Carta a Lula
Também ontem, um grupo de dissidentes cubanos disse que a Embaixada do Brasil em Havana não enviou, por falta de assinaturas, a carta que eles tinham escrito e endereçado a Lula pedindo a interferência brasileira pelos presos políticos da ilha e no caso Fariñas, citando a "credibilidade, liderança regional e interlocução privilegiada" do presidente com as autoridades cubanas.
O dissidente Manuel Cuesta Morúa relatou à agência Efe que a carta do "Comitê Pró-Liberdade dos Prisioneiros Políticos Orlando Zapata Tamayo", criado na semana passada, não estava assinada pelos cerca de cem membros do grupo, "dada a urgência do caso Fariñas". Segundo ele, porém, a carta não seria encaminhada pela embaixada ao presidente brasileiro até que fosse devidamente assinada. "Então, entre hoje [ontem] e amanhã vamos buscar assinaturas", agregou.
O segundo-secretário da embaixada, Marcio José Bezerra dos Santos, disse à agência que a representação soube da carta pela imprensa e que um jornalista lhe enviou o texto. Só três horas depois um texto idêntico chegou à recepção da embaixada, informou.
na Folha com agências internacionais
O dissidente Manuel Cuesta Morúa relatou à agência Efe que a carta do "Comitê Pró-Liberdade dos Prisioneiros Políticos Orlando Zapata Tamayo", criado na semana passada, não estava assinada pelos cerca de cem membros do grupo, "dada a urgência do caso Fariñas". Segundo ele, porém, a carta não seria encaminhada pela embaixada ao presidente brasileiro até que fosse devidamente assinada. "Então, entre hoje [ontem] e amanhã vamos buscar assinaturas", agregou.
O segundo-secretário da embaixada, Marcio José Bezerra dos Santos, disse à agência que a representação soube da carta pela imprensa e que um jornalista lhe enviou o texto. Só três horas depois um texto idêntico chegou à recepção da embaixada, informou.
na Folha com agências internacionais
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