quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Palanque – Um giro pelas campanhas eleitorais




Luciana Nunes Leal
no estadão

O PMDB, os Correios e a sangria de Erenice Guerra

O comentário é de um integrante da cúpula do PMDB, sobre as denúncias de tráfico de influência envolvendo parentes da chefe da Casa Civil, Erenice Guerra: “É nisso que dá trocar o comando dos Correios a dois meses da eleição.” No fim de julho, o presidente da estatal, Carlos Custódio, indicado pelo partido, foi demitido e substituído por David Matos, nome sugerido por Erenice. Um dirigente do PT chegou a falar na possibilidade de retaliação de peemedebistas, mas duvidou que viesse durante a campanha. Agora, muitos petistas não têm dúvida do interesse do PMDB na sangria de Erenice. Embora não queiram tratar do assunto a duas semanas da eleição, veem no episódio uma prévia dos problemas que poderão enfrentar sempre que o PMDB for contrariado, em um possível governo de Dilma Rousseff.

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