no Correio Braziliense
Patrício lembrou que todo cidadão tem o direito de se defender. Admitiu que recebeu os documentos, que serão lidos no Plenário amanhã para que todos os distritais os conheçam. Contudo, assegurou que não pretende adiar a sessão extraordinária que votará o relatório da Comissão Especial sobre o impeachment de Arruda.
Os documentos escritos por Arruda e encaminhados pelos advogados da defesa do governador afastado reiteram o pedido de licença dele do cargo. Além de pedir o adiamento da votação, alegando que o recurso sobre a convocação de oito suplentes designados para substituir os distritais citados no escândalo da operação "Caixa de Pandora"ainda não foi avaliado pelo STF.
"Vale lembrar, nobres deputados, que o Impeachment é para o detentor do mandato uma verdadeira pena de morte. Será justo e razoável que uma casa de lei, sob a égide de uma Constituição dita cidadã determine uma execução de uma pena de morte, sabendo que os julgadores estão sob júdice?", diz Arruda por meio dos advogados.
Veja mais no Correio Braziliense
0 comentários:
Postar um comentário