quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Capítulo 2: Uma Nova Forma de Fazer Política



“Meu governo será o do diálogo com a classe trabalhadora brasileira”, diz Aécio Neves



O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, comprometeu-se, nesta quarta-feira (20/08), a governar dialogando com os trabalhadores brasileiros e reafirmou a decisão de conceder reajuste real do salário mínimo, corrigir a tabela do Imposto de Renda, além de defender aposentados e pensionistas.
Aécio participou de encontro com lideranças sindicais no bairro da Liberdade, em São Paulo, e recebeu a pauta de reivindicação dos trabalhadores.
“É hora de nos unirmos em torno de um projeto de país. No momento em que recebo essa pauta de reivindicações dos trabalhadores brasileiros, quero afirmar de forma muito clara que o meu governo será o governo do diálogo com a classe trabalhadora brasileira. Não governarei de costas. Governarei presente e debatendo cada um dos temas que me têm sido apresentados”, afirmou Aécio.
O candidato à Presidência da República afirmou que no seu governo haverá reajuste digno do salário mínimo, correção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física e luta pelos direitos dos aposentados e pensionistas da Previdência Social.
“Vamos garantir, sim, o reajuste real do salário mínimo. Mas vamos fazer mais. Vamos fazer o Brasil crescer para que esse reajuste seja minimamente digno. No meu governo, garantiremos a correção da tabela do Imposto de Renda, direito legítimo da classe trabalhadora. Estabeleceremos políticas diferenciadas para resgatar o poder de compra do salário do aposentado brasileiro, aviltado ao longo de todos esses últimos anos. Não faltará disposição de, passo a passo, construir caminhos para que essa agenda se transforme em realidade”, salientou.
Crescimento e emprego
Ao lado do presidente nacional do Solidariedade, o deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SP), do presidente da Força Sindical, Miguel Torres, do presidente do Núcleo Sindical do PSDB, deputado estadual Ramalho da Construção, e de diversas lideranças sindicais, Aécio destacou a necessidade da retomada do crescimento e desenvolvimento no Brasil.
“Serei o presidente do emprego e do crescimento. Serei o presidente do resgate da credibilidade da economia brasileira. Hoje, o Brasil vive a pior equação de muitas décadas, do ponto de vista econômico. E as principais conquistas que nos trouxeram até aqui estão sendo colocadas em risco pela leniência de um governo que esqueceu dos seus compromissos com os trabalhadores, com a sociedade brasileira”, apontou.
Aécio criticou ainda o sucateamento da indústria, o déficit da balança comercial de produtos manufaturados e a falta de acordos internacionais, que impedem a geração de novos empregos no país.
“Vamos nos dar as mãos nesses dias de campanha que ainda restam. Ou teremos mais quatro anos de abandono, desaquecimento da economia e retorno ao desemprego.Os que fracassaram devem deixar o caminho aberto para que aqueles que têm compromisso real e verdadeiro com a classe trabalhadora brasileira possam fazer o seu trabalho”, completou.
Direitos dos brasileiros
Para o presidente nacional do Solidariedade, Paulinho da Força, Aécio Neves luta não apenas pelos trabalhadores, mas pelos direitos de todos os brasileiros.
“Dilma trouxe de volta a inflação, a crise econômica que está desempregando trabalhadores no setor de produção, no setor automobilístico. Nossa esperança é a mudança para valer na política econômica. Queremos um governo que recupere o setor elétrico, sucroalcooleiro, a nossa Petrobras. Vamos arregaçar as mangas e mostrar a todos que o Brasil pode mudar, crescer, se desenvolver”, disse Paulinho da Força.
O presidente da Força Sindical, Miguel Torres, ressaltou que no governo Dilma, a pauta trabalhista não avançou “nem um milímetro”, e acrescentou que os trabalhadores não vão desistir “do sonho de ser respeitados pelo governo em um país mais justo e igualitário”.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Um dos criadores do 'desafio da água fria' morre afogado aos 27 anos | Mundo: Diario de Pernambuco

Um dos criadores do 'desafio da água fria' morre afogado aos 27 anos | Mundo: Diario de Pernambuco

“O PSDB tem uma proposta alternativa e competente”, diz Aécio Neves



Ao se encontrar com integrantes do PSDB do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (18/08), o candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, ressaltou a importância de ouvir as demandas da sociedade, apresentar as propostas e mostrar que o momento é de mudança competente, segura e corajosa. Segundo ele, é responsabilidade dos candidatos retomar a confiança dos brasileiros.
”O PSDB tem uma proposta alternativa e competente, que vem sendo construída desde o início do ano passado em muitas viagens, ouvindo a população, em conversas. O aprendizado do PT no governo tem custado caro ao Brasil”, disse o candidato durante o encontro, em que participaram mais de 130 políticos, entre eles o presidente do PSDB-RJ, o deputado estadual Luiz Paulo Correa da Rocha.
Desafio
Aécio afirmou que o momento atual do PSDB é de desafio para enfrentar as deficiências na prestação de serviços à população, principalmente nas áreas de saúde e segurança. Segundo ele, cada candidato do partido nas próximas eleições deve ser a voz da mudança e da força para transformar o país.
“[Temos de] arregaçar as mangas e trabalhar”, afirmou o candidato à Presidência da República. “Que cada um de vocês seja a minha voz, com a mesma coragem e determinação de mudar o Brasil, para multiplicar as forças. Vamos fazer um governo eficiente, ético, ousado nas políticas públicas. Temos gente qualificada, planejamento e experiência.”
Confiança
Aécio pediu que todos mantenham a confiança e cabeça erguida em defesa do que pedem 70% da população brasileira: mudança. De acordo com ele, nas conversas dele durante viagens por várias cidades no país, o pedido que mais escuta é que o candidato da Coligação Muda Brasil resgate a credibilidade da sociedade.
“As pessoas estão querendo acreditar em alguma coisa. E depois que assumirmos o governo, vai ficar claro pra todo mundo o quão ruim é o PT. Vai ficar claro o tempo que perdemos. Estamos construindo um projeto de país e não de poder. Vamos acentuar as diferenças com o modelo atual. Um partido político tem que servir ao Estado brasileiro”, disse.
Aécio afirmou que a comparação entre as propostas da Coligação Muda Brasil e o PT são evidentes. “O PT colocou o Estado a serviço de seu projeto de poder. O Brasil precisa de um projeto honrado e eficiente como o nosso. Nosso governo vai cuidar das pessoas; da saúde, do transporte público, da epidemia do crack, que dissemina as famílias, tudo com coragem e competência”, ressaltou.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

ITV: Aécio Neves e Eduardo Campos são da mesma escola política


Um artigo divulgado pelo Instituto Teotônio Vilela neste final de semana diz que o ex-governador do Pernambuco, Eduardo Campos, morto em um trágico acidente aéreo na semana passada, representava o desejo de mudança de quase 70% dos brasileiros e se espelhou em práticas do senador e nosso candidato à Presidência pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves.

Confira:
A morte trágica de Eduardo Campos, o candidato do PSB à Presidência da República, deixa a política brasileira um pouco mais pobre. Mas seu desaparecimento não pode privar o debate nacional de valores que ele, assim como as forças de oposição, também encarnava. A missão daqueles que se dedicam à boa política é reforçá-los nas eleições deste ano e levar adiante as boas bandeiras.
Há, em torno do pleito deste ano, anseio por mudança, por renovação, por uma postura mais construtiva e menos beligerante, como a exibida atualmente pelos governantes de turno. Com sua candidatura, Campos também vinha colaborando para construir esta alternativa, convergindo nos últimos meses com as forças que sempre se opuseram ao grupo hoje no poder.
É possível que o apelo que estes valores deverão ter na disputa de outubro se torne ainda mais forte a partir de agora. O país pede mudanças, e elas virão. O país pede renovação, e elas acontecerão. O país espera juventude, e ela está a caminho. Campos era um dos agentes desta transformação, cujo curso não se extinguirá.
O ex-governador de Pernambuco era um dos representantes da boa política que mira, acima de tudo, os benefícios aos cidadãos, a gestão responsável da máquina pública, a busca pela justiça social. Em sua administração no estado, espelhou-se em outras experiências exitosas como a deAécio Neves no governo de Minas Gerais. A escola é a mesma e será continuada.
Assim como Aécio, Campos encarnava o desejo de mudança manifestado por quase 70% dos brasileiros em todas as mais recentes pesquisas de opinião. Este sentimento permanece e não se abaterá com a tragédia. Pelo contrário: continuará a ser o principal motor dos novos rumos que os cidadãos pretendem ver o país tomar a partir de 2015.
Eduardo Campos também personificava o vigor da juventude, que, da mesma forma, não deixará de estar presente quando os brasileiros estiverem escolhendo, ao longo das próximas semanas, os novos caminhos que o país deve trilhar.
Por fim, as candidaturas de oposição ao governo de turno – tanto a que era capitaneada pelo candidato do PSB quanto a de Aécio Neves – representam o sentimento de união em favor do país, em contraposição ao modelo que prefere dividir para conquistar, atacar para triunfar, difamar para confundir.
O Brasil perdeu ontem um protagonista importante da boa política. Mas o mais relevante é que valores e crenças que Eduardo Campos abraçava continuarão sendo respeitados e honrados por quem continuará a travar este bom combate. O sentimento de mudança, renovação e união permanecerá, em prol de um país melhor, como era desejo também dele.
Fonte: PSDB.

No Brasil, mortes por depressão crescem 705% em 16 anos | Brasil: Diario de Pernambuco

No Brasil, mortes por depressão crescem 705% em 16 anos | Brasil: Diario de Pernambuco

“Mais do mesmo”, análise do ITV



Havia um tempo em que as palavras do ministro da Fazenda eram cruciais para que os agentes econômicos se orientassem e tomassem melhores decisões. Esta clareza deixou de ser a tônica com o posto ocupado por um especialista em prognósticos que nunca se confirmam.
Ainda assim, a entrevista de Guido Mantega publicada ontem pela Folha de S.Paulo lança alguma luz sobre temas dos quais o governo da presidente Dilma Rousseff vem, de resto, se esquivando de abordar.
Na conversa, o ministro petista admite reajustes nos preços administrados, reconhece a alta presente das tarifas de energia e diz que os combustíveis devem ficar mais caros ainda neste ano. Para um governo que até então vinha negando problemas em todas estas áreas, já é um avanço.
Há, na entrevista, a admissão tácita de que os preços praticados pela Petrobras estão defasados: “O aumento de preço não pode ser exagerado, porque senão causará prejuízos a todo mundo. Os preços vão subir”. O consenso entre os analistas é de que a defasagem é bastante grande, conforme publica hoje o Valor Econômico.
A parte mais preocupante da entrevista, porém, é aquela em que Mantega reforça a aposta no atual receituário econômico praticado por Dilma. Se suas palavras valem – e a força do cargo nos leva a considerá-las desta maneira – a conclusão é de que teremos mais do mesmo pela frente caso a atual presidente conquiste novo mandato em outubro.
A única mudança possível é alguma alteração nos limites de tolerância da inflação, tendo claro que até 2016 elas já estão sacramentadas pelo Conselho Monetário Nacional.
Segundo a visão do ministro, só o Brasil acerta, enquanto economias como a americana e as da União Europeia enveredam por descaminhos.
Faltou apenas ele explicar por que o PIB de lá já se recupera, enquanto o nosso está na rabeira dos rankings mundiais: confirmadas as projeções para este ano, o resultado acumulado desde 2011 figurará apenas na 134ª posição entre todos os países do mundo.
As típicas mistificações de Mantega não poderiam deixar de estar presentes na entrevista. O ministro achou conveniente jogar na Copa do Mundo a culpa pelo pibinho que o IBGE anunciará dentro de dez dias.
Sim, o Brasil foi paralisado para que a bola rolasse, mas as razões da provável recessão vão muito além dos 30 dias de Mundial e são anteriores a ele.
É curioso que, pouquíssimo tempo atrás, o mesmo Guido Mantega tinha visão muito diferente. Quando o IBGE divulgou o resultado do primeiro trimestre, em 30 de maio, o ministro disse que a Copa ajudaria a turbinar a economia e levá-la a produzir resultado melhor entre abril e junho. Mais uma previsão furada. Mas isso já não é nenhuma novidade.

PF apura fraudes em financiamentos imobiliários da Caixa no Maranhão | Economia: Diario de Pernambuco

PF apura fraudes em financiamentos imobiliários da Caixa no Maranhão | Economia: Diario de Pernambuco

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

“Auxílio-invalidez para policiais federais”, por Andreia Zito



Uma das minhas lutas, agora, é também para que todo policial federal de cargo efetivo, que venha a se aposentar por incapacidade definitiva em decorrência de acidente de trabalho, passe a receber auxílio-invalidez, no valor correspondente a 10% dos proventos de aposentadoria. Para que isso aconteça, acabo de ingressar na Câmara dos Deputados com o projeto de lei 7.859/14, por entender que eles devem receber tratamento isonômico. Lembro que no Estado do Rio, por exemplo, o benefício é de R$ 3 mil.

No PL-7859, informo que o auxílio-invalidez deverá ser concedido a todo servidor que integre a carreira policial, como delegado, perito criminal, censor federal, escrivão, agente de polícia e papiloscopista. Também estão incluídos os servidores que compõem a carreira de policial rodoviário federal, como inspetor, agente especial, agente operacional e agente, além dos servidores da carreira de policial ferroviário federal.

Terá direito ao auxílio-invalidez, portanto, todo policial federal, policial rodoviário e policial ferroviário que tenha que se aposentar por incapacidade definitiva e seja considerado inválido em razão de paraplegia ou tetraplegia, amputação, devido a acidente de trabalho. Também terão direito ao auxílio-invalidez todos esses profissionais que se aposentarem em decorrência de outra incapacidade física ou mental, no exercício da profissão.

No projeto, esclareço que a concessão do benefício terá que passar por prévia apuração da enfermidade por junta médica oficial, designada pelo dirigente máximo para este fim. Estou buscando um tratamento de igualdade para os policiais federais, direito já conquistado pelos policiais militares, civis e bombeiros militares estaduais; policiais militares, civis e bombeiros militares do Distrito Federal, e também para os militares, conforme previsto no Estatuto deles. Só não encontrei legislação que venha a garantir o direito a esse plus para os servidores públicos federais.

Vale lembrar que a Lei 8.112, de 1990, prevê, no que se refere à aposentadoria, que o servidor será aposentado por invalidez permanente, com direito a proventos integrais, em decorrência de acidente de trabalho, moléstia profissional ou doença grave, contagiosa ou incurável. Destaco, ainda, que o art. 185 relaciona os benefícios do Plano de Seguridade Social previstos para o servidor, mas o auxílio-invalidez não está inserido nessa lista.

Também no Distrito Federal todos esses profissionais estão protegidos por legislação própria, que criou esse benefício. Vamos lembrar ainda que no Estado do Rio de Janeiro, com a Lei Estadual 6.764, de 2014, o auxílio-invalidez passou a ser pago mensalmente, no valor de R$ 3 mil.

Para justificar a necessidade do PL-7859, busquei mais informações, mostrando as diversas diferenças encontradas nas regulamentações sobre o tema. No Estatuto dos Militares, por exemplo, consta uma vez julgado incapaz definitivamente, o policiai terá direito ao auxílio-invalidez, e que hoje, esse benefício é pago no valor de 25% do soldo ou valor fixo, totalizando R$ 1,5 mil.

*Andreia Zito é deputada federal pelo PSDB/RJ
**Fonte: Assessoria da deputada Andreia Zito

MP atesta a legalidade da construção de aeroporto em Claudio



O candidato à Presidência da República pela Coligação Muda Brasil, Aécio Neves, apresentou nesta terça-feira (22/07) inquérito conduzido pelo Ministério Público de Minas Gerais, que foi arquivado por não ter encontrado nenhuma ilegalidade na construção do aeroporto de Claudio.
A investigação durou cinco anos, foi aberta a partir de denúncia anônima, e nada de irregular constatou. “A notícia de que o Ministério Público abrirá investigação é muito bem-vinda. Assim como ocorreu em inúmeras obras feitas por nós em Minas Gerais, o Ministério Público investigou essa obra em abril deste ano e arquivou esse processo de investigação, porque não encontrou nenhuma ilegalidade”, afirmou Aécio, no comitê de campanha em São Paulo.
“As explicações apresentadas pela Secretaria de Transporte e Obras Públicas mostraram-se satisfatórias, não se vislumbrando qualquer irregularidade que justifique a adoção de medidas outras pelo Ministério Público”, determina o parecer do Ministério Público, assinado pela promotora Maria Elmira de Amaral Dick.
Aécio também entregou à imprensa pareceres dos ex-ministros e ex-presidentes do Supremo Tribunal Federal Carlos Ayres de Britto e Carlos Velloso, favoráveis à construção do aeroporto antes do término do processo judicial de desapropriação, já que a terra já era pública.
“O procedimento é correto. O Decreto-lei número 3.365/41, em seu artigo 15, autoriza, uma vez proposta a ação efetuado o depósito, em razão de alegação de urgência, a imissão provisória de posse. Se o desapropriado não concordar com o valor ofertado, apresentará contestação e a ação prosseguirá, limitando-se a controvérsia à determinação do preço do bem expropriado”, avalia o ministro Velloso.
No seu parecer, Ayres Britto destaca que “nada de juridicamente inválido nesse proceder administrativo do Estado, que fez prévio depósito judicial do valor indenizatório que lhe pareceu, fundamentalmente, justo”.

Vendas no varejo caem 0,7% em junho, informa IBGE



Brasília (DF) – As vendas no comércio varejista caíram 0,7% em junho, em comparação com o mês anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice foi o pior desde maio de 2012, quando apresentou queda de 0,8%. O líder da Minoria na Câmara, deputado federal Domingos Sávio (PSDB-MG), afirmou que o momento é de “uma série de resultados negativos” para o país.
De acordo com o tucano, há um conjunto de fatores que se acumulam para tornar o cenário econômico fraco. “É uma realidade dura. A inflação vem crescendo em um processo de recessão, com queda constante nas vendas e na oferta de emprego. Falta um governo responsável e competente para reverter essa situação”, disse.
A reportagem publicada nesta quinta-feira (14) no portal G1 mostrou que, em junho último, o volume de vendas caiu na maioria das atividades pesquisadas, com destaque para veículos e motos, partes e peças (-12,9%), livros, jornais, revistas e papelaria (-5,3%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-4,2%), entre outros.
Segundo o deputado, apesar de o governo tentar “tapar o sol com a peneira”, a falta de confiança dos investidores no Brasil cresce cada vez mais. “Em qualquer cenário econômico onde haja o mínimo de confiança no governo, a tendência é que os preços abaixem quando as vendas caem. Essa regra, no entanto, não funciona aqui porque o governo atrapalha o mercado e a inflação só aumenta”, reiterou.
O IBGE ainda informou que a taxa acumulada das vendas de veículos, motos, partes e peças foram de -7,9% nos seis primeiros meses de 2014 e -4,3% nos últimos 12 meses.
Previsibilidade
O parlamentar afirmou também que a falta de credibilidade do PT vem dos anos de maquiagem das contas públicas e mentiras à população.
“É lamentável que esse recurso seja tão utilizado pela gestão petista. Para quem acompanha o cenário econômico, os índices são absolutamente previsíveis e condizentes com a má condução e gerenciamento do governo”, destacou.
*Rede45

Irmão de Eduardo Campos também pode ocupar a vice de Marina Silva | Política: Diario de Pernambuco

Irmão de Eduardo Campos também pode ocupar a vice de Marina Silva | Política: Diario de Pernambuco

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

'Em casa de enforcado', de Dora Kramer.


O que é um factoide? Um pseudofato criado para chamar atenção para alguma coisa ou alguém ou para amenizar o efeito de outros atos.
Nessa definição se enquadra a entrevista convocada pela presidente Dilma Rousseff, neste domingo, em que qualificou como "factoides políticos" as denúncias envolvendo negócios, diretores e ex-dirigentes da Petrobrás.
O pseudofato foi a entrevista da presidente, que nada tinha de importante a dizer. Emitiu juízo de valor sobre o que o Tribunal de Contas da União pode ou não pode fazer. Segundo Dilma, "não pode" submeter uma pessoa "íntegra, correta" como a presidente da Petrobrás, Graça Foster, "a esse tipo de julgamento".
Referia-se à decisão a ser tomada nesta semana sobre a inclusão ou não da executiva na lista dos diretores da estatal que tiveram os bens bloqueados devido ao prejuízo de quase US$ 800 milhões à Petrobrás, detectado pelo TCU no exame dos documentos sobre a compra da refinaria de Pasadena.
A declaração foi antes de qualquer coisa inadequada e irrelevante. Não cabe à presidente da República determinar o que deve ou o que não deve fazer o TCU, órgão ligado ao Poder Legislativo. Além disso, ficou parecendo que os outros 11 diretores que tiveram seus bens bloqueados não são íntegros nem corretos no entender da presidente.
Dilma Rousseff mostrou-se também convenientemente esquecida de que foi ela quem repôs a Petrobrás sob o foco da política. Não falemos sobre o aparelhamento nem sobre o manejo dos preços dos combustíveis.
Fiquemos no simples fato de que foi ela quem acusou a diretoria de induzi-la ao erro, a fim de ser excluída do rol dos atuais acusados pelos prejuízos. Um remendo levou à necessidade de outros cada vez maiores.
No domingo, o intuito dos conselheiros da presidente talvez tenha sido o de ocupar o noticiário de segunda-feira, para reduzir o espaço dedicado à repercussão da entrevista da ex-contadora do doleiro Alberto Youssef à revista Veja.
Esta, sim, mais consistente no que se refere a fatos. A moça, Meire Bonfim da Silva Poza, resolveu contar o que sabe à Polícia Federal. Não são boatos, portanto. Relatou operações feitas por ela durante três anos envolvendo malas de dinheiro repassadas a empreiteiras donas de contratos com a Petrobrás, intermediados pelo ex-diretor administrativo Paulo Roberto Costa, cuja destinação final desemboca em políticos de três partidos, PT, PMDB e PP.
Podem ser invencionices? Podem. Mas bastante verossímeis, pois guardam relação com o que até agora vem sendo apurado pela Polícia Federal. Não parecem fabulações de caráter eleitoral como quer fazer crer a presidente, até mesmo desqualificando um órgão sob sua jurisdição.
Não estivesse o instituto da CPI tão absolutamente desmoralizado, seria o caso de se instalar um inquérito parlamentar para investigar a participação dos congressistas nesse esquema. Mas, hoje, as comissões ganharam dos petistas um atestado de tradição de farsa "desde Pedro Álvares Cabral".
Falam disso com a ligeireza de quem está no poder, abstendo-se da prudência de pensar que um dia podem voltar à oposição.
Língua nos dentes. É concreta, embora não seja certa, a possibilidade de o ex-diretor administrativo da Petrobrás Paulo Roberto Costa fazer acordo de delação premiada.
Preso pela primeira vez em março deste ano na Operação Lava Jato da Polícia Federal, foi solto 59 dias depois e preso de novo em junho por ter omitido a existência de uma conta na Suíça e a posse de um passaporte português.
Quanto menores as possibilidades de defesa, maior a probabilidade de um e de outro (ou até dos dois) optarem por um acordo para contar o que sabem. O ex-diretor da Petrobrás estaria apenas aguardando o resultado de um pedido de relaxamento da prisão preventiva.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Consultoria projeta vitória de Aécio no segundo turno



