BRDE para o financiamento de empresas como nessa gestão”, disse o governador. Ele afirmou que a postura do governo estadual, de diálogo e de valorização dos investimentos privados, permitiu a criação de um ambiente favorável aos negócios no Paraná. “Com planejamento e bons programas, como o Paraná Competitivo, conseguimos resultados que geram prosperidade para todos os paranaenses”, disse ele. 

    Em três anos, foram confirmados cerca de R$ 30 bilhões em novos investimentos industriais no Estado, com potencial para criar 180 mil novos empregos, sendo que mais de 70% deles no interior. “Estamos descentralizando os investimentos para que o Paraná se desenvolva de forma homogênea”, explicou. O governador enfatizou o bom desempenho da economia paranaense, que apresenta índices de crescimento bem acima do Brasil. Em 2013, o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil registrou crescimento de 2,3%. O PIB do Paraná cresceu 5%, mais que o dobro do nacional. “Outro indicador importante é que o Paraná, embora seja o sexto estado em número de habitantes e a quinta economia do País, foi o terceiro maior gerador de empregos no ano passado, como atesta pesquisa do Ministério do Trabalho”, disse Richa. 

    O prefeito de Quatro Barras, Loreno Tolardo, disse que a instalação da Metalkraft irá trazer inúmeros benefícios econômicos e sociais para a população da cidade e destacou o trabalho do governo estadual para atrair mais indústrias para região. “O governo criou condições para que as empresas paranaenses conseguissem ampliar a produção e também atrair novos empreendimentos. O Paraná evoluiu e, consequentemente, os municípios também”, afirmou o prefeito. 

    ENTRE AS MAIORES - Fundada em 1983, a Metalkraft é uma das principais produtoras de peças em ferro e alumínio para o setor automotivo do país e está entre as maiores empresas instaladas em Quatro Barras, nos últimos anos. É fornecedora, entre outras, para a General Motors, Fiat e Mercedes Benz. O presidente da empresa, José Luis Rauch, explicou que a ampliação da fábrica irá gerar novos postos de trabalho e ampliação das receitas. A expectativa é que o faturamento, que foi de R$ 95 milhões em 2013, atinja a R$ 117 milhões em 2014, um aumento de 25%. 

    Rauch avaliou ainda a contribuição do governo estadual para que o investimento se viabilizasse em Quatro Barras. “O Estado foi fundamental dando todo o suporte que precisávamos para efetivar esse investimento. Para acompanhar e se manter no mercado automotivo cada vez mais competitivo, era necessário investir em tecnologia e receber esse apoio do governo”, afirmou ele. O presidente lembrou, ainda, que a Metalkraft foi fundada durante o governo do José Richa. 

    O aspecto ambiental da empresa também foi destacado pelo presidente. Rauch explicou que a Metalkraft conta com rigorosos processos de destinação e reaproveitamento dos resíduos sólidos e líquidos produzidos diariamente na fábrica. Hoje, 100% do metal e alumínio são de fontes renováveis, minimizando assim a utilização dos recursos naturais. Internamente, a fábrica também conta com um processo de reaproveitamento de resíduos sólidos. Toda sobra de material que eventualmente poderia ser descartada durante o processo produção é reutilizado para fabricação de novas peças. 

    Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em: www.pr.gov.br ewww.facebook.com/governopr

    Começa a última fase da licitação da PR 323


    O Governo do Paraná abriu nesta terça-feira (25) o primeiro dos quatro envelopes da licitação que vai contratar a empresa que fará a duplicação da PR 323, em parceria com o Estado. O Consórcio Rota 323, formado por quatro empresas, foi o único grupo a participar da concorrência, que prevê a duplicação de 207 quilômetros, entre Maringá e Francisco Alves, além da construção de trincheiras e passarelas. 

    A duplicação da PR 323 será feita em parceira público-privada (PPP). A empresa vencedora executará a obra e também fará a operação do corredor, com obras de manutenção e conservação da rodovia. O trecho a ser explorado tem 220 quilômetros, dos quais 13 já estão duplicados.

    O Consórcio Rota 323 é formado pelas empresas Odebrechet Transport, Tucuman Engenharia, Goetze Lobato Engenharia e América Empreendimento. A seguradora Berkley Internacional Seguro do Brasil ficará responsável pelo seguro fiança, necessário para a garantir o andamento da obra. 

    Nesta etapa da licitação, foi apresentado o envelope com a Garantias de Propostas e Atestados de Vista Técnica. As próximas etapas são a aberturas dos envelopes de Documentos de Habilitação, Propostas Econômicas e Planos de Negócios. 

    Dentro do plano de negociação será descrito como serão feitas as obras de duplicação e os 19 viadutos, 22 trincheiras, 13 passarelas e nove pontes, além de marginais e ciclovias nas áreas urbanas, dentro de padrões internacionais. O trecho é composto por três rodovias estaduais - PR 323, PRC 487 e PRC 272. 

    Na primeira etapa serão duplicados 162,5 quilômetros, desde Paiçandu até o entroncamento da PR 486, em Perobal. Na segunda etapa começará a duplicação dos outros 44,3 quilômetros, entre Perobal e Francisco Alves. 

    O valor total do programa é de R$ 7,7 bilhões e envolve duplicações, melhorias, operação da via e a manutenção ao longo de 30 anos. Destes recursos, R$ 3,6 bilhões serão em investimentos em novas obras de manutenção e conservação e, também, em serviços ao usuário. 

    Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em: http:///www.facebook.com/governopr ewww.pr.gov.br

    Colheita do pinhão será permitida somente a partir de 15 de abril



    Com o fim do verão e a queda das temperaturas é tradicional o consumo do pinhão, e é nessa época que as araucárias começam a amadurecer as pinhas para a reprodução da espécie. Por isso, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) alerta que a colheita e a comercialização do fruto somente será permitida no Estado a partir do dia 15 de abril.

    “É importante respeitar a maturação natural da pinha, pois além de ser nesse período que ocorre a proliferação da araucária, o fruto serve como alimento para diversas espécies da fauna. Dessa forma, garantimos a continuidade de sua existência e também podemos saborear os nossos pratos típicos nessa época”, explica o presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto.

    As normas e as instruções para a colheita foram editadas e estão estabelecidas na portaria do IAP 059/2014. O objetivo da regulamentação da colheita é garantir o consumo sustentável de forma a garantir a reprodução da araucária, árvore ameaçada de extinção e símbolo do Paraná.

    O documento instrui os procedimentos para controle da exploração do pinhão e define outras providências. Assim, fica proibida a colheita do fruto de qualquer pinheiro (plantado ou nativo) e a comercialização das pinhas imaturas (que apresentam coloração verde, cujas sementes – pinhões – apresentam casca esbranquiçada e úmida) antes de 15 de abril. 

    Nesse período, qualquer pessoa que for flagrada em algumas dessas situações estará sujeita a responder a processo administrativo e a processo criminal, além de receber auto de infração ambiental. A multa é de R$ 300,00 para cada 60 quilos da semente. 

    “Já estamos recebendo denúncias nos regionais do IAP e na Polícia Ambiental de situações de comercialização do pinhão, que está proibida. É preciso que as pessoas se conscientizem e respeitem o período de maturação do fruto”, afirmou o diretor de Controle de Recursos Ambientais do IAP, Mauro Scharnik.

    Também está proibido o abate dos pinheiros nativos adultos portadores de pinhas nos meses de abril, maio e junho. Estão excluídos dessa proibição apenas os pinheiros autorizados por motivo de riscos pessoais e/ou materiais, de interesse social e/ou utilidade pública, para construções em áreas urbanas consolidadas e árvores oriundas de reflorestamento.

    Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em:

    http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br

    Aulas especiais garantem autonomia para estudantes cegos ou com baixa visão


    Há um ano as tardes da aluna Laura Kaiser, 13 anos, do 8° ano do ensino fundamental, passaram a ser mais animadas e produtivas. Laura e outros 150 colegas participam diariamente das atividades educacionais especiais na área visual, no contraturno da Escola Professor Osni Macedo Saldanha, na Modalidade Especial, em Curitiba.

    Pela manhã Laura estuda no Colégio Estadual Dom Pedro II e no período do contraturno participa das aulas multifuncionais especializadas na área visual desenvolvidas com acompanhamento pedagógico. São atividades de orientação e mobilidade, vida autônoma, Braille e soroban (um instrumento de cálculo), entre outras. “Antes eu tinha apenas aulas de Braille. Agora tenho várias atividades que estão me ajudando a desenvolver novas habilidades ”, conta a aluna que tem baixa visão.

    Durante as aulas de orientação e mobilidade os alunos aprendem técnicas para as diversas situações do cotidiano. “Essas técnicas vão ajudá-los a desenvolverem atividades diárias sem a ajuda de outras pessoas”, explica a professora Lilian Merege Biglia.

    O aluno Luiz Guilherme, 15 anos, do 1° ano do ensino médio, participa das aulas de contraturno há sete meses. Antes, Luiz participava apenas das atividades de apoio escolar em outra instituição. De acordo com ele, tudo mudou depois que iniciou as atividades desenvolvidas na escola. “Eu já aprendi muitas coisas aqui que eu não sabia, como fazer a minha assinatura com letra cursiva”, revela Guilherme. 

    Durante as aulas de vida autônoma, os professores simulam situações cotidianas como pegar ônibus, escrever com letra cursiva e cozinhar. “São habilidades que dão aos alunos a autonomia para ter uma vida normal, sem depender que outras pessoas os ajudem nessas situações”, diz a professora Regina Katkoski. 

    Durante à tarde os alunos têm ainda aulas de reforço escolar, educação física, arte e informática, com acompanhamento de professores da rede estadual de ensino. Os materiais para as atividades também são oferecidos pela Secretaria de Estado da Educação.

    No Paraná, 250 escolas estaduais e municipais contam com salas de recursos com atividades multifuncionais na área visual para alunos cegos e de baixa visão. A secretaria mantém também convênio com outras seis instituições especializadas na área visual e seis escolas de educação básica na modalidade especial. 

    Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em: http:///www.facebook.com/governopr ewww.pr.gov.br

    RICHA ASSINA ORDEM DE SERVIÇO PARA AMPLIAÇÃO DE CEEP EM CLEVELÂNDIA E CONVÊNIOS PARA REFORMAS DE HOSPITAIS DE TAPIRA, FRANCISCO ALVES E FAXINAL


    O governador Beto Richa assina nesta terça-feira (25) ordem de serviço para início das obras de ampliação do Colégio Estadual de Educação Profissional Assis Brasil, em Clevelândia, na região Centro-Sul do Estado. 

    Serão construídos três alojamentos e novos laboratórios técnicos, com previsão orçamentária de R$ 4,7 milhões, em parceria com o Ministério da Educação, através do Programa Brasil Profissionalizado. São 2.866 metros quadrados de área construída. Hoje, o colégio oferece os cursos técnicos nas áreas de Meio Ambiente e Agropecuária. Após a ampliação a escola vai ofertar também o curso de Agroindústria.

    Serão assinados também convênios para reformas em hospitais de Tapira, Francisco Alves e Faxinal. 

    Serviço

    Richa assina ordem de serviço para ampliação de colégio profissionalizante em Clevelândia e convênios para reformas em hospitais de Tapira, Francisco Alves e Faxinal