O candidato da Coligação Muda Brasil à Presidência da República, Aécio Neves, deve ganhar a eleição no segundo turno, com uma vantagem de 2 a 3,6 pontos percentuais sobre a candidata do PT. A projeção é da consultoria Macrométrica e foi feita com base na última pesquisa Ibope de intenção de voto.
Na pesquisa do Ibope, Dilma aparece com 38% das intenções de voto no 1º turno, Aécio, com 23%. No 2º turno, ainda segundo a pesquisa, a presidente teria 42% e o senador 36%, com 22% dos entrevistados não optando por nenhum dos dois.
“Esse último percentual de não comprometidos tende a cair ao longo do tempo, na medida em que uma parte for migrando para os dois candidatos”, diz a Macrométrica em reportagem publicada nesta terça-feira pelo jornal Valor Econômico.
Votos migrandoDos 17 pontos percentuais de eleitores que devem migrar para um dos candidatos na disputa de segundo turno, 23,5% – ou 4 pontos percentuais – vão para Dilma e 76,5% – ou 13 pontos percentuais – para Aécio.
“O resultado é a vitória de Aécio com 49,8% dos votos, contra 46,2% para Dilma e 4% de VNC (votantes não comprometidos). Como os VNC nunca são considerados na apuração do resultado final, a vitória de Aécio seria com 51,8% contra 48,2% de Dilma, ou seja, por diferença de 3,6 pontos percentuais.”, afirma o estudo.
Método de análise
A Macrométrica usou o esquema de análise de Nate Silver, o editor-chefe do site “FiveThirtyEight”, para fazer esta projeção. Na eleição presidencial americana de 2012, Silver acertou o resultado de todos os 50 Estados.

“Antes, as empresas iam embora do Paraná. Hoje, temos a maior industrialização da história” Beto Richa



O governador Beto Richa reafirmou nesta segunda-feira (11) o compromisso de apoiar e fortalecer o setor produtivo paranaense, durante a posse da nova diretoria da Associação Comercial do Paraná (ACP), em Curitiba. Richa disse que o Estado é um grande aliado do setor, que gera renda e cria empregos.
“Hoje, vocês têm um grande aliado para encorajar a investir cada vez mais no Paraná, trazendo empregos e renda para o Estado. Contem com nosso governo, com obras e ações que melhorem o trabalho de todos”, afirmou Richa, que estava acompanhado do senador Alvaro Dias. O empresário Antonio Espolador será o novo presidente da ACP pelos próximos dois anos, em substituição a Edson Ramon.
Richa lembrou que o Paraná é o melhor Estado para investimentos porque tem diálogo, respeito, trabalho e segurança jurídica. Ele citou os programas de microcrédito e de capacitação, que contribuem para o fortalecimento do comércio no Estado. “Antes, as empresas iam embora do Paraná, por falta de programas de atração de investimentos, falta de diálogo, de segurança jurídica. Hoje, temos o maior ciclo industrial da nossa história”, ressaltou. Em três anos e meio, R$ 35 bilhões em investimentos privados foram atraídos para o Estado, com a geração de 180 mil empregos diretos e indiretos.
O governador citou indicadores de entidades internacionais e nacionais que mostram que o Paraná tem o melhor ambiente para o setor produtivo. Richa ressaltou as medidas do regime de substituição tributária do Estado, que beneficiam o segmento comerciário paranaense. “Atendemos rapidamente o setor, que nos procurou para corrigir uma distorção na área tributária. Dessa forma, garantimos que o segmento continue trabalhando e acreditando no Estado do Paraná”, afirmou.
NOVA DIRETORIA – Beto Richa lembrou que, há quatro anos, participou da posse de Edson Ramon no comando da ACP. “Tenho uma relação de anos com esta centenária instituição, que muito nos orgulha. Conheço o Espolador e sei da capacidade que ele tem para gerenciar a ACP. O Estado estará sempre de portas abertas para discutirmos as melhores propostas para o futuro do Paraná”, disse Richa.
O ex-presidente Edson Ramon fez um balanço da gestão e agradeceu à equipe de trabalho. “Tivemos importantes conquistas e parcerias com o governo estadual. Deixo a ACP em boas mãos”, disse Ramon.
O novo presidente, Antônio Espolador, afirmou que o objetivo da sua gestão é aproximar a entidade dos associados e ampliar os programas com a administração pública. “Estamos enfrentando um desafio na área econômica nacional e precisamos estar juntos para superar e fortalecer o comércio no Paraná. Temos bons projetos e vamos propor ao governo estadual para implantar no Estado”, disse o presidente.

“Razões para o Pessimismo”, análise do Instituto Teotônio Vilela



Tornou-se um mantra da candidata-presidente afirmar que quem está preocupado com o futuro e com os problemas que se avolumam no país, em especial na economia, é “pessimista” e torce contra o Brasil. É possível que nem ela acredite no que diz.
Há razões de sobra para desconfiar das possibilidades de êxito do país caso o atual projeto de poder se mantenha por mais quatro anos. Os desafios são imensos na economia, mas vão muito além, abarcando, principalmente, a falta de segurança e a saúde precária.
Dilma Rousseff e seus porta-vozes tentam colar no “mercado” a pecha do mau agouro. Acusam analistas de torcer contra, mas vão além e publicamente constrangem quem se aventura a dizer o óbvio: com o PT no comando, as perspectivas do país são cadentes.
As projeções para a economia seguem declinantes. Em menos de três meses, os prognósticos para o PIB deste ano caíram pela metade e agora chegam a 0,81% – no início do ano, estavam em 1,95%. Há 11 semanas tem sido assim, na mais longa série de revisões consecutivas para baixo destas estimativas desde 2008, segundo o Valor Econômico.
O desalento não se limita ao presente. Dilma irá legar a seu sucessor um fardo para lá de pesado. AFolha de S.Paulo analisou os prognósticos de mercado para os próximos quatro anos e verificou que a projeção dos analistas é de inflação ainda alta e crescimento fraco até 2018, com perspectiva de forte aumento das tarifas públicas já em 2015.
O “tarifaço”, aliás, já é praticado pelo governo Dilma na energia elétrica e, no caso dos preços dos combustíveis, largamente defendido por integrantes do próprio governo petista, seja na Petrobras, seja na equipe econômica. Não é anseio, portanto, da oposição.
Mas o desalento vai muito além do mundo da economia e das finanças. Está nas ruas e na boca dos brasileiros que enfrentam um dia a dia cada vez mais difícil. Isso não é peça de retórica; é fato, comprovado também por pesquisas.
A mais expressiva delas foi feita em junho pelo Ibope. A informação mais relevante é que em rigorosamente todas as nove áreas pesquisadas pelo instituto, os brasileiros que desaprovam as políticas adotadas pela presidente Dilma são larga maioria.
É assim na saúde (78 a 19%), nos impostos (77 a 15%), na segurança pública (75 a 21%), no combate à inflação (71 a 21%), na política de juros (70 a 21%), na educação (67 a 30%), no combate ao desemprego (57 a 37%), no combate à fome e à pobreza (53 a 41%) e no meio ambiente (52 a 37%).
A preocupação com o futuro do país é de milhões de brasileiros. As condições de vida estão mais difíceis e até a conseguir bons empregos está complicado. Quem produz, investe e trabalha torce para que o Brasil consiga virar o jogo. Mas não há como ser otimista com a herança realmente maldita que Dilma Rousseff deixará de presente para seu sucessor.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Agenda dos candidatos à Presidência - 8/8/2014


Aécio Neves (PSDB)
12h - Visita ao Centro de Referência de Dependentes Químicos em Botucatu (SP) - Avenida José Ítalo Bacchi, s/nº, Jardim Aeroporto
12h30 - Caminhada pelo centro da cidade - Rua Armando de Barros nº 1000

Dilma Rousseff (PT)

10h - Congresso Nacional de Mulheres da Assembleia de Deus no Brasil, em São Paulo - Avenida Celso Garcia, nº 560, bairro Brás

Eduardo Campos (PSB)

9h – Chegada ao campo de pouso de Arapiraca (AL). O trajeto será feito em carreata até o Clube dos Fumicultores
9h30 – Diálogo com empresários, comerciantes e agricultores, no Clube dos Fumicultores de Arapiraca - Avenida Rio Branco, 475, centro
10h30 – Diálogo com a Juventude, no Clube dos Fumicultores
11h40 – Visita à estação Coragem pra Mudar o Brasil - Av. Ventura de Farias, 41 A, centro (Arapiraca)
12h50 – Inauguração da Casa Eduardo e Marina - Rua Domingos Evangelista, 856, em Manoel Teles (Arapiraca)
15h20 – Desembarque em Garanhuns (PE)
16h30 – Carreata. A saída será do Hotel Metroplaza, no centro

Eduardo Jorge (PV)

12h – Almoço com ambientalistas no Restaurante Reciclo, em Belo Horizonte  - Rua da Bahia, 2164
14h – Entrevista coletiva na sede do PV estadual - Rua Padre Marinho 239, Santa Efigênia, Belo Horizonte
15h – Encontro com os verdes de Minas no mesmo local do compromisso anterior.
17h – Caminhada pelo centro da cidade, com direito ao tradicional cafezinho do Café Nice. A concentração para a caminhada será na Praça Sete

Eymael (PSDC)

Agenda não divulgada

Levy Fidelix (PRTB)

Manhã – Retorno para São Paulo após compromissos de campanha no Distrito Federal
Tarde – Reunião com a equipe de marketing e início das gravações do programa eleitoral presidencial, na sede do PRTB, em São Paulo
Noite – Reunião na zona sul da capital paulista com empresários da área de mobilidade urbana e transportes

Luciana Genro (PSOL)

6h – Campanha nos estaleiros, na Ilha da Conceição, no Rio de Janeiro - Praça Alcides Pereira, 1
8h30 – Visita ao Hospital Universitário Antônio Pedro com o candidato ao Senado, Pedro Rosa. O hospital fica na Universidade Federal Fluminense, campus do Centro de Ciências Médicas, centro, em Niterói (RJ)
11h – Visita ao jornal O Dia - Rua dos Inválidos, 198 - centro
12h – Campanha no Buraco do Lume com Tarcísio Motta, Marcelo Freixo, Chico Alencar, Jean Wyllys, demais parlamentares e militantes - Praça Mário Lago (esquina da Rua São José com Nilo Peçanha), no centro
15h – Caminhada com Tarcísio Motta, Pedro Rosa, Marcelo Freixo, Chico Alencar e militantes, no centro
17h – Encontro Nacional de Educação, no centro
18h30 – A República: Encontro de Coletivos e Redes, na UFRJ - Av. Pasteur, 250 - Urca

Mauro Iasi (PCB)

13h – Coletiva de imprensa, na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá
14h – Bate-papo com militantes, professores e estudantes da UFMT
18h – Faz a palestra Ação Repressiva do Estado: Exceção ou Regra? Análise das Lutas Sociais no Brasil, na UFMT

Pastor Everaldo (PSC)

10h – Entrevista coletiva no Espaço Festa Pronta em Parauapebas (PA) - Rua Monteiro Lobato, 283 – bairro Guanabara
11h – Encontro com lideranças políticas e evangélicas
16h – Caminhada pelo comércio da cidade com o deputado Zequinha Marinho. O local de concentração será a Praça do Cidadão
19h – Culto Extensão GMUH - Assembleia de Deus, Missão com Pr. Fenelon

Rui Costa Pimenta (PCO)

Agenda não divulgada

Zé Maria (PSTU)

Manhã – Grava programa eleitoral de TV na Avenida Paulista, em São Paulo
16h30 – Participa da abertura do Encontro Nacional de Educação, no Rio de Janeiro

OMS: epidemia de ebola é emergência de saúde pública mundial


Da Agência Lusa
A Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou hoje (8) que a epidemia de febre hemorrágica pelo vírus ébola, registrada em pelo menos quatro países da África Ocidental, é emergência de saúde pública de alcance mundial.
"A OMS aceitou as conclusões" da Comissão de Emergência Sanitária, que esteve reunida quarta (6) e quinta-feira desta semana em Genebra, informou a diretora-geral da organização, Margaret Chan. Segundo ela, a comissão foi unânime em considerar que se verificam as condições de uma emergência de saúde pública de alcance mundial. Diante de uma situação que continua a agravar-se, é necessária uma resposta internacional coordenada para "travar e fazer recuar a propagação internacional do ébola", acrescentou.
A epidemia de ébola, que já causou a morte de cerca de mil pessoas desde o início do ano, com mais de 1.700 casos suspeitos, é a mais mais grave das últimas quatro décadas, destacou Chan.
Ela disse que os países da África Ocidental mais atingidos - Libéria, Serra Leoa, Guiné-Conacri e Nigéria - não têm meios para responder sozinhos à doença e pediu à comunidade internacional que forneça o apoio necessário.
A comissão alertou que os Estados devem estar preparados para detectar e tratar casos de ébola, além de facilitar a retirada de cidadãos, em particular pessoal médico, que estiveram expostos ao vírus da febre hemorrágica.
A comissão lembrou que os chefes de Estado dos países afetados devem "decretar estado de emergência" e "dirigir-se pessoalmente à nação para fornecer informações sobre a situação".
O responsável da OMS para a epidemia, Keiji Fukuda, adjunto de Margaret Chan, disse que a quarentena de pessoas suspeitas de infecção deve ser 30 dias, já que o tempo de incubação é 21 dias.
As pessoas que estiveram em contato com os doentes, à exceção do pessoal médico equipado com roupa protetora, não devem ser autorizadas a viajar.
Keiji Fukuda lembrou ainda que as tripulações de voos comerciais, que se desloquem a países afetados, devem receber formação específica e material médico para proteção pessoal e dos passageiros.
"Impedir as companhias aéreas de viajar para esses países iria afetar a sua economia", observou Chan.
A comissão recomendou também que todas as pessoas que saiam de países afetados sejam examinadas nos aeroportos, portos e principais postos fronteiriços, mediante um questionário e medição da temperatura, devendo ser impedidos de viajar quaisquer casos suspeitos.
O vírus já causou pelo menos 932 mortos e infectou mais de 1.700 pessoas desde que surgiu, no início do ano, na Guiné-Conacri, de acordo com a OMS.
A Libéria, a Guiné-Conacri e Serra Leoa decretaram estado de emergência. O vírus do ebola é transmitido por contato direto com o sangue, líquidos ou tecidos de pessoas ou animais infectados.
A febre manifesta-se por meio de hemorragias, vômitos e diarreias. A taxa de mortalidade varia entre 25% e 90% e não é conhecida uma vacina contra a doença.
O vírus foi detectado pela primeira vez em 1976 na República Democrática do Congo